domingo, 5 de junho de 2016

A alteridade como tema transversal no Ensino Médio

A alteridade como tema transversal no Ensino Médio
       
       Alteridade pode ser definida como a capacidade de reconhecer a existência do outro em uma relação baseada no diálogo e valorização das diferenças existentes. 
       Os alunos da 2ª Série do Ensino Médio criaram uma exposição abordando a temática da alteridade, tendo como base o livro "Coração das Trevas", do escritor Joseph Conrad, trabalho produzido juntamente com  os alunos e os professores de Filosofia, Geografia, História, Sociologia e Literatura do Colégio Magnum, na Primeira Etapa de 2016.  
       O exercício da alteridade praticado na obra teve os seus horizontes expandidos, dando forma, cor e sentido à exposição.
































terça-feira, 17 de maio de 2016

Nietzsche e o triathlon - do super-homem ao homem de aço - uma palestra sobre Filosofia e Triahlon

É neste sábado, galera! Dia 21/06/2016, às 18h, o Land Spirit - The Land Rover Club vai abrir as portas para reunir atletas de endurance e amantes do esporte para assistirem a uma palestra sobre a Filosofia e Triathlon: desafio e superação, vencer e perder, motivação e dor.

As entradas custam R$ 60. Neste valor, além da palestra, será fornecido um kit atleta da Lantana Farmácia de Manipulação, além de um jantar de massas preparado pelo Chef William e estacionamento gratuito com segurança.

Todas as assessorias e atletas estão convidados! Seja qual for a sua modalidade, triathlon, corrida ou mountain bike, é uma palestra para quem gosta de encarar os desafios de frente.

Já imaginou ouvir o que Nietzsche diria sobre a dor a um atleta como você? Participe! INSCRIÇÕES ATÉ nesta QUINTA DIA 19 no sympla.com.br

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Ano de 2016 Entendimento Global - visão filosófica



Promovido pelo Conselho Internacional de Ciências, o Conselho Internacional das Ciências Sociais e o Conselho Internacional de Filosofia e Ciências Humanas, 2016 foi proclamado Ano Internacional do Entendimento Global.
O objetivo central da celebração é a promoção de um melhor entendimento sobre o impacto global das ações locais para estimular politicas inovadoras que respondam aos desafios globais, como por exemplo, as alterações climáticas, a segurança alimentar ou as migrações. No entanto, objetivos específicos serão levados em consideração:
  • Promover uma melhor compreensão global no apoio à cooperação econômica, social e cultural da humanidade.
  • Recordar que as ações do dia-a-dia são importantes nas alterações climáticas globais.
  • O entendimento global baseia-se na investigação comum entre as ciências sociais e naturais e as humanidades.
  • As mudanças devem começar localmente para alcançar um nível mundial.
  • As sociedades necessitam de um entendimento global para gerirem a mudança de forma sustentável.
E os seis fundamentos e objetivos deste Ano Internacional que celebramos:
  • Criar uma consciência integral sobre a tradição natural e cultural na ação humana.
  • Contribuir para modificar os hábitos nocivos para o meio ambiente mediante a elaboração de modelos de práticas alternativas exemplares.
  • Promover a tomada de consciência da capacidade e das responsabilidades individuais relativas às decisões quotidianas.
  • Encorajar cientistas e estudiosos das humanidades a participarem de investigações transdisciplinares sobre a sustentabilidade.
  • Produz módulos didáticos sobre diretrizes de estudos que se aplicarão a todos os níveis de ensino e educação.
  • Servir de catalisador para a cooperação transdisciplinar nas práticas sociais.
Disponível em <http://www.unesco.org/new/pt/brasilia> Acesso 12 de maio 2016.

segunda-feira, 9 de maio de 2016

INSCRIÇÕES PARA O ENEM 2016

Nesta segunda-feira, 09 de Maio de 2016, o portal do INEP divulgou a abertura das inscrições para o ENEM 2016. Confira as datas abaixo:






segunda-feira, 25 de abril de 2016

Ensino de Filosofia e Sociologia no Brasil - Bases legais de acordo com o MEC para professores


Base legal para o ensino de Filosofia e Sociologia no Ensino Médio de acordo com o Ministério da Educação e da Cultura (MEC)
Além da Constituição Federal do Brasil de 1988, que traz garantias de igualdade, liberdade, fraternidade e, além disso, sobre a dignidade da pessoa humana dentre outros direitos a Lei nº 9.394/96 dispõe:
Art. 36. O currículo do ensino médio observará o disposto na Seção I deste Capítulo e as seguintes diretrizes:
(...)

§ 1º Os conteúdos, as metodologias e as formas de avaliação serão organizados de tal forma que ao final do ensino médio o educando demonstre:
(...)

III - domínio dos conhecimentos de Filosofia e de Sociologia necessários ao exercício da cidadania.
Lei nº 11.684/08 altera o art. 36 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir a Filosofia e a Sociologia como disciplinas obrigatórias nos currículos do ensino médio.

A Camâra de Educação Básica aprovou parecer e resolução que tratam da inclusão obrigatória das disciplinas de Filosofia e Sociologia no currículo do Ensino Médio:

Fonte: MEC

domingo, 20 de março de 2016

Manifesto de Professores de Direito em favor da Democracia e da Constituição

Manifesto de Professores de Direito em favor da Democracia e da Constituição

"NOTA  À COMUNIDADE:

OS PROFESSORES ABAIXO ASSINADOS, diante dos riscos à estabilidade democrática e ao primado do Estado de Direito verificados nos últimos dias, vêm manifestar o seu compromisso incondicional com a luta pela democracia, pela prevalência dos direitos humanos e pela ordem constitucional.

Confiamos que o Poder Judiciário, alicerce fundamental da legalidade e do equilíbrio entre os poderes devidamente constituídos pelo povo em sua Constituição, irá assumir o seu papel de proteger incondicionalmente as garantias processuais inerentes à ampla defesa, ao contraditório, à presunção de inocência e ao devido processo legal.

O Judiciário deve atuar para fortalecer o processo político democrático, e repudiar a atuação de seus membros que busquem agir como protagonistas dos juízos políticos e da militância contra ou a favor de qualquer pessoa, partido político ou instituição. As exceções não podem desmoralizá-lo.

Detenções discricionárias, vazamentos para a imprensa, punições seletivas, participação de juízes em movimentos políticos, divulgação irregular de gravações (inclusive entre advogados e seus clientes) e quaisquer expedientes probatórios não realizados segundo a mais estrita legalidade não podem, se comprovados, ser tolerados, sob pena de renunciarmos ao principal capital político e moral alcançado pela Constituição de 1988: a democracia, que é um valor inegociável.

O combate à corrupção e à apropriação da coisa pública por interesses privados é uma conquista definitiva da sociedade brasileira, mas tem que ser realizado no estrito cumprimento da lei.

Belo Horizonte, 17 de março de 2016."

Thomas da Rosa de Bustamante (Direito/UFMG)
José Luiz Quadros de Magalhães (Direito/UFMG)
Misabel Abreu Machado Derzi (Direito/UFMG)
Mariah Brochado (Direito/UFMG)
Daniel Gaio (Direito/UFMG)
Emílio Peluso Neder Meyer (Direito/UFMG)
Fabiano Teodoro de Lara Resende (Direito/UFMG)
Giovani Clark (Direito/UFMG)
Marcelo Andrade Cattoni de Oliveira (Direito/UFMG)
Maria Fernanda Salcedo Repolês (Direito/UFMG)
Fabrício Bertini Pasquot Polido (Direito/UFMG)
Miracy  Barbosa de Souza Gustin (Direito/UFMG)
Renato César Cardoso (Direito/UFMG)
Leandro Martins Zanitelli (Direito/UFMG)
Andityas Soares de Moura Costa Matos (Direito/UFMG)
Daniela Muradas (Direito/UFMG)
Davi Diniz (Direito Unb/UFMG)
Maria Rosaria Barbato (Direito/UFMG)
Marcelo Maciel Ramos (Direito/UFMG)
Camila Silva Nicácio (Direito/UFMG)
Vitor Bartoletti Sartori (Direito/UFMG)
Onofre Alves Batista Júnior (Direito/UFMG)
Maria Tereza Fonseca Dias (Direito/UFMG)
Adriana Goulart de Sena Orsini  (Direito/UFMG)
Adriana Campos Silva (Direito/UFMG)
Marcelo Campos Galuppo (Direito/UFMG)
Pedro Augusto Gravatá Nicoli (Direito/UFMG)
Marcella Furtado de Magalhães Gomes (Direito/UFMG)

FONTE: Blog do Prof. Dr. José Luiz Quadros de Magalhães (Universidade Federal de Minas Gerais/Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais)
Disponível em Acesso 18 de março de 2016.

sábado, 19 de março de 2016

Prêmio Nobel da Paz argentino envia carta de solidariedade a Dilma e Lula

Prêmio Nobel da Paz argentino envia carta de solidariedade a Dilma e Lula

O Prêmio Nobel da Paz argentino, Adolfo Pérez Esquivel, enviou hoje (16/03/2016) carta em solidariedade à presidenta Dilma Rousseff e ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Para Pérez Esquivel, os dois são vítimas de "uma forte campanha" para "derrubar" o governo e "destruir o PT".

“Quase todos os políticos que apoiam o impeachment de Dilma têm vários processos penais em andamento por atos de corrupção. Isso indica que isso não é a variável determinante”, escreveu o ganhador do Nobel da Paz. “A corrupção não se combate violando a Constituição. Se combate com transparência e mais democracia”, acrescentou.

Em entrevista sobre os 40 anos do golpe na Argentina, no próximo dia 24, Pérez Esquivel também falou da situação no Brasil. “O que está acontecendo no Brasil agora? Querem tirar Dilma e Lula do governo. Ou seja, existe uma condenação antes de se saber se [as denúncias] são verdadeiras ou não.”

Pérez Esquivel também enviou uma carta ao presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, que visitará a Argentina, depois de ir a Cuba. Obama tinha previsto ficar em Buenos Aires nos dias 23 e 24 de março. Mas, na carta, Pérez Esquivel sugeriu ao presidente norte-americano mudar seus planos, uma vez que a visita no dia em que os argentinos saem às ruas para homenagear milhares de desaparecidos da ditadura poderia ser vista como “uma provocação”.

“A agenda de Obama mudou e agora ele vai passar o dia 24 de março em Bariloche, conhecendo as belezas naturais do Sul da Argentina, o que foi uma boa ideia”, disse o ganhador do Nobel.


Por Monica Yanakiew – Correspondente da Agência Brasil. Edição: Juliana Andrade
Disponível em http://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2016-03/premio-nobel-da-paz-argentino-envia-carta-de-solidariedade-dilma-e-lula

sábado, 12 de março de 2016

MANIFESTO DOS PROFESSORES DA PUC MINAS EM DEFESA DA DEMOCRACIA E DA CONSTITUIÇÃO


Em defesa da democracia e da Constituição 

     O Conselho de Gestão e Políticas da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, diante dos recentes episódios da vida político-institucional do País e seus atuais e possíveis novos desdobramentos para a sociedade brasileira, vem a público manifestar a preocupação com os riscos de uma desestabilização institucional que pode colocar em questão o efetivo estado democrático de direito e o respeito aos Poderes constituídos. 
     Ao defender o pleno exercício das instituições responsáveis pelo cumprimento das Leis e também o amplo direito de defesa e direito ao contraditório, garantidos constitucionalmente a todos, a PUC Minas ressalta seu entendimento de que, por um lado, tais situações e circunstâncias não podem, sob nenhuma hipótese, serem apropriadas, de modo reprovável, para o atingimento de objetivos e interesses outros que não a prevalência da justiça e da correção pública. 
     Por outro lado, a Universidade alerta para o perigo de que a midiatização espetacularizada dos fatos mencionados, muitas vezes marcada pela superficialidade e parcialidade, contribua para agudizar polarizações no plano político-partidário que acabem por alimentar, nas ruas, situações de conflitos entre brasileiros irmãos que possuam percepções e entendimentos distintos sobre o atual momento político. 
     A divisão da sociedade brasileira em um simplista dualismo de prós e contras não resultará, certamente, na vitória de ninguém. Todos perdemos com um País polarizado, ainda mais em um momento tão crítico em que o Brasil experimenta uma alongada crise econômica que penaliza a todos, especialmente os mais empobrecidos. 
     É urgente, nesse sentido, que os Poderes constituídos da Nação, em sua missão de garantir a estabilidade democrática e a defesa intransigente dos direitos coletivos e individuais, exerçam com equilíbrio, decência e correção, os papéis que lhes cabem para que prevaleça o compromisso com os princípios democráticos e republicanos conquistados historicamente e que devem nortear, de modo efetivo, os rumos da Nação e o respeito ao povo brasileiro. 


Conselho de Gestão e Políticas
Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais

sexta-feira, 4 de março de 2016

1ª EM - DEVER DE CASA N°3

Leia o capítulo 1 do livro “Filosofia, por uma inteligência da complexidade” de Celito Meier e responda as seguintes questões.

CAUSAS DA ORIGEM DA FILOSOFIA

Comentávamos, no tópico anterior, que tínhamos de explicar porque os gregos começaram a explicar o mundo de uma forma diferente da explicação mitológica. Em outros termos, o que tornou possível a passagem da cosmogonia à cosmologia?

Há causas para a origem da Filosofia e, agora, vamos analisar algumas delas. Perceba como cada uma delas operou uma mudança significativa no modo de pensar do homem na Antiguidade grega, permitindo a formação de coisas novas como a Filosofia, segundo Jean-Pierre Vernant.

1) Navegações: uma parte considerável da vida dos gregos relacionava-se com o mar, era de onde, por exemplo, conseguiam obter parte significativa de sua alimentação. Vivendo muito no mar, os gregos não encontraram muitos dos monstros marinhos narrados pela história oral e nem vivenciaram seres e histórias narradas por poetas. Assim, as navegações contribuíram para o que Max Weber chamou mais tarde de “desencantamento do mundo”. Fazia-se necessário um saber que explicasse os fatos ocorridos na natureza que não recorresse a histórias sobrenaturais.

2) Calendário e moeda: viver podendo pensar o tempo abstratamente e quantificando valores para realizar trocas não é algo que sempre ocorreu na história da humanidade. Quando os gregos passaram utilizar o calendário e a moeda, introduzida pelos fenícios, conseguiram abstrair valores como símbolo para as coisas, fazendo avançar a capacidade de matematizar e de representação. Tudo isso favoreceu um desenvolvimento mental muito significativo e com grande capacidade de abstração.

3) Escrita: outro fator que potencializou em grande medida o poder de abstração do homem grego foi transcrever a palavra e o pensamento com símbolos: eis o alfabeto. A escrita permite o pensamento mais aguçado sobre algo quando ficamos lendo e analisando alguma coisa, como, por exemplo, uma lei. Ao ser fixada, a lei fica exposta como um bem comum de toda a cidade, um saber que não é secreto como um saber vinculado ao exercício de um sacerdote, mas propriamente público, além de estabelecer uma nova noção na atividade jurídica, a saber, uma verdade objetiva.

4) Política: esta é a principal causa para a origem da Filosofia (e da Ética), já que, até agora, vimos somente a contribuição das técnicas para isso; porém, havia mais recursos técnicos no Oriente que na Grécia, e a Filosofia é uma invenção genuinamente grega, além do Oriente não ter se libertado dos mitos. Note que a palavra política é formada pelo termo grego pólis, cujo significado é cidade, cidade-estado, conjunto de cidadãos que vivem em um mesmo lugar e uma mesma lei. E o mais importante: são os cidadãos que faziam suas próprias leis mediante uma assembleia. Esta prática teve início com os guerreiros que, juntos, discutiam o melhor modo de vencer ao inimigo, cada um dos guerreiros tinha o direito de falar, bastando para isso ir ao centro do círculo formado na assembleia; ao final da guerra, outras assembleias eram feitas para dividir o que foi ganho. Isto é, ocorre a prática do diálogo para a decisão, dando a todos o direito de falar e a condição de serem iguais uns aos outros e à lei partilhada entre eles. Aquele que conseguir convencer a maioria de que sua proposta é a que aproxima-se mais da verdade de como vencer aos inimigos, receberá maior número de votos. Ora, é esta a prática que o filósofo adotou mais tarde: escrevendo ou discursando, tornava pública suas ideias por considerá-las verdadeiras, por pretender encontrar a harmonia perdida do debate entre opiniões divergentes. Debater, trocar opiniões, argumentar, eis a prática democrática, eis a prática filosófica. A Filosofia nasce como uma filha da pólis, como uma filha da democracia.
Eis o que Jean Pierre Vernant chamou de um “universo espiritual da pólis
[1]: trata-se de um lugar com proeminência da palavra - a palavra aberta a todos e com igualdade no seu uso era o modo de fazer política; com publicidade - separação entre questões privadas e questões públicas, estabelecendo práticas abertas e democráticas em oposição aos processos secretos; com isonomia – todos eram iguais no exercício do poder e diante das leis que criaram. Além disso, este novo universo espiritual esteve acompanhado e propiciou uma “mutação mental”[2] nos homens: agora era possível explicar o mundo abstratamente excluindo o sobrenatural.
Este novo “universo espiritual da polis” foi determinante para a origem da Filosofia. O que falta sabermos, agora, é porque só algumas pessoas tornaram-se filósofos, e não todas.


[1] VERNANT, Jean-Pierre. As Origens do Pensamento Grego. Tradução de Ísis Borges B. da Fonseca, Rio de Janeiro, 11° edição, 2000, p. 41.
[2] ______. Mito e pensamento entre os gregos: estudos de Psicologia Histórica, p. 453.


EXERCÍCIOS

1 – Como as navegações contribuíram com uma mudança no modo de pensar dos homens da Antiguidade Grega?

2 – Como a moeda e o calendário contribuíram com uma mudança no modo de pensar dos homens da Antiguidade Grega?

3 – Por que a política é a principal causa para a origem da Filosofia na Antiguidade Grega? Responda citando também a importância dos guerreiros e sua prática democrática.

4 – O que Jean-Pierre Vernant entende por um novo “universo espiritual da pólis”?

5 – As navegações, o calendário e a moeda, a escrita e a política contribuíram com a mudança no modo de pensar dos homens na Antiguidade Grega. Você considera que, hoje, a informática, com a virtualidade, pode está mudando o nosso modo de pensar? Explique.

Fonte: Professor Ms. Humberto Zanardo Petrelli. (http://www.consciencia.org/)

domingo, 28 de fevereiro de 2016

2ª SÉRIE EM - DEVER DE CASA N° 2 – FEVEREIRO

COLÉGIO MAGNUM AGOSTINIANO
UNIDADE CIDADE NOVA - BELO HORIZONTE - MG
2ª SÉRIE DO ENSINO MÉDIO
DISCIPLINA: FILOSOFIA
ATIVIDADE: DEVER DE CASA - N°2 - MÊS DE REFERÊNCIA: FEVEREIRO

Leia o livro “Filosofia, por uma inteligência da complexidade” de Celito Meier, p. 219-235 e responda as seguintes questões.
QUESTÃO 1- Explique o que foi o Maniqueísmo.
QUESTÃO 2- Defina o que é a teoria do determinismo.
QUESTÃO 3- Diferencie determinismo de livre-arbítrio.


domingo, 21 de fevereiro de 2016

DEVER DE CASA - N°2 - FEVEREIRO - 2ª SÉRIE ENSINO MÉDIO

COLÉGIO MAGNUM AGOSTINIANO
UNIDADE CIDADE NOVA - BELO HORIZONTE - MG
ANO: 2ª SÉRIE - ENSINO MÉDIO
DISCIPLINA: FILOSOFIA
PROF. LEONARDO OLIVEIRA DE VASCONCELOS
ATIVIDADE: DEVER DE CASA N°2 - MÊS DE REFERÊNCIA: FEVEREIRO

Leia o livro “Filosofia, por uma inteligência da complexidade” de Celito Meier, p. 219-235 e responda as seguintes questões.

QUESTÃO 1- Explique o que foi o Maniqueísmo.

QUESTÃO 2- Defina o que é a teoria do determinismo.

QUESTÃO 3- Diferencie determinismo de livre-arbítrio.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Educação e Saúde: curso de Zika vírus para a Escola

sábado, 6 de fevereiro de 2016

DEVER DE CASA - N°1 - 3ª SÉRIE EM

COLÉGIO MAGNUM AGOSTINIANO
UNIDADE CIDADE NOVA - BELO HORIZONTE - MG
3ª SÉRIE - ENSINO MÉDIO
DISCIPLINA: FILOSOFIA
PROF. LEONARDO OLIVEIRA DE VASCONCELOS
ATIVIDADE: DEVER DE CASA - N°1 - MÊS DE REFERÊNCIA: FEVEREIRO

DEVER DE CASA - 3ª SÉRIE EM

QUESTÃO 1- Leia o trecho abaixo e responda.

"Foi, com efeito, pela admiração que os homens, assim hoje como no começo, foram levados a filosofar, sendo primeiramente abalados pelas dificuldades mais óbvias, e progredindo em seguida pouco a pouco até resolverem problemas maiores: por exemplo, as mudanças da Lua, as do Sol e dos astros e a gênese do Universo. Ora, quem duvida e se admira julga ignorar."
                                                                   
                                                                                                                   Aristóteles, Metafísica.

A partir da análise do texto, redija um parágrafo mostrando como a interrogação e a crítica caracterizam a atitude filosófica.

QUESTÃO 2- Leia o texto a seguir.

"A filosofia vai encontrar-se, pois, ao nascer, numa posição ambígua: em seus métodos, em sua inspiração, aparentar-se-á ao mesmo tempo às iniciações dos mistérios e às controvérsias da ágora; flutuará entre o espírito de segredo próprio das seitas e a publicidade do debate contraditório que caracteriza a atividade política."

                                                               Jean-Pierre Vernant, As Origens do Pensamento Grego.

Explique e comente a ideia central dessa passagem, com base nos seguintes tópicos:

a) o ideal de sabedoria mítico-religiosa que remete a uma verdade transcendente; e

b) a reflexão sobre critérios racionais relativos à vida individual e coletiva.

QUESTÃO 3- A filosofia surgiu na Grécia com um grupo denominado “pré-socráticos”. As primeiras reflexões filosóficas basearam-se, de modo mais efetivo, na razão e não mais na mitologia.

Explique o sentido da frase heraclitiana:

"Tudo flui (panta rei), nada persiste, nem permanece o mesmo".

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

DEVER DE CASA - N°1 - FEVEREIRO - 2ª SÉRIE ENSINO MÉDIO

COLÉGIO MAGNUM AGOSTINIANO
UNIDADE CIDADE NOVA - BELO HORIZONTE - MG
DISCIPLINA: FILOSOFIA
PROF. LEONARDO OLIVEIRA DE VASCONCELOS
ANO: 2ª SÉRIE - ENSINO MÉDIO
DEVER DE CASA (N°1 - MÊS DE REFERÊNCIA: FEVEREIRO)

Leia o nosso livro, pag. 219-235 e responda:

QUESTÃO 1. Que motivos levaram os pregadores cristãos a retomar a filosofia grega?
QUESTÃO 2. O que caracterizava os primeiros pensadores da patrística e por que esse período recebeu esse nome?
QUESTÃO 3. O que caracterizou a filosofia medieval ou cristã?
QUESTÃO 4. Por que o evangelho de São João despertou interesse nos filósofos?
QUESTÃO 5. Quem eram os apologistas (ou apologetas) e o que os motivava?
QUESTÃO 6. Pesquise e responda: o que caracterizava o gnosticismo?

DEVER DE CASA - N°1 - FEVEREIRO - 1ª SÉRIE ENSINO MÉDIO

COLÉGIO MAGNUM AGOSTINIANO
UNIDADE CIDADE NOVA - BELO HORIZONTE - MG
DISCIPLINA: FILOSOFIA
PROF. LEONARDO OLIVEIRA DE VASCONCELOS
ANO: 1ª SÉRIE - ENSINO MÉDIO
DEVER DE CASA (N°1 - MÊS REFERÊNCIA: FEVEREIRO)

QUESTÃO 1. (PROBLEMATIZANDO) O retorno da Filosofia às escolas sinaliza para novos tempos, para um novo saber, uma nova atitude. Como você avalia a importância e a necessidade da Filosofia na escola e no cotidiano de nossas vidas?

Texto: “Aprender a duvidar”

        Tudo se submeterá ao exame da criança [e dos jovens] e nada se lhe enfiará na cabeça por simples autoridade e crédito. Quem nenhum princípio, de Aristóteles, dos estoicos ou dos epicuristas, seja seu princípio. Apresentem-se-lhes todos em sua diversidade e que ele escolha se puder. E se não o puder fique na dúvida, pois só os loucos têm certeza absoluta de sua opinião.
        “Não menos que saber, duvidar me apraz,” afirma Dante [...] A verdade e a razão são comuns a todos e não pertencem mais a quem as diz primeiro do que ao que as diz depois. Não é mais segundo Platão, do que segundo eu mesmo, que tal coisa se enuncia, desde que a compreendamos. [...] O proveito de nosso estudo está em nos tornarmos melhores e mais avisados. É a inteligência que vê e ouve; é a inteligência que tudo aproveita, tudo dispõe, age, domina e reina. Tudo o mais é cego, surdo e sem alma. Certamente tornaremos a criança servil e tímida se não lhe dermos a oportunidade de fazer algo por si. [...] Saber de cor não é saber: é conservar o que se entregou à memória para guardar. Do que sabemos efetivamente, dispomos sem olhar para o modelo, sem voltar os olhos para o livro. Triste ciência a ciência puramente livresca. Que sirva de ornamento, mas não de fundamento, como pensa Platão, o qual afirma que a firmeza, a boa-fé, a sinceridade são a verdadeira filosofia. [...]
        Que a consciência e a virtude brilhem em, suas palavras e que só a razão tenha por guia. Elas lhe ensinarão a compreender que confessar o erro que descobriu em seu raciocínio, mesmo que ninguém o percebe, é prova de discernimento e sinceridade, qualidades principais a que se deve aspirar. Teimar e contestar obstinadamente são defeitos peculiares às almas vulgares, ao passo que voltar atrás, corrigir-se, abandonar sua opinião errada no ardor da discussão, são qualidades raras, das almas fortes e dos espíritos filosóficos. [...]
        Posto que a filosofia é a ciência que nos ensina a viver e que a infância como as outras idades dela podem tirar proveito, por que motivo não lha comunicaremos? [...] Buscai nela, Jovens e velhos, um objetivo para o vosso espírito; um alimento (sentido e esperança) para quando estiveres ancião. “Por moço que seja, que ninguém se recuse a praticar a filosofia, e que os velhos não se cansem dela”. Quem procede de outro modo parece dizer que ainda não é tempo de viver feliz, ou que já o não é. [...]
        Para nosso jovem, em toda parte estudará filosofia, que será sua principal matéria de estudo; como formadora da inteligência e dos costumes, tem o privilégio de se misturar a tudo. [...] Só a filosofia, na parte em que trata do homem, seus deveres e obrigações não deveria ser recusada nem nos festins nem nos jogos como assunto de conversação. E essa é a opinião de muitos sábios. [...]
       “Graças a Deus”, diz alguém em Platão, “filosofar não é nem muito aprender nem tratar das artes”, “foi muito mais nos costumes do que nos escritos que os filósofos aprenderam a maior de todas as artes: a de bem viver”, diz Cícero.

MONTAIGNE, Michel de. Ensaios. Livro I. Cap. XXVI. Tradução de. Sérgio Milliet. São Paulo: Novas cultural ,1991. P. 75-83 (Os pensadores). (Fragmento)


QUESTÃO 2. (QUESTÕES PARA PRODUÇÃO DE TEXTO)

Leia o fragmento a seguir.

“Tudo se submeterá ao exame da criança [e dos jovens] e nada se lhe enfiará na cabeça por simples autoridade e crédito. Quem nenhum princípio, de Aristóteles, dos estoicos ou dos epicuristas, seja seu princípio. Apresentem-se-lhes todos em sua diversidade e que ele escolha se puder. E se não o puder fique na dúvida, pois só os loucos têm certeza absoluta de sua opinião.”

                                                                      MONTAIGNE, Michel de. Ensaios. Livro I. Cap. XXVI.

Com base nesse fragmento e em outras informações sobre o texto de Montaigne, explique a nova inteligência que a filosofia se propõe a construir.

       Texto: O que é Filosofia?
       
       [...] Pedimos somente um pouco de ordem para nos proteger do caos. Nada é mais doloroso, mais angustiante do que um pensamento que escapa a si mesmo, ideias que fogem, que desaparecem apenas esboçadas, já corroídas pelo esquecimento ou precipitadas em outras, que também não dominamos. [...] É o instante que não sabemos se é longo demais ou curto demais para o tempo. E por isso que queremos tanto agarrarmo-nos a opiniões prontas... como um "guarda-sol" que nos protege do caos [...]
       Mas a arte, a ciência e a filosofia exigem mais: traçam planos sobre o caos. Essas três disciplinas não são como as religiões, que invocam dinastias de deuses, ou a epifania (manifestação) de um Deus único, para pintar sobre o guarda-sol um firmamento, como as figuras de uma Urdoxa (crença originária, certeza da crença) de onde derivariam nossas opiniões. A filosofia, a ciência e a arte querem que rasguemos o firmamento e que mergulhemos no caos. Só o venceremos a este preço.

                                                             DELEUZE, Gilles; GUATTARI, Félix. O que é a Filosofia?  
                                                                   34.ed. Rio de Janeiro, 1992. p.259-261. (Fragmento)


QUESTÃO 3. (QUESTÕES PARA PRODUÇÃO DE TEXTO)

Após a leitura do texto de Deleuze e Guattari: “O que é Filosofia?”, justifique a afirmativa que segue:

“A filosofia, a ciência e a arte querem que rasguemos o firmamento e mergulhe-mos no caos. Só o venceremos a este preço”.

sábado, 24 de outubro de 2015

QUESTÕES DE FILOSOFIA ENEM 2015 E GABARITO ENEM 2015 - PROVA DE CIÊNCIAS HUMANAS E CIÊNCIAS DA NATUREZA 1° DIA - CADERNOS BRANCO, AZUL, AMARELO E ROSA

A prova do Enem 2015 surpreendeu pela quantidade de questões marcadamente filosóficas. São oito, que abaixo estão relacionadas de acordo com a prova amarela.
1- Questão 05
Ninguém nasce mulher: torna-se mulher. Nenhum destino biológico, psíquico, econômico define a forma que a fêmea humana assume no seio da sociedade; é o conjunto da civilização que elabora esse produto intermediário entre o macho e o castrado que qualificam o feminino.
Beaouvoir, S. O segundo sexo. Riode Janeiro: Nova Fronteira, 1980.
Na década de 1960, a proposição de Simone de Beaouvoir contribuiu para estruturar um movimento social que teve como marca o(a):
a) ação do Poder Judiciário para criminalizar a violência sexual.
b) pressão do Pode Legislativo para impedir a dupla jornada de trabalho.
c) organização de protestos públicos para garantir a igualdade de gênero.
d) oposição de grupos religiosos para impedir os casamentos homoafetivos.
e) estabelecimento de políticas governamentais para promover ações afirmativas.
Na área da disciplina filosofia, esta questão envolve os seguintes eixos temáticos, dentre outros:
Existencialismo;
Filosofia política;
Ética e moral;
Natureza e cultura;
Relações de gênero.
A resposta correta é a letra C. Simone de Beouvoir foi ativista feminina e escritora. Preocupou-se sobretudo em desnaturalizar o conceito de "feminino", mostrando tratar-se de uma construção social num contexto de dominação do gênero masculino. E por isso, suas ideias influenciaram as lutas feministas que exigia e exige direitos iguais entre homens e mulheres.
2- Questão 11
A filosofia grega parece começar com uma ideia absurda, com a proposição: a água é a origem e a matriz de todas as coisas. Será mesmo necessário deter-nos e levá-la a sério? Sim, e por três razões: em primeiro lugar, porque essa proposição anuncia algo sobre a origem das coisas; em segundo lugar, porque o faz sem imagem e fabulação; e enfim, em terceiro lugar, porque nela, embora apenas em estado de crisálida, está contido o pensamento: Tudo é um.
 NIETZSCHE, F. Crítica moderna. In: Os pré-socráticos. São Paulo: Nova Cultural, 1999.
O que, de acordo com Nietzsche, caracteriza o surgimento da filosofia entre os gregos?
a) O impulso para transformar, mediante justificativas, os elementos sensíveis em verdades racionais.
b) O desejo de explicar, usando metáforas, a origem dos seres e das coisas.
c) A necessidade de buscar, de forma racional, a causa primeira das coisas existentes.
d) A ambição de expor, de maneira metódica, as diferenças entre as coisas.
e) A tentativa de justificar, a partir de elementos empíricos, o que existe no real.
A questão trabalho os seguintes temas relacionados à filosfia, dentre outros:
História da filosofia pré-socrática;
Origem da filosofia;
Filosofia X mito.
A alternativa correta é a letra C. Nietzsche refere-se a um grupo de filósofos pré-socráticos chamados de filósofos da natureza, naturalistas, ou filósofos da phýsis. Esses buscavam a realidade primeira fundamental numa perspectiva cosmológica. Nietzsche valoriza os pré-socráticos por investigarem o real de forma racional, sem "imagem e fabulação" próprias da mitologia.
3- Questão 20
A natureza fez os homens tão iguais, quanto às faculdades do corpo e do espírito, que, embora por vezes se encontre um homem manifestadamente mais forte de corpo, ou de espírito mais vivo do que outro, mesmo assim, quando se considera tudo isto em conjunto, a diferença entre um e outro homem não é suficientemente considerável para que um deles possa com base nela reclamar algum benefício a que outro não possa igualmente aspirar.
HOBBES. T. Leviatã. São Paulo: Martins Fontes, 2003.
Para Hobbes, antes da constituição da sociedade civil, quando dois homens desejavam o mesmo objeto, eles
a) entravam em conflito.
b) recorriam aos clérigos.
c) consultavam os anciãos.
d) apelavam aos governantes.
e) exerciam a solidariedade.
Esta questão trabalha o tema Filsofia política.
A alternativa correta é a letra A. Em sua filosofia, Thomas Hobbes sustentou uma concepção pessimista de ser humano. Em estado de natureza, o homem se revela uma índole egoista, inclinado ao conflito. O filósofo afirma que antes da constituição da sociedade civil dominava o estado de guerra de todos contra todos.
4- Questão 23
O que implica o sistema da pólis é uma extraordinária preeminência da palavra sobre todos os outros instrumentos do poder. A palavra constitui o debate contraditório, a discussão, a argumentação e a polêmica. Torna-se a regra do jogo intelectual, assim como do jogo político.
VERNANT, J.P. As origens do pensamento grego. Rio de Janeiro: Bertrand, 1992 (adaptado).
Na configuração política da democracia grega, em especial a ateniense, a ágora tinha por função
a) agregar os cidadãos em torno de reis que governavam em prol da cidade.
b) permitir aos homens livres o acesso às decisões do Estado expostas por seus magistrados.
c) constituir o lugar onde o corpo de cidadãos se reunia para deliberar sobre as questões da comunidade.
d) reunir os exércitos para decidir em assembleias fechadas os rumos a serem tomados em caso de guerra.
e) congregar a comunidade para eleger representantes com direito a pronunciar-se em assembleias.
Esta questão envolve conhecimentos de filosofia grega, política, democracia ateniense, constituição da pólis, etc.
A resposta correta é a altenativa C. Para os gregos, a ágora era a praça central dapólis, na qual se reuniam os cidadãos. Atenas passava por um período democrático e naEclésia (assembleia dos cidadãos) os cidadãos se reuniam para decidir sobre os assuntos de interesse público, que configurava a prática de uma democracia direta.
5- Questão 29
Ora, em todas as coisas ordenadas a algum fim, é preciso haver algum dirigente, pelo qual se atinja diretamente o devido fim. Com efeito, um navio, que se move para diversos lados pelo impulso dos ventos contrários, não chegaria ao fim do destino, se por indústria do piloto não fosse dirigido ao porto; ora, tem o homem um fim, para o qual se ordenam toda a sua vida e ação. Acontece, porém, agirem os homens de modos diversos em vista do fim, o que a própria diversidade dos esforços e ações humanas comprova. Portanto, precisa o homem de um dirigente para o fim.
AQUINO. T. Do reino ou do governo dos homens: ao rei do Chipre. Escritos políticos de Santo Tomás de Aquino. Petrópolis: Vozes, 1995 (adaptado).
No trecho citado, Tomás de Aquino justifica a monarquia como o regime de governo capaz de
a) refrear os movimentos religiosos contestatórios.
b) promover a atuação da sociedade civil na vida política.
c) unir a sociedade tendo em vista a realização do bem comum.
d) reformar a religião por meio do retorno à tradição helenística.
e) dissociar a relação política entre os poderes temporal e espiritual.
Esta questão aborda a filosofia medieval, especialmente das ideias da escolástica.
A alternativa correta é a letra C. Tomás de Aquino é um teólogo-filósofo da Idade Média. Seu objetivo é justificar a autoridade dos reis, pois esta era a forma de governo predominante na Europa medieval, sendo - ao menos em tese -, direcionada a realização do bem comum.
6- Questão 34
Trasímaco estava impaciente porque Sócrates e os seus amigos presumiam que a justiça era algo real e importante. Trasímaco negava isso. Em seu entender, as pessoas acreditavam no certo e no errado apenas por terem sido ensinadas a obedecer às regras da sua sociedade. No entanto, essas regras não passavam de invenções humanas.
RACHELS, J. Problemas da filosofia. Lisboa: Gradva, 2009.
O sofista Trasímaco, personagem imortalizado no diálogo A República, de Platão, sustentava que a correlação entre justiça e ética é resultado de
a) determinações biológicas impregnadas na natureza humana.
b) verdades objetivas com fundamento anterior aos interesses sociais.
c) mandamentos divinos inquestionáveis legados das tradições antigas.
d) convenções sociais resultantes de interesses humanos contingentes.
e) sentimentos experimentados diante de determinadas atitudes humanas.
A questão trabalha assuntos relacionados à política grega, às ideias dos sofistas, à ética, etc.
A alternativa correta é a letra D. O sofista Trasímaco entendia que a justiça não era mais do que a conveniência do mais forte, ou seja, de acordo com os seus interesses. De fato, Sócrates fazia oposição aos sofistas justamente por causa desse relativismo.
7- Questão 37
Todo o poder criativo da mente se reduz a nada mais do que a faculdade de compor, transpor, aumentar ou diminuir os materiais que nos fornecem os sentidos e a experiência. Quando pensamos em uma montanha de ouro, não fazemos mais do que juntar duas ideias consistentes, ouro e a montanha, que já conhecíamos. Podemos conceber um cavalo virtuoso, porque somos capazes de conceber a virtude a partir de nossos próprios sentimentos, e podemos unir a isso a figura e a forma de um cavalo, animal que nos é familiar.
HUME. D. Investigação sobre o entendimento humano. São Paulo: Abril Cultural, 1995.
Hume estabelece um vínculo entre pensamento e impressão ao considerar que
a) os conteúdos das ideias no intelecto tem origem na sensação.
b) o espírito é capaz de classificar os dados da percepção sensível.
c) as ideias fracas resultam de experiências sensoriais determinadas pelo acaso.
d) os sentimentos ordenam como os pensamentos devem ser processados na memória.
e) as ideias têm como fonte específica o sentimento cujos dados são colhidos na empíria.
A questão envolve filosofia moderna, o Empirismo, teoria do conhecimento, etc.
A resposta correta é a alternativa E. Para Hume, as ideias e impressões são nossos conteúdos mentais. As impressões resultam diretamente da experiência imediata; e as ideias são as cópias fracas e desbotadas das impressões. Para o filósofo o acaso, não passando de um efeito aparente de uma causa desconhecida e oculta.
8- Questão 40
Apesar de seu disfarce de iniciativa e otimismo, o homem moderno está esmagado por um profundo sentimento de impotência que o faz olhar fixamente e, como que paralisado, para as catástrofes que se avizinham. Por isso, desde já, salienta-se a necessidade de uma permanente atitude crítica, o único modo pelo qual o homem realizará sua vocação natural de integrar-se, superando a atitude do simples ajustamento ou acomodação, aprendendo temas e tarefas de sua época.
FREIRE. P. Educação como prática da liberdade. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2011.
Paulo Freire defende que a superação das dificuldades e a apreensão da realidade atual será obtida pelo(a)
a) desenvolvimento do pensamento autônomo.
b) obtenção de qualificação profissional.
c) resgate de valores tradicionais.
d) realização de desejos pessoais.
e) aumento da renda familiar.
Temas relacionados à filosofia contemporânea são trabalhados nesta questão. Dentre eles, a crise da razão, a subjetividade e os desafios da atualidade.
A alternativa correta é a letra A. O enunciado da questão nos remete à necessidade de um pensamento autônomo capaz de permitir que o ser humano possa, por autocrítica, superar os problemas existentes em sua época e alcançar de fato a liberdade.       

Fonte: http://professorpina.com/questoes-filosofia-enem-2015.asp


O Curso Descomplica publicou neste sábado, 24 de Outubro, uma prévia do Gabarito do ENEM 2015 das Provas de Ciências Humanas e Ciências da Natureza, do primeiro dia, cadernos branco, azul, amarelo e rosa, lembrando que os gabaritos não são os oficiais, portanto, podem ocorrer erros, confira abaixo:







FONTE: http://www.descomplica.com.br

ENEM 2015 - PROVA DE CIÊNCIAS HUMANAS - CADERNO ROSA

ENEM 2015 - PROVA DE CIÊNCIAS HUMANAS - CADERNO ROSA
         
        Sábado dia 24 de Outubro, ocorreu em todos os Estados do Brasil o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), em sua versão ENEM 2015, que contou com 7.746.057 candidatos inscritos de acordo com o site do INEP, o primeiro dia do exame foram as provas de Ciências Humanas e Ciências da Natureza e Suas Tecnologias, total de 90 questões, ou seja, 45 questões cada prova. O portal G1 publicou nesta noite imagens da Prova de Ciências Humanas, do caderno rosa, confira abaixo:






Fonte: http://g1.globo.com/educacao/enem/2015/noticia/2015/10/enem-2015-prova-rosa-sabado.html

Pensamentos

"Conhece a ti mesmo." Sócrates --"A linguagem é a morada do Ser." Heráclito -- "O homem é a medida de todas as coisas." Protágoras -- " Penso, logo existo. " René Descartes -- " O Mundo é minha representação sobre ele. " Artur Schopenhauer -- " Ai ai, o tempo dos pensadores parece ter passado! " Soren Kierkaard -- "Sobre aquilo que não pode ser dito deve se calar.” Ludwig Wittgenstein -- "O Ser é um horizonte de possibilidades." Martin Heidegger -- "A essência precede a existência." Jean Paul Sartre -- " A esperança floresce senão sobre o solo do desespero. " Gabriel Marcel "A razão e a sabedori falam. O Erro e a ignorância gritam." Sto. Agostinho "A melhor lição é o exemplo." Sto. Agostinho