terça-feira, 20 de dezembro de 2011

FESTA DE NATAL COM A BANDA TEACHER'S

COLÉGIO MAGNUM AGOSTINIANO
UNIDADE CIDADE NOVA - BELO HORIZONTE - MINAS GERAIS
HOMENAGEM FEITA À BANDA TEACHER'S

Confira os talentos da nossa festa de Natal que foi um sucesso!

COLÉGIO MAGNUM AGOSTINIANO

UNIDADE CIDADE NOVA - BELO HORIZONTE - MINAS GERAIS
3ª SÉRIE EM - ÁREA DE CIÊNCIAS HUMANAS E SUAS TECNOLOGIAS
DISCIPLINA: FILOSOFIA - APROFUNDAMENTO 2ª ETAPA UFmG
PROF. LEONARDO OLIVEIRA DE VASCONCELOS

TEXTO:
DESCARTES, Réné. Meditações (Meditação Primeira e Meditação Segunda). In: Col. Os Pensadores.  Trad. de J. Guinsburg e Bento Prado Júnior. São Paulo: Editora Abril Cultural, 1983.

RESPONDA ÀS QUESTÕES PROPOSTAS
Meditação primeira: Das coisas que se podem colocar em dúvida
QUESTÃO 01. Qual o objetivo de Descartes ao formular os argumentos céticos?
QUESTÃO 02. Como se pode caracterizar a posição cética que Descartes adota?
QUESTÃO 03 Qual o papel do Deus enganador na argumentação de Descartes?

Meditação segunda: O argumento do cogito
QUESTÃO 04. O que significa "ceticismo sobre o mundo exterior"?
QUESTÃO 05. Em que sentido o argumento do cogito consiste em uma refutação do ceticismo?
QUESTÃO 06. como se pode entender o subjetivismo de Descartes?

domingo, 18 de dezembro de 2011

COLÉGIO MAGNUM AGOSTINIANO
UNIDADE CIDADE NOVA - BELO HORIZONTE - MINAS GERAIS
3ª SÉRIE EM - ÁREA DE CIÊNCIAS HUMANAS E SUAS TECNOLOGIAS
DISCIPLINA: FILOSOFIA - APROFUNDAMENTO 2ª ETAPA UFmG
PROF. LEONARDO OLIVEIRA DE VASCONCELOS

Prezados(as) alunos(as),
segue abaixo os vídeos citados em sala de aula

FILOSOFIA - UM GUIA PARA A FELICIDADE (A GUIDE TO HAPPINESS), ALAIN DE BOTTON, baseado na obra AS CONSOLAÇÕES DA FILOSOFIA Edit. Rocco 287 pgs.

EPICURO E A FELICIDADE (PARTE 1 A 3)

PARTE 1


PARTE 2

PARTE 3


terça-feira, 13 de dezembro de 2011

COLÉGIO MAGNUM AGOSTINIANO
UNIDADE CIDADE NOVA - BELO HORIZONTE - MINAS GERAIS
3ª SÉRIE EM - ÁREA DE CIÊNCIAS HUMANAS E SUAS TECNOLOGIAS
DISCIPLINA: FILOSOFIA - APROFUNDAMENTO 2ª ETAPA UFmG
PROF. LEONARDO OLIVEIRA DE VASCONCELOS


DATA DE ENTREGA: 14/12/2011
QUESTÃO 01. Leia o texto abaixo.

“...Que ninguém hesite em se dedicar à filosofia enquanto jovem, nem se canse de fazê-lo depois de velho, porque ninguém jamais é demasiado jovem ou demasiado velho para alcançar a saúde do espírito. Quem afirma que a hora de dedicar-se à filosofia ainda não chegou, ou que ela já passou, é como se dissesse que ainda não chegou ou que já passou a hora de ser feliz."

EPICURO. Carta sobre a Felicidade (a Meneceu). Trad. Álvaro Lorencini e Enzo del Carratore. São Paulo: Editora da Unesp, 2002.

Com base nas ideias de Epicuro e em outras informações a respeito, REDIJA um texto, explicando a relação entre Filosofia e a Felicidade. (15 a 20 linhas -  redigir e entregar na folha de redação).

QUESTÃO 02. Leia atentamente o trecho abaixo.


Ainda de acordo com as ideias da Carta sobre a FelicidadeEXPLIQUE o que Epicuro entende por "saúde da alma" (higiene do espírito) para se chegar à Eudaimonia (10 a 15 linhas - redigir e entregar na folha de redação).

Gnosis seauton,
Prof. Leo

"Pratica e cultiva então aqueles ensinamentos que sempre te transmiti, na certeza de que eles constituem os elementos fundamentais para uma vida feliz. [...]"

EPICURO. Carta sobre a Felicidade (a Meneceu). Trad. Álvaro Lorencini e Enzo del Carratore. São Paulo: Editora da Unesp, 2002.

domingo, 11 de dezembro de 2011

O Brasil precisa de menos sociólogos e filósofos e de mais engenheiros que se expressem com clareza???

PROJETO EMC - VILLA DOS DONS - ESPAÇO MULTIFUNCINAL
BELO HORIZONTE - MINAS GERAIS
ÁREA: HUMANAS - PREPARAÇÃO PARA 2ª ETAPA DO VESTIBULAR UFmG 2012
DISCIPLINA: FILOSOFIA
PROF. LEONARDO OLIVEIRA DE VASCONCELOS
ATIVIDADE PARA DIA 12/12/2011

TEXTO:
ARENDT, Hannah. A Crise na Educação. In: Entre o Passado e o Futuro. Trad. Mauro W. Barbosa. São Paulo: Editora Perspectiva, 2000, pp. 221-247.

QUESTÃO 04. De acordo com as ideias de Hannah Arendt em A Crise na Educação, REDIJA um texto, caracterizando os principais sintomas da crise na educação. (15 a 20 linhas)

QUESTÃO 05. Ainda de acordo com as ideias de Hannah Arendt, EXPLIQUE porquê a crise na educação americana não é um problema local, mas sim um reflexo da crise na educação global? (10 a 15 linhas).
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OPINIÃO - REVISTA VEJA 27/09/2011



O Brasil precisa de menos sociólogos e filósofos e de mais engenheiros que se expressem com clareza
por Reinaldo Azevedo


Fiz uma crítica severa à proposta de redução das aulas de língua portuguesa e matemática no ensino médio público de São Paulo em benefício das aulas de sociologia, por exemplo. A idéia de jerico é do secretário de educação, Herman Voorwald. Nessas horas, alguns bobinhos costumam dizer: “Ah, mas que mal há em debater o assunto?!” Sem essa de que tudo nesta vida é “debatível”! Algumas idéias são estúpidas “ab ovo”, como diria o meu antigo professor de latim — desde a origem. Ninguém precisa se jogar num buraco de três metros de profundidade para saber se machuca… Machuca!  O puro empirismo é a religião dos cretinos.
Mais: a tese vem embalada naquele esquerdismo preguiçoso que toma conta da educação brasileira, em qualquer nível, pouco importa o partido que esteja no poder —  com os petistas é sempre pior porque até uma dose de Gold Label que acabou de sair do freezer, acompanhada de um pedacinho de chocolate amargo (não é para se empanturrar…), é pior com eles do lado… Se os encontrarmos no céu um dia, o que é pouco provável, o céu já terá ido para o diabo… Mas volto.
Uma das misérias das nossas esquerdas é a ignorância específica, até em sua própria área de atuação. Nas “Teses sobre Feuerbach”, num de seus rasgos de obscurantismo, Marx afirmou que os filósofos, até então, haviam se dedicado a pensar o mundo; era chegada a hora de transformá-lo. A história do marxismo e dos regimes marxistas indica que aquela não era uma boa divisa. Serviu para justificar o obscurantismo da ação, desde que “revolucionária”.
Mas o matemático Marx, ora vejam!, era um homem que apostava, a seu modo, no avanço. Nunca chamou, por exemplo, o capitalismo de reacionário. Ao contrário: o sistema seria o progresso necessário a partir do qual se construiria o socialismo. Se alguém lhe dissesse que uma escola estava pensando em trocar aulas de matemática por aulas de filosofia (não dá pra falar em “sociologia” no século 19 nos termos de hoje), ele certamente se levantaria da cadeira, faria uma careta por causa dos furúnculos purulentos, e daria um pé no traseiro do infeliz.
Ele certamente diria que o mundo precisava mais de engenheiros que o transformassem do que de filósofos que o pensassem — e isso faria todo sentido, se querem saber. Idéia idêntica repetiu no livro “A Ideologia Alemã”, quando manga dos alemães na sua disputa com a França pela região da Alsácia-Lorena. Diz que os alemães, quando no domínio da região, se preocuparam menos em colonizá-la, que seria o certo, do que em espalhar a sua filosofia, que era a opção mais tola.
Os nossos esquerdistas poderiam ao menos ser marxistas, né? Embora estivessem abraçados a um erro essencial, seria ao menos um erro qualificado. Mas não! O seu horizonte máximo é essa escória petralha, que faz do proselitismo ignorante uma profissão de fé.
Acreditem! O Brasil tem uma inflação de sociólogos, filósofos, pedagogos e demagogos. O Brasil precisa de mais engenheiros, que saibam se expressar com clareza. O Brasil precisa de mais português e de mais matemática. E o secretário Herman Voorwald precisa de juízo.
Que o governador Geraldo Alckmin ponha fim a essa patuscada corporativista e obscurantista.
Por Reinaldo Azevedo

FONTE: http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/o-brasil-precisa-de-menos-sociologos-e-filosofos-e-demais-engenheiros-que-se-expressem-com-clareza/

Nosso pequeno comentário: 

Infelizmente a crítica de Reinaldo Azevedo mantém uma visão pedagógica primitiva - educação para a profissionalização - e de evolução do Capitalismo da época da Revolução Industrial, ao defender uma educação que vise apenas à formação profissional que se baseia em aprender o básico: Português e Matemática, diminuindo o contato com todas as demais áreas do conhecimento como História, Geografia, Filosofia e Sociologia. Defendemos aqui que suas críticas sobre a Filosofia de Karl Marx é superficial e que sua visão marxista é marxista, ou seja, Reinaldo Azevedo não tem uma leitura própria das obras de Marx. 

sábado, 3 de dezembro de 2011

ÁREA: HUMANAS - PREPARAÇÃO PARA VESTIBULAR 2ª ETAPA DA UFMG 2012 - PROVA DE FILOSOFIA

PROJETO EMC - VILLA DOS DONS - ESPAÇO MULTIFUNCINAL
BELO HORIZONTE - MINAS GERAIS
ÁREA: HUMANAS - PREPARAÇÃO PARA 2ª ETAPA DO VESTIBULAR UFmG 2012
DISCIPLINA: FILOSOFIA
PROF. LEONARDO OLIVEIRA DE VASCONCELOS

RESPONDA ÀS QUESTÕES ABAIXO, EM FOLHA SEPARADA PARA ENTREGAR.
DATA DE ENTREGA: 05 / 12 / 2011 (SEGUNDA-FEIRA)

TEXTO:
ARENDT, Hannah. A Crise na Educação. In: Entre o Passado e o Futuro. Trad. Mauro W. Barbosa. São Paulo: Editora Perspectiva, 2000, pp. 221-247.
  QUESTÃO 01. Leia atentamente o trecho a seguir:

            (...) se compararmos essa crise na educação com as experiências políticas de outros países no  
             século XX, com a agitação revolucionária que se sucedeu à Primeira Guerra Mundial, com os
             campos de concentração e de extermínio, ou mesmo com o profundo mal-estar que, não
             obstante as aparências contrárias de propriedade, se espalhou por toda a Europa a partir do
             término da Segunda Guerra Mundial, é um tanto difícil dar a uma crise na educação a
             seriedade devida.

                                                 ARENDT, Hannah. A crise na educação. Entre o passado e o futuro
                                                       São Paulo: Perspectiva, 1972, p. 222.

Com base nas ideias expostas no trecho, REDIJA um texto, explicando as origens da crise na
educação. (Mínimo de 15 e máximo de 20 linhas) 

QUESTÃO 02. Leia a frase

        Para a América o fator determinante sempre foi o lema impresso em toda nota de dólar - 
             Novus Ordo Seclorum, Uma Nova Ordem do Mundo.
                                                   ARENDT, Hannah. A crise na educação. Entre o passado e o futuro.
                                                        São Paulo: Perspectiva, 1972, p. 224.

Com base nas ideias expostas no trecho e no pensamento de Hannah Arendt, REDIJA um texto,

Vita brevis,
tempus fugit.

Prof. Leonardo
explicando o porquê que a crise na educação é de ordem mundial e não de um determinado
país (Mínimo de 15 e máximo de 20 linhas).

QUESTÃO 03. Com base nas ideias do texto A crise na educação de Hannah Arendt, APONTE
abaixo duas consequências do pragmatismo americano para a crise da educação Americana.

1ª CONSEQUÊNCIA:

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2ª CONSEQUÊNCIA:

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Pensamentos

"Conhece a ti mesmo." Sócrates --"A linguagem é a morada do Ser." Heráclito -- "O homem é a medida de todas as coisas." Protágoras -- " Penso, logo existo. " René Descartes -- " O Mundo é minha representação sobre ele. " Artur Schopenhauer -- " Ai ai, o tempo dos pensadores parece ter passado! " Soren Kierkaard -- "Sobre aquilo que não pode ser dito deve se calar.” Ludwig Wittgenstein -- "O Ser é um horizonte de possibilidades." Martin Heidegger -- "A essência precede a existência." Jean Paul Sartre -- " A esperança floresce senão sobre o solo do desespero. " Gabriel Marcel "A razão e a sabedori falam. O Erro e a ignorância gritam." Sto. Agostinho "A melhor lição é o exemplo." Sto. Agostinho