terça-feira, 20 de dezembro de 2011

FESTA DE NATAL COM A BANDA TEACHER'S

COLÉGIO MAGNUM AGOSTINIANO
UNIDADE CIDADE NOVA - BELO HORIZONTE - MINAS GERAIS
HOMENAGEM FEITA À BANDA TEACHER'S

Confira os talentos da nossa festa de Natal que foi um sucesso!

COLÉGIO MAGNUM AGOSTINIANO

UNIDADE CIDADE NOVA - BELO HORIZONTE - MINAS GERAIS
3ª SÉRIE EM - ÁREA DE CIÊNCIAS HUMANAS E SUAS TECNOLOGIAS
DISCIPLINA: FILOSOFIA - APROFUNDAMENTO 2ª ETAPA UFmG
PROF. LEONARDO OLIVEIRA DE VASCONCELOS

TEXTO:
DESCARTES, Réné. Meditações (Meditação Primeira e Meditação Segunda). In: Col. Os Pensadores.  Trad. de J. Guinsburg e Bento Prado Júnior. São Paulo: Editora Abril Cultural, 1983.

RESPONDA ÀS QUESTÕES PROPOSTAS
Meditação primeira: Das coisas que se podem colocar em dúvida
QUESTÃO 01. Qual o objetivo de Descartes ao formular os argumentos céticos?
QUESTÃO 02. Como se pode caracterizar a posição cética que Descartes adota?
QUESTÃO 03 Qual o papel do Deus enganador na argumentação de Descartes?

Meditação segunda: O argumento do cogito
QUESTÃO 04. O que significa "ceticismo sobre o mundo exterior"?
QUESTÃO 05. Em que sentido o argumento do cogito consiste em uma refutação do ceticismo?
QUESTÃO 06. como se pode entender o subjetivismo de Descartes?

domingo, 18 de dezembro de 2011

COLÉGIO MAGNUM AGOSTINIANO
UNIDADE CIDADE NOVA - BELO HORIZONTE - MINAS GERAIS
3ª SÉRIE EM - ÁREA DE CIÊNCIAS HUMANAS E SUAS TECNOLOGIAS
DISCIPLINA: FILOSOFIA - APROFUNDAMENTO 2ª ETAPA UFmG
PROF. LEONARDO OLIVEIRA DE VASCONCELOS

Prezados(as) alunos(as),
segue abaixo os vídeos citados em sala de aula

FILOSOFIA - UM GUIA PARA A FELICIDADE (A GUIDE TO HAPPINESS), ALAIN DE BOTTON, baseado na obra AS CONSOLAÇÕES DA FILOSOFIA Edit. Rocco 287 pgs.

EPICURO E A FELICIDADE (PARTE 1 A 3)

PARTE 1


PARTE 2

PARTE 3


terça-feira, 13 de dezembro de 2011

COLÉGIO MAGNUM AGOSTINIANO
UNIDADE CIDADE NOVA - BELO HORIZONTE - MINAS GERAIS
3ª SÉRIE EM - ÁREA DE CIÊNCIAS HUMANAS E SUAS TECNOLOGIAS
DISCIPLINA: FILOSOFIA - APROFUNDAMENTO 2ª ETAPA UFmG
PROF. LEONARDO OLIVEIRA DE VASCONCELOS


DATA DE ENTREGA: 14/12/2011
QUESTÃO 01. Leia o texto abaixo.

“...Que ninguém hesite em se dedicar à filosofia enquanto jovem, nem se canse de fazê-lo depois de velho, porque ninguém jamais é demasiado jovem ou demasiado velho para alcançar a saúde do espírito. Quem afirma que a hora de dedicar-se à filosofia ainda não chegou, ou que ela já passou, é como se dissesse que ainda não chegou ou que já passou a hora de ser feliz."

EPICURO. Carta sobre a Felicidade (a Meneceu). Trad. Álvaro Lorencini e Enzo del Carratore. São Paulo: Editora da Unesp, 2002.

Com base nas ideias de Epicuro e em outras informações a respeito, REDIJA um texto, explicando a relação entre Filosofia e a Felicidade. (15 a 20 linhas -  redigir e entregar na folha de redação).

QUESTÃO 02. Leia atentamente o trecho abaixo.


Ainda de acordo com as ideias da Carta sobre a FelicidadeEXPLIQUE o que Epicuro entende por "saúde da alma" (higiene do espírito) para se chegar à Eudaimonia (10 a 15 linhas - redigir e entregar na folha de redação).

Gnosis seauton,
Prof. Leo

"Pratica e cultiva então aqueles ensinamentos que sempre te transmiti, na certeza de que eles constituem os elementos fundamentais para uma vida feliz. [...]"

EPICURO. Carta sobre a Felicidade (a Meneceu). Trad. Álvaro Lorencini e Enzo del Carratore. São Paulo: Editora da Unesp, 2002.

domingo, 11 de dezembro de 2011

O Brasil precisa de menos sociólogos e filósofos e de mais engenheiros que se expressem com clareza???

PROJETO EMC - VILLA DOS DONS - ESPAÇO MULTIFUNCINAL
BELO HORIZONTE - MINAS GERAIS
ÁREA: HUMANAS - PREPARAÇÃO PARA 2ª ETAPA DO VESTIBULAR UFmG 2012
DISCIPLINA: FILOSOFIA
PROF. LEONARDO OLIVEIRA DE VASCONCELOS
ATIVIDADE PARA DIA 12/12/2011

TEXTO:
ARENDT, Hannah. A Crise na Educação. In: Entre o Passado e o Futuro. Trad. Mauro W. Barbosa. São Paulo: Editora Perspectiva, 2000, pp. 221-247.

QUESTÃO 04. De acordo com as ideias de Hannah Arendt em A Crise na Educação, REDIJA um texto, caracterizando os principais sintomas da crise na educação. (15 a 20 linhas)

QUESTÃO 05. Ainda de acordo com as ideias de Hannah Arendt, EXPLIQUE porquê a crise na educação americana não é um problema local, mas sim um reflexo da crise na educação global? (10 a 15 linhas).
_________________________________________________________________________________

OPINIÃO - REVISTA VEJA 27/09/2011



O Brasil precisa de menos sociólogos e filósofos e de mais engenheiros que se expressem com clareza
por Reinaldo Azevedo


Fiz uma crítica severa à proposta de redução das aulas de língua portuguesa e matemática no ensino médio público de São Paulo em benefício das aulas de sociologia, por exemplo. A idéia de jerico é do secretário de educação, Herman Voorwald. Nessas horas, alguns bobinhos costumam dizer: “Ah, mas que mal há em debater o assunto?!” Sem essa de que tudo nesta vida é “debatível”! Algumas idéias são estúpidas “ab ovo”, como diria o meu antigo professor de latim — desde a origem. Ninguém precisa se jogar num buraco de três metros de profundidade para saber se machuca… Machuca!  O puro empirismo é a religião dos cretinos.
Mais: a tese vem embalada naquele esquerdismo preguiçoso que toma conta da educação brasileira, em qualquer nível, pouco importa o partido que esteja no poder —  com os petistas é sempre pior porque até uma dose de Gold Label que acabou de sair do freezer, acompanhada de um pedacinho de chocolate amargo (não é para se empanturrar…), é pior com eles do lado… Se os encontrarmos no céu um dia, o que é pouco provável, o céu já terá ido para o diabo… Mas volto.
Uma das misérias das nossas esquerdas é a ignorância específica, até em sua própria área de atuação. Nas “Teses sobre Feuerbach”, num de seus rasgos de obscurantismo, Marx afirmou que os filósofos, até então, haviam se dedicado a pensar o mundo; era chegada a hora de transformá-lo. A história do marxismo e dos regimes marxistas indica que aquela não era uma boa divisa. Serviu para justificar o obscurantismo da ação, desde que “revolucionária”.
Mas o matemático Marx, ora vejam!, era um homem que apostava, a seu modo, no avanço. Nunca chamou, por exemplo, o capitalismo de reacionário. Ao contrário: o sistema seria o progresso necessário a partir do qual se construiria o socialismo. Se alguém lhe dissesse que uma escola estava pensando em trocar aulas de matemática por aulas de filosofia (não dá pra falar em “sociologia” no século 19 nos termos de hoje), ele certamente se levantaria da cadeira, faria uma careta por causa dos furúnculos purulentos, e daria um pé no traseiro do infeliz.
Ele certamente diria que o mundo precisava mais de engenheiros que o transformassem do que de filósofos que o pensassem — e isso faria todo sentido, se querem saber. Idéia idêntica repetiu no livro “A Ideologia Alemã”, quando manga dos alemães na sua disputa com a França pela região da Alsácia-Lorena. Diz que os alemães, quando no domínio da região, se preocuparam menos em colonizá-la, que seria o certo, do que em espalhar a sua filosofia, que era a opção mais tola.
Os nossos esquerdistas poderiam ao menos ser marxistas, né? Embora estivessem abraçados a um erro essencial, seria ao menos um erro qualificado. Mas não! O seu horizonte máximo é essa escória petralha, que faz do proselitismo ignorante uma profissão de fé.
Acreditem! O Brasil tem uma inflação de sociólogos, filósofos, pedagogos e demagogos. O Brasil precisa de mais engenheiros, que saibam se expressar com clareza. O Brasil precisa de mais português e de mais matemática. E o secretário Herman Voorwald precisa de juízo.
Que o governador Geraldo Alckmin ponha fim a essa patuscada corporativista e obscurantista.
Por Reinaldo Azevedo

FONTE: http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/o-brasil-precisa-de-menos-sociologos-e-filosofos-e-demais-engenheiros-que-se-expressem-com-clareza/

Nosso pequeno comentário: 

Infelizmente a crítica de Reinaldo Azevedo mantém uma visão pedagógica primitiva - educação para a profissionalização - e de evolução do Capitalismo da época da Revolução Industrial, ao defender uma educação que vise apenas à formação profissional que se baseia em aprender o básico: Português e Matemática, diminuindo o contato com todas as demais áreas do conhecimento como História, Geografia, Filosofia e Sociologia. Defendemos aqui que suas críticas sobre a Filosofia de Karl Marx é superficial e que sua visão marxista é marxista, ou seja, Reinaldo Azevedo não tem uma leitura própria das obras de Marx. 

sábado, 3 de dezembro de 2011

ÁREA: HUMANAS - PREPARAÇÃO PARA VESTIBULAR 2ª ETAPA DA UFMG 2012 - PROVA DE FILOSOFIA

PROJETO EMC - VILLA DOS DONS - ESPAÇO MULTIFUNCINAL
BELO HORIZONTE - MINAS GERAIS
ÁREA: HUMANAS - PREPARAÇÃO PARA 2ª ETAPA DO VESTIBULAR UFmG 2012
DISCIPLINA: FILOSOFIA
PROF. LEONARDO OLIVEIRA DE VASCONCELOS

RESPONDA ÀS QUESTÕES ABAIXO, EM FOLHA SEPARADA PARA ENTREGAR.
DATA DE ENTREGA: 05 / 12 / 2011 (SEGUNDA-FEIRA)

TEXTO:
ARENDT, Hannah. A Crise na Educação. In: Entre o Passado e o Futuro. Trad. Mauro W. Barbosa. São Paulo: Editora Perspectiva, 2000, pp. 221-247.
  QUESTÃO 01. Leia atentamente o trecho a seguir:

            (...) se compararmos essa crise na educação com as experiências políticas de outros países no  
             século XX, com a agitação revolucionária que se sucedeu à Primeira Guerra Mundial, com os
             campos de concentração e de extermínio, ou mesmo com o profundo mal-estar que, não
             obstante as aparências contrárias de propriedade, se espalhou por toda a Europa a partir do
             término da Segunda Guerra Mundial, é um tanto difícil dar a uma crise na educação a
             seriedade devida.

                                                 ARENDT, Hannah. A crise na educação. Entre o passado e o futuro
                                                       São Paulo: Perspectiva, 1972, p. 222.

Com base nas ideias expostas no trecho, REDIJA um texto, explicando as origens da crise na
educação. (Mínimo de 15 e máximo de 20 linhas) 

QUESTÃO 02. Leia a frase

        Para a América o fator determinante sempre foi o lema impresso em toda nota de dólar - 
             Novus Ordo Seclorum, Uma Nova Ordem do Mundo.
                                                   ARENDT, Hannah. A crise na educação. Entre o passado e o futuro.
                                                        São Paulo: Perspectiva, 1972, p. 224.

Com base nas ideias expostas no trecho e no pensamento de Hannah Arendt, REDIJA um texto,

Vita brevis,
tempus fugit.

Prof. Leonardo
explicando o porquê que a crise na educação é de ordem mundial e não de um determinado
país (Mínimo de 15 e máximo de 20 linhas).

QUESTÃO 03. Com base nas ideias do texto A crise na educação de Hannah Arendt, APONTE
abaixo duas consequências do pragmatismo americano para a crise da educação Americana.

1ª CONSEQUÊNCIA:

____________________________________________________________________________

2ª CONSEQUÊNCIA:

_____________________________________________________________________________

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

ESTUDO DIRIGIDO PARA 3° ANO REGULAR - COLÉGIO RUI BARBOSA

COLÉGIO RUI BARBOSA
ENSINO ANUAL E SEMESTRAL
3° ANO - ENSINO MÉDIO REGULAR
DISCIPLINA: FILOSOFIA
PROF. LEONARDO OLIVEIRA DE VASCONCELOS
ATIVIDADE: ESTUDO DIRIGIDO. ENTREGA: 28/11/2011. VALOR: 5,0 PONTOS.

TEXTO: AS QUATRO ESCOLAS DO HELENISMO

Entre as novas tendências que surgiram devemos registrar a fundação de escolas filosóficas como:

ESTOICISMO

 O Estoicismo, de Zenão de Cítio (320 A 250 a.C.) – os representantes des­ta escola, conhecidos como estóicos, defendiam uma atitude de completa austeridade física e moral, baseada na resistência do homem ante os sofrimentos e os males do mundo. Seu ideal de vida, designado pelo termo gre­go apathéia (que costuma ser mal traduzido por "apatia"), era alcançar uma serenidade diante dos acontecimentos fundada na aceitação da "lei universal do cosmos", que rege toda a vida;


EPICURISMO

* O Epicurismo, de Epicuro (324-271 a.C) – propunha a idéia de que o ser humano deve buscar o prazer da vida. No entanto, distinguia, entre os prazeres, aque­les que são duradouros e aqueles que acarretam dores e sofrimentos, pois o prazer estaria vinculado a uma conduta virtuosa. Para Epicuro, o supremo pra­zer seria de natureza intelectual e obtido mediante o domínio das paixões (prazeres corporais como comer em excesso, dormir em excesso, beber em excesso, a busca de prazeres sexuais sem limites, fumar etc). Os epicuristas procuravam a ataraxia, termo grego que usavam para designar o estado em que não havia dor (aponia), de quietude, serenidade, imperturbabilidade da alma (ataraxia). O epicurismo, posteriormente, serviu de base ao hedonismo, filosofia que tam­bém defende a busca do prazer, mas que não diferencia os tipos de prazeres, tal como faz Epicuro;

CETICISMO

O Ceticismo (pirronismo), de Pirro de Élida (365-275 a.C) - segundo suas teorias, nenhum conhecimento é seguro, tudo é incerto, ou seja, não existe verdade absoluta. O pirronismo defendia que se deve con­tentar com as aparências das coisas, des­frutar o imediato captado pelos sentidos e viver feliz e em paz, em vez de se lan­çar à busca de uma verdade plena, pois seria impossível ao homem saber se as coisas são efetivamente como aparecem. Assim, o pirronismo é considerado uma forma de ceticismo, que professa a im­possibilidade do conhecimento, da obten­ção da verdade absoluta;

CINISMO

O Cinismo - o termo cinismo vem do grego kynos, que significa "cão", e desig­na a corrente dos filósofos que se pro­puseram a viver como os cães da cida­de, sem qualquer propriedade ou con­forto. Levavam ao extremo a filosofia de Sócrates, segundo a qual o homem deve procurar conhecer a si mesmo e desprezar todos os bens materiais. Por isso Diógenes, o pensador mais destacado dessa escola, é conhecido como o “Sócrates demente”, ou o “Sócrates louco”, pois questionava os valores e as tradições sociais e procurava viver estritamente conforme os princípios que considerava moralmente corretos. Sãos inúmeras as histórias e acontecimentos na vida desse filósofo que o tornaram uma figura instigante da história da filosofia.

Ambas as Escolas têm como eixo comum a busca pela Felicidade (eudaimonia), ou seja, a realização pessoal em meio à sociedade.
_____________

FONTE: COTRIM, G. Fundamentos da filosofia. São Paulo: Saraiva, 2005, pp.105-106.
 
COM BASE NO TEXTO ACIMA RESPONDA AS QUESTÕES ABAIXO:

QUESTÃO 01. EXPLIQUE COMO SURGIU O CINISMO E O SIGNIFICA A APATHÉIA.
QUESTÃO 02. O QUE EPICURO ENTENDE POR PRAZER?
QUESTÃO 03. DIFERENCIE PRAZER DE PAIXÕES EM EPICURO.
QUESTÃO 04. EXPLIQUE OS TERMOS APONIA E ATARAXIA EM EPICURO PARA SE ATINGIR A FELICIDADE (EUDAIMONIA).
QUESTÃO 05. EXPLIQUE EM QUE CONSISTE AS VERDADES PARA O CETICISMO E QUEM É SEU PRINCIPAL REPRESENTANTE.
QUESTÃO 06. OS CÉTICOS PODEM ACREDITAR EM ALGUMA COISA? EXPLIQUE.
QUESTÃO 07. EXPLIQUE QUEM É DIÓGENES DENTRO DO CINISMO.
QUESTÃO 08. PARA SE ATINGIR A FELICIDADE O QUE É NECESSÁRIO DENTRO DO CINISMO?
QUESTÃO 09. APONTE O EIXO COMUM EM TODAS AS ESCOLAS FILOSÓFICAS.

TEMPORA MUTANTUR ET NOS IN ILLIS
"O TEMPO MUDAM E NÓS COM ELE".

LEONARDO

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Projeto EMC - Colégio Magnum Agostiniano - Cidade Nova

Queridos alunos,

segue abaixo alguns vídeos interessantes para nossos estudos.

                                                               Platão e Maquiavel (parte 1 e 2)



Descartes e Sartre (Parte 1 e 2)



*DICA CULTURAL - PARA A PROVA DE FILOSOFIA 2ª ETAPA DA UFMG



quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Aula particular de Filosofia e aprofundamento em Filosofia para Vestibular UFMG



APROFUNDAMENTO EM FILOSOFIA  2ª ETAPA DO VESTIBULAR UFMG 2012




Análise e aprofundamento dos textos:

CARTA SOBRE A FELICIDADE - Epicuro
MEDITAÇÕES -  Descartes
CRISE NA EDUCAÇÃO - Hannah Arendt

APROFUNDAMENTO EM FILOSOFIA

Aulas de preparação para a 2ª etapa do vestibular da UFMG

Matrículas abertas!
Vagas limitadas!

Programação:                 
I. Análise das obras filosóficas da UFMG*.
II. Aprofundamento no Programa Temático.

Turmas com no máximo 10 alunos**;
Análise aprofundada dos textos da 2ª Etapa da UFMG 
Material didático próprio;
Aulas multimídias e interativas;
Espaço grande e arborizado;
Próximo ao Colégio Magnum;
Ônibus na porta (Linha 8103 - Azul);
Pontos de referência: próximo à Av. Cristiano Machado (Colégio Magnum) e Rua Jacuí.

Prova de Filosofia é cobrada nos seguintes cursos: 
Artes Visuais; Cinema de Animação e Artes Digitais; Conservação e Restauração de Bens Culturais Móveis; Comunicação Social; Ciências do Estado; Ciências Sociais; Design de Moda; Direito e Filosofia.

Professor Leonardo Oliveira de Vasconcelos
Professor de Filosofia e Sociologia do Colégio Magnum Agostiniano.
Bacharel e Licenciado em Filosofia pela UFMG.
Especialista no Ensino de Filosofia e preparação para a 2ª Etapa do Vestibular da UFMG,

Local: 
Espaço Villa dos Dons
(Rua Horta Barbosa, n° 887. Nova Floresta. Belo Horizonte - Minas Gerais. Ônibus: 8103 - Azul).

Contato: 
(31) 9399-4739.
(31) 2552-7391.
leo.o.ufmg@gmail.com

Dia e horário:
Segundas e Quartas, de 13:00h. às 15:30h.
ou Sábados, de 13:00h. às 17:40h.

TURMA DE SEGUNDA-FEIRA (Máximo 10 alunos)
Início das aulas: Novembro 2011.
Término: Janeiro de 2012.

TURMA DE SÁBADO (Máximo 10 alunos)
Início das aulas:  Novembro 2011.
Término: Janeiro 2013.

*Obras:
EPICURO. Carta sobre a Felicidade (a Meneceu). Trad. Álvaro Lorencini e Enzo del Carratore. São Paulo: Editora da Unesp, 2002.

DESCARTES, Réné. Meditações (Meditação Primeira e Meditação Segunda). In: Col. Os Pensadores. Trad. de J. Guinsburg e Bento Prado Júnior. São Paulo: Editora Abril Cultural, 1983, pp. 83-98.

ARENDT, Hannah. A Crise na Educação. In: Entre o Passado e o Futuro. Trad. Mauro W. Barbosa. São Paulo: Editora Perspectiva, 2000, pp. 221-247.

**Valor: 
R$ 750,00 (Material incluído. Valor dividido em 3 vezes no cheque. Valor total à vista: 5% de desconto).

sábado, 3 de setembro de 2011

ROTEIRO DE ESTUDOS E ESTUDO DIRIGIDO - PROVÃO DE FILOSOFIA - 2ª SÉRIE EM

COLÉGIO RUI BARBOSA
DISCIPLINA: FILOSOFIA
PROF. LEONARDO OLIVEIRA DE VASCONCELOS
ROTEIRO DE ESTUDOS - PROVÃO DE FILOSOFIA - 2ª SÉRIE EM

HABILIDADES:

APONTAR e IDENTIFICAR os diferentes tipos de Fatos Sociais
COMPREENDER o conceito de Isolamento Social.
IDENTIFICAR os diferentes tipos de Instituições Sociais e a função das Instituições.
Ser capaz de IDENTIFICAR os conceitos de Força e Poder na política.
APONTAR as principais características e as relações entre homens e os produtos de cultura de massa.
COMPREENDER o conceito de Força e suas implicações nas relações de consumo.

CONTEÚDO:

I. AS RELAÇÕES SOCIAIS
a) O homem é um animal social
b) Fatos Sociais
c) O papel das Instituições sociais
d) Isolamento social

II. POLÍTICA
a) Relações de Poder.
b) O que é Poder?
c) O que é Força?
d) Poder político, a mídia e suas influências


ESTUDO DIRIGIDO - PARA 05 / 9 / 2011


QUESTÃO 01. O que é política?

QUESTÃO 02. Qual é a origem da palavra política?

QUESTÃO 03. É melhor ser político ou cidadão?

QUESTÃO 04. Se não existisse política como viveríamos?

QUESTÃO 05. O que acontece com as pessoas que não acompanham a política?

QUESTÃO 06. Por que tem pessoas que são contra a política?

QUESTÃO 07. Todos os políticos são corruptos?

QUESTÃO 08. De que maneira a política pode melhorar?

QUESTÃO 09. O que é um apolitico?

QUESTÃO 10. Nossos políticos estão agindo com cidadania?

QUESTÃO 11. A religião interfere na política?

QUESTÃO 12. Qual é a origem da palavra cidadania?

QUESTÃO 13. Hoje em nossa sociedade as pessoas participam da política?

QUESTÃO 14. Hoje os políticos tem poder, esperamos ajuda, mas isso não acontece. Por que?

QUESTÃO 15. Porque a TV, jornal, rádio não mostram a realidade do mundo?

QUESTÃO 16. Com a situação atual, com fraudes, desvios de verbas, promessas que não se cumpre, porque a população não se une para tirar essas pessoas do poder, porque não tomamos atitudes imediatas?

O poder e a força



“o homem é um animal que, quando vive entre os outros de sua espécie,tem a necessidade de um senhor . De fato, abusa sua liberdade em relação aos outros semelhantes; e embora, como criatura racional, deseje uma lei que ponha limites à liberdade de todos, a sua animal tendência egoísta desencaminha-o, contudo, onde ele tem de renunciar a si mesmo. Necessita, pois, de um senhor que lhe quebrante a vontade própria e o force a obedecer a uma vontade universalmente válida, e possa todavia ser livre. Mas onde irá ele buscar este senhor? A não ser da espécie humana. Mas tal senhor é também um animal, que carece de um senhor. Pode, pois, proceder como quiser; não é de prever, portanto,como é que um chefe da justiça pública venha a conseguir tomar-se justo; busque-se ele numa só pessoa singular ou numa sociedade de pessoas escolhidas para o efeito. Cada uma, pois, abusará sempre da sua liberdade, se não tiver acima de si alguém que sobre e exerça poder em conformidade com as leis. O chefe supremo, porém, deve ser justo por si mesmo e, não obstante, ser homem . Por conseguinte, é a mais difícil de todas as tarefas; mais ainda, a sua solução perfeita é impossível: de um lenho tão retorcido, de que o homem é feito, nada de inteiramente direito se pode fazer. Apenas a aproximação a esta ideia nos é imposta pela Natureza” (pg 11 e 12 – Sexta proposição)

 KANT, Immanuel. Idéia de uma historia universal de um ponto de vista cosmopolita. São Paulo Brasiliense


QUESTÃO 17. Conforme I. Kant, por que o homem (seres humanos) em sociedade precisa de um senhor?

QUESTÃO 18. Como se apresentam, no texto, as relações de dominação. Exemplifique.

Indiferentes

“Odeio os diferentes. Como Frederico Hebbel acredito que “viver significa tomar partido”. Não podem existir os apenas homens, estranhos á cidade. Quem verdadeiramente vive não pode deixar de ser cidadão, e partidário. Indiferença é abulia, parasitismo, covardia, não é vida. Por isso odeio os diferentes.

A indiferença é o peso morto da historia. È a bola de chumbo para o inovador, é a matéria inerte em que se afogam frequentemente os entusiasmos mais explendorosos. (...)

A indiferença atua poderosamente na historia. Atua passivamente,mas atua.É a fatalidade; é aquilo com que não se pode contar;; é aquilo que confunde os programas, que destrói os planos mais bem construídos. È a matéria bruta que se rebela contra a inteligência e a sufoca. O que acontece, o mal que se abate sobre todos ,o possível bem que um ato heróico( de valor universal) pode gerar, não se deve tanto a iniciativa dos poucos que atuam, quando à indiferença de muitos. O que acontece não acontece tanto porque alguns queiram, mas porque a massa dos homens abdica de sua vontade, deixa de fazer, deixa de enrolarem os nós que, depois, só a espada poderá cortar; deixa promulgar leis que, depois, só a revolta fará anular; deixa subir ao poder homens que, depois, só a sublevação poderá derrubar. (...)

Os fatos amadurecem na sombra porque mãos, sem qualquer controle a vingá-las, tecem a teia da vida coletiva e a massa não sabe, porque não se preocupa com isso. Os destinos de uma época são manipulados de acordo com visões restritas, os objetivos imediatos, as ambições e paixões pessoais de pequenos grupos ativos, e a massa dos homens ignora, porque não se preocupa."

GRAMSCI, Atonio. Lá cittá futura. Turim, 11, fevereiro de 1917.

QUESTÃO 19. Comentem estes trechos do pensamento em texto de Gramsci:

“ Indiferença é abulia, é parasitismo, é covardia, não é vida”;
“A indiferença atua poderosamente na história. Atua passivamente, mas atua”

QUESTÃO 20. De que modo a indiferença política pode ser uma das causas de políticas autoritárias e inescrupulosas?





quinta-feira, 25 de agosto de 2011

ATIVIDADE 1° ANO ENSINO MÉDIO

COLÉGIO RUI BARBOSA
DISCIPLINA: FILOSOFIA
PROFESSOR: LEONARDO OLIVEIRA DE VASCONCELOS
SÉRIE: 1° ANO - ENSINO MÉDIO
ATIVIDADE PARA SER ENTREGUE DIA: 29/8/2011.

LEIA O TEXTO E RESPONDA AS QUESTÕES ABAIXO:

CAUSAS E ORIGENS DA FILOSOFIA
Por que os gregos começaram a explicar o mundo de uma forma diferente da explicação mitológica? Em outros termos, o que tornou possível a passagem da cosmogonia à cosmologia?
Há causas para a origem da Filosofia e, agora, vamos analisar algumas delas. Perceba como cada uma delas operou uma mudança significativa no modo de pensar do homem na Antigüidade grega, permitindo a formação de coisas novas como a Filosofia, segundo Jean-Pierre Vernant.

1) Navegações: uma parte considerável da vida dos gregos relacionava-se com o mar, era de onde, por exemplo, conseguiam obter parte significativa de sua alimentação. Vivendo muito no mar, os gregos não encontraram muitos dos monstros marinhos narrados pela história oral e nem vivenciaram seres e histórias narradas por poetas. Assim, as navegações contribuíram para o que Max Weber chamou mais tarde de “desencantamento do mundo”. Fazia-se necessário um saber que explicasse os fatos ocorridos na natureza que não recorresse a histórias sobrenaturais.

2) Calendário e moeda: viver podendo pensar o tempo abstratamente e quantificando valores para realizar trocas não é algo que sempre ocorreu na história da humanidade. Quando os gregos passaram utilizar o calendário e a moeda, introduzida pelos fenícios, conseguiram abstrair valores como símbolo para as coisas, fazendo avançar a capacidade de matematizar e de representação. Tudo isso favoreceu um desenvolvimento mental muito significativo e com grande capacidade de abstração.

3) Escrita: outro fator que potencializou em grande medida o poder de abstração do homem grego foi transcrever a palavra e o pensamento com símbolos: eis o alfabeto. A escrita permite o pensamento mais aguçado sobre algo quando ficamos lendo e analisando alguma coisa, como, por exemplo, uma lei. Ao ser fixada, a lei fica exposta como um bem comum de toda a cidade, um saber que não é secreto como um saber vinculado ao exercício de um sacerdote, mas propriamente público, além de estabelecer uma nova noção na atividade jurídica, a saber, uma verdade objetiva.

4) Política: esta é a principal causa para a origem da Filosofia, já que, até agora, vimos somente a contribuição das técnicas para isso; porém, havia mais recursos técnicos no Oriente que na Grécia, e a Filosofia é uma invenção genuinamente grega, além do Oriente não ter se libertado dos mitos. Note que a palavra política é formada pelo termo grego pólis, cujo significado é cidade, cidade-estado, conjunto de cidadãos que vivem em um mesmo lugar e uma mesma lei. E o mais importante: são os cidadãos que faziam suas próprias leis mediante uma assembléia. Esta prática teve início com os guerreiros que, juntos, discutiam o melhor modo de vencer ao inimigo, cada um dos guerreiros tinha o direito de falar, bastando para isso ir ao centro do círculo formado na assembléia; ao final da guerra, outras assembléias eram feitas para dividir o que foi ganho. Isto é, ocorre a prática do diálogo para a decisão, dando a todos o direito de falar e a condição de serem iguais uns aos outros e à lei partilhada entre eles. Aquele que conseguir convencer a maioria de que sua proposta é a que aproxima-se mais da verdade de como vencer aos inimigos, receberá maior número de votos. Ora, é esta a prática que o filósofo adotou mais tarde: escrevendo ou discursando, tornava pública suas idéias por considerá-las verdadeiras, por pretender encontrar a harmonia perdida do debate entre opiniões divergentes. Debater, trocar opiniões, argumentar, eis a prática democrática, eis a prática filosófica. A Filosofia nasce como uma filha da pólis, como uma filha da democracia.
Eis o que Jean Pierre Vernant chamou de um “universo espiritual da pólis”[1]: trata-se de um lugar com proeminência da palavra - a palavra aberta a todos e com igualdade no seu uso era o modo de fazer política; com publicidade - separação entre questões privadas e questões públicas, estabelecendo práticas abertas e democráticas em oposição aos processos secretos; com isonomia – todos eram iguais no exercício do poder e diante das leis que criaram. Além disso, este novo universo espiritual esteve acompanhado e propiciou uma “mutação mental”[2] nos homens: agora era possível explicar o mundo abstratamente excluindo o sobrenatural. Este novo “universo espiritual da polis” foi determinante para a origem da Filosofia. O que falta sabermos, agora, é porque só algumas pessoas tornaram-se filósofos, e não todas.

_________________________________________
[1] VERNANT, Jean-Pierre. As Origens do Pensamento Grego. Tradução de Ísis Borges B. da Fonseca, Rio de Janeiro, 11° edição, 2000, p. 41.

[2] ______. Mito e pensamento entre os gregos: estudos de Psicologia Histórica, p. 453.




EXERCÍCIOS

QUESTÃO 01 – Como as navegações contribuíram com uma mudança no modo de pensar dos homens da Antiguidade Grega?

QUESTÃO 02 – Como a moeda e o calendário contribuíram com uma mudança no modo de pensar dos homens da Antigüidade Grega? (5 linhas)

QUESTÃO 03 – Por que a política é a principal causa para a origem da Filosofia na Antigüidade Grega? Responda citando também a importância dos guerreiros e sua prática democrática. (5 linhas)

QUESTÃO 04 – O que Jean-Pierre Vernant entende por um novo “universo espiritual da pólis”? (5 linhas)

QUESTÃO 05 – As navegações, o calendário e a moeda, a escrita e a política contribuíram com a mudança no modo de pensar dos homens na Antigüidade Grega. Você considera que, hoje, a informática, com a virtualidade, pode está mudando o nosso modo de pensar? Explique. (8 linhas)


Fonte: Prof. Ms. Humberto Zanardo Petrelli. (http://www.consciencia.org/)

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Importância dos livros

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Dia do Estudante

terça-feira, 9 de agosto de 2011

GABARITO DA PROVA DE FILOSOFIA/SOCIOLOGIA 08/8/2011

Galera,

segue abaixo o gabarito da Prova:

1 B


2 D

3 B

4 C

5 C

6 C

7 B

8 D

9 B

10 B

11 C

12 B

13 B

14 Aberta

sábado, 9 de julho de 2011

DICAS PARA LER UM TEXTO DE FILOSOFIA

QUATRO PASSOS PARA LER UM TEXTO DE FILOSOFIA



René Descartes - Pai da Filosofia Moderna


1° ESVAZIAR A MENTE DE TODOS OS PENSAMENTOS E PREOCUPAÇÕES 

Para tal, você pode anotar em uma folha tudo aquilo que está te preocupando como compromissos ou pensamentos e ideias que venham à sua mente. Após isso inicie a leitura com paciência e bastante atenção, não leia correndo. Lembre-se: estude em um ambiente silencioso, com boa iluminação, nunca estude deitado, porque você irá dormir;

2° LER COM A RÉGUA

A leitura de um texto filosófico não é como ler jornal, twitter ou revista, é uma leitura difícil e deverá ser feita com uma régua passo a passo, ou seja, você só poderá ler a linha seguinte se compreendeu bem aquilo que está exposto na linha anterior. Ler com a régua é uma técnica usada desde a idade média, não abra mão desta técnica;

3° GRIFAR O TEXTO E REGISTRAR AS IDEIAS DE CADA PARÁGRAFO 

É necessário grifar o texto e registrar/escrever as ideias de cada parágrafo, lembre-se: desde a antiguidade estuda-se Filosofia anotando, os grandes filósofos já tinham essa técnica, pois só assim que você irá compreender o texto como um todo;

4° PROCURAR O SIGNIFICADO DE CADA PALAVRA DESCONHECIDA

Não deixe de estudar com um dicionário ao seu lado, procure grifar as palavras desconhecidas e colocar o significado nas bordas do texto, não fique com dó de grifar e escrever no texto impresso, posteriormente se você pegá-lo para estudar, não terá dificuldades de relembrar cada termo grifado.

Leonardo Oliveira de Vasconcelos
Professor de Filosofia e Sociologia
Colégio Magnum Agostiniano

FILOSOFIGHTERS - PHILOSOFIGHTERS

No site da Super Interessante saiu recentemente o jogo FilosoFighters, que por sinal faz alusão ao Street Fighter, o jogo é bem simples, não tem boa jogabilidade, contudo para aqueles que nada sabem sobre Filosofia quiçá desperte algum interesse. O jogo faz sucesso mais para os alunos que são estudiosos do que aos alumnos (a = do grego, "negação" + lumnos = do latim, "luz, fogo"). Jogue aqui



Jogue aqui

De acordo com Ana Carolina Prado (ana.prado@abril.com.br) a arte de citar filósofos famosos para parecer mais inteligente dar peso e seriedade ao discurso é antiga e não se restringe a políticos ou apresentadores de TV. Afinal, como dizia Platão, “A coisa mais indispensável a um homem é reconhecer o uso que deve fazer do seu próprio conhecimento”. O problema é que algumas frases que ficaram famosas nas bocas e nos tweets das multidões, na verdade, nunca foram ditas.


E não adianta se gabar que a aquela citação que você publicou no Facebook está certa. “Tentar expressar as idéias de um filósofo através de uma única frase sua já é um erro em si, mesmo estando correta a citação. Elas muitas vezes são tiradas de contexto e induzem ao erro”, aponta o professor de filosofia do curso Anglo Gianpaolo Dorigo.

Os Filosofighters também não escapam dessas homenagens tortas. Veja agora como os nossos pensadores já se envolveram em polêmicas envolvendo as perigosas aspas.

1- “Só os mortos conhecem o fim da guerra”, atribuída a Platão

O culpado: o comandante militar norte-americano Douglas MacArthur, filho de um dos grandes heróis da Guerra da Secessão.



Em um discurso nos anos 60, o militar atribuiu a frase a Platão. No entanto, as palavras foram escritas pelo filósofo, poeta e ensaísta espanhol George Santayana no livro “Solilóquios na Inglaterra”, de 1922. Pouco após o fim da Primeira Guerra Mundial, Santayana escreveu: “E os pobres coitados acham que estão a salvo! Eles acham que a guerra acabou! Apenas os mortos viram o fim da guerra”. Nada a ver com o nosso filosofighter grego. “A frase não me parece nem vagamente adequada à expressão das principais ideias do discípulo de Sócrates”, diz Gianpaolo Dorigo.

2- “Creio porque é absurdo”, atribuída a Santo Agostinho

O culpado: a mania de tentar resumir o pensamento dos filósofos em uma frase.



Antes de ser colocada na boca de Agostinho de Hipona, a frase havia sido atribuída a Tertuliano, autor romano das primeiras fases do Cristianismo. Esse caso curioso de reatribuição de citação tem a ver com a valorização da fé expressa pelos dois pensadores cristãos, que declaravam crer em coisas que parecem incríveis, como a ressurreição de Cristo. O problema é que tentaram resumir as ideias de ambos através de uma sentença curta que não aparece explicitamente nas obras de nenhum deles. O mais próximo que Tertuliano chegou disso foi quando disse “E o Filho de Deus morreu, o que é crível justamente por ser inepto; e ressuscitou do sepulcro, o que é certo porque é impossível”.

3- “Deus está morto”, atribuída a Nietzsche


O culpado: a descontextualização.



Aqui, o problema não é a frase, mas o conceito atribuído a Nietzsche. O mal-humorado filosofighter de fato diz isso: a frase apareceu pela primeira vez em “A gaia ciência” e está também em sua famosa obra “Assim falou Zaratustra”. Mas as palavras têm sido muito mal interpretadas. Nietzsche não se referia à morte literal de Deus nem à morte de Jesus Cristo, e essa não era uma simples declaração de ateísmo. Logo em seguida, o filósofo completa: “Deus permanece morto! E quem o matou fomos nós!”. Ele queria dizer que a humanidade havia deixado de ter Deus como força ordenadora do mundo e fonte de valores. Com a morte de Deus, ele metaforiza a morte dos valores sagrados para os homens. Assim, eles deixariam de crer em quaisquer valores impostos.

Esse tipo de mal entendido é comum quando se fala em Nietzsche. “O seu hábito de efetivamente utilizar máximas e aforismos agressivos em seus livros acabou por transformá-lo em um pensador muito citado e pouco compreendido”, explica Gianpaolo. “E suas máximas, mesmo quando citadas corretamente, muitas vezes se perdem: o que para o pensador alemão era sobretudo uma provocação, para muitos se torna uma verdade incontestável e guia para a vida, no mais puro e estilo autoajuda”, completa.

4- “Os fins justificam os meios”, atribuída a Maquiavel

O culpado: a tentativa de simplificar a ideia de “O Príncipe”.



A mais famosa frase atribuída a Nicolau Maquiavel nunca foi dita por ele. Segundo o professor Gianpaolo, trata-se de uma tentativa de condensar a ideia de sua obra “O Príncipe”, em especial do capítulo 18, em que aparecem os trechos: “…um príncipe (…) não pode observar todas as coisas pelas quais os homens são chamados de bons, precisando muitas vezes, para preservar o Estado, operar contra a caridade, a fé, a humanidade, a religião. Aqui, “preservar o Estado” refere-se aos fins e “operar contra a caridade etc…” é interpretado como utilizar quaisquer meios. No mesmo capítulo, Maquiavel ainda diz: “nas ações de todos os homens, especialmente nas dos príncipes, quando não há juiz a quem apelar, o que vale é o resultado final”. É uma simplificação bem empobrecedora.

5- “Se Deus não existe, tudo é permitido”, atribuída a Dostoiévski

O culpado: Jean-Paul Sartre.



Desta vez, um de nossos Filosofighters foi o culpado, e não a vítima, de uma atribuição incorreta. No texto “O existencialismo é um humanismo”, Sartre diz: “Dostoiévski escreveu: ‘Se Deus não existisse, tudo seria permitido’. Eis o ponto de partida do existencialismo”. O escritor russo de fato inspirou os existencialistas, mas ele nunca disse isso. O mais próximo disso, que está em Os Irmãos Karamazov, é: “[...] é permitido a todo indivíduo que tenha consciência da verdade regularizar sua vida como bem entender, de acordo com os novos princípios. Neste sentido, tudo é permitido [...] Como Deus e a imortalidade não existem, é permitido ao homem novo tornar-se um homem-deus, seja ele o único no mundo a viver assim”.

Bônus: “Se não têm pão, que comam brioches”, atribuída a Maria Antonieta

O culpado: a autobiografia de Rousseau.



A famosa frase foi usada como argumento contra Maria Antonieta durante a Revolução Francesa. A rainha a teria dito durante sua coroação, em 1774, quando soube que o povo das províncias francesas não tinha pão para comer. Só que não. A história veio de uma passagem na autobiografia “Confissões”, de Jean-Jacques Rousseau, que diz: “Recordo-me de uma grande princesa a quem se dizia que os camponeses não tinham pão, e que respondeu: ‘Pois que comam brioche’”. Os registros históricos disponíveis, entretanto, mostram que, na época de sua coroação, Maria Antonieta se preocupava com a situação dos pobres. Numa de suas cartas à mãe, ela chega até a criticar o alto preço do pão. Especula-se que Rousseau na verdade se referia a Maria Teresa de Espanha.

Disponível em <http://super.abril.com.br/blogs/superlistas/tag/filosofighters/> Acesso 16 de Junho de 2011

domingo, 26 de junho de 2011

ADPF 153 - Contra a Lei da Anistia e os Arquivos Secretos da Ditadura

Eis o interesse do Governo brasileiro para se discutir acerca dos Arquivos Secretos do Período da Ditadura Militar no Brasil:


Até quando os arquivos da ditadura permanecerão secretos?


O prazo estabelecido pela Lei da Anistia para que os arquivos secretos da ditadura militar permanecessem fechados expirou durante o governo Fernando Henrique Cardoso (1995-2002). FHC criou no final de seu segundo mandato, uma lei com a figura do “sigilo eterno” para documentos com o carimbo de “ultrassecreto”. O presidente Lula (2003-2010) mudou a lei, porém manteve a possibilidade de jamais haver acesso a certos papéis, se assim as autoridades quiserem. E as autoridades querem. Lula reuniu com os familiares dos mortos e desaparecidos, mas nada resolveu.


Para quem deposita muitas esperanças na presidenta Dilma Rousseff sobre a abertura desses arquivos, lembro que ela foi ministra da Casa Civil e responsável direta pelo Arquivo Nacional. Uma das primeiras medidas desse governo foi mudar o Arquivo Nacional da Casa Civil para o Ministério da Justiça, sem deixar claro qual a intenção e motivo da mudança. Só ficou a impressão da perda de importância do AN dentro do governo Dilma. Além disso, é bom lembrar também que estamos iniciando o nono ano do governo petista no Brasil.

A ministra dos Direitos Humanos Maria do Rosário esqueceu que é governo e cobrou de FHC a responsabilidade sobre os arquivos, questionando sobre documentos que supostamente teriam sido destruídos entre 1995 e 2002. FHC, do alto de sua covardia e comodidade, declarou ser a favor da abertura dos arquivos. Certo que FHC não tem moral para falar a respeito, mas o governo petista, como um todo, também não tem. Nesse caso Lula e FHC são iguais. Se omitiram em cumprir seu papel e prolongam ad eternum a tortura sofrida pelos familiares dos desaparecidos. A ministra Rosário deveria ter conversado um pouco mais com seu antecessor Paulo Vanucchi sobre as dificuldades internas com esse tema. De concreto não temos nada até agora, nem a Comissão da Verdade já tão polemizada.

Anteontem o assessor especial de Assuntos Internacionais da Presidência da República, Marco Aurélio Garcia, confirmou o encontro da presidenta Dilma com as Mães e Avós da Praça de Maio em Buenos Aires na próxima segunda-feira (31). “Garcia disse que o encontro foi agendado a pedido de Dilma. “A presidenta tem uma grande sensibilidade para questões relativas aos direitos humanos”, afirmou o assessor. “Essa iniciativa da presidenta [em receber essas senhoras] valoriza muito essa luta emblemática que essas senhoras têm na história política recente da Argentina”, disse ele.

Porém, Garcia afirmou que, por falta de tempo, Dilma não poderá visitar o Museu da Memória Aberta, construído na área onde funcionou a Escola de Mecânica Armada da Marinha (ESMA) – no local havia um dos principais centros de tortura da Argentina.” (fonte: BRASIL.gov.br)

Alguns fatos me chamam a atenção nessa notícia: 1) A imensa sensibilidade (valorizada na declaração de Garcia) de Dilma com os Direitos Humanos até agora não se explicitou no Brasil com a mesma força. 2) O texto passa a ideia que Dilma está ‘fortalecendo’ o movimento de mães e avós dos desaparecidos argentinos, país que tem um museu para lembrar os horrores da sua ditadura, que abriu os arquivos secretos à mando da presidenta Cristina Kirchner em janeiro de 2010 e vem julgando e condenando os torturadores. 4) A falta de tempo de Dilma em visitar o Museu da Memória Aberta parece evitar um constrangimento maior, já que o ministro Nelson Jobim é um dos membros da comitiva oficial. 5) O que Dilma Rousseff dirá às Mães e Avós da Praça de Maio sobre a abertura dos arquivos da ditadura brasileira? 6) O que dirá sobre as mães e familares dos desaparecidos brasileiros que não tem a mesma ‘sorte’ a atenção do governo petista (desde o tempo de Lula)? 7) O que dirá sobre a anistia estendida aos torturadores pela justiça (sic) brasileira?

Para a coordenadora da Comissão Especial Memórias Reveladas, Alessan Exérdra Mascarenhas Prado, “por temor de revanchismos e punições” as Forças Armadas não abrem seus arquivos. As Forças Armadas não sabem o que é comando ou não tem comando?

Se fosse Dilma, sentiria muita vergonha diante das Mães da Praça de Maio e diante da presidenta Cristina Kirchner que cumpriu seu papel na história, mesmo não tendo sido torturada ou guerrilheira e não sendo ‘esquerda’.

O fio de esperança que tinha sobre a abertura dos arquivos durante esse governo arrebentou quando a presidenta manteve Nelson Jobim como ministro da Defesa.

Alguém avisa à presidenta Dilma Rousseff que a luta das Mães e Avós da Praça de Maio também existe aqui no Brasil? Grata.


Entrevista com Criméia Almeida e Suzana Lisbôa, da Comissão de Familiares dos Mortos e Desaparecidos, publicada em 12/01/2010 numa blogagem coletiva pela abertura dos arquivos e punição dos torturadores – Verdade e Justiça

Relato de Marcelo Rubens Paiva de 20/01/2011, dia em que Rubens Paiva (seu pai) completou 40 anos de desaparecimento. (http://blogs.estadao.com.br/marcelo-rubens-paiva/20-de-janeiro/)

Fonte: http://pimentacomlimao.wordpress.com/2011/01/29/ate-quando-os-arquivos-da-ditadura-permanecerao-secretos/
Saiba mais:

http://www.inesc.org.br/noticias/noticias-gerais/2007/outubro-2007/arquivos-secretos-da-ditadura-terao-acesso-publico/

http://www.jusbrasil.com.br/noticias/150356/adpf-153-questiona-constitucionalidade-da-lei-de-anistia-para-crimes-cometidos-no-periodo-da-ditadura-militar

domingo, 22 de maio de 2011

The fattest are not the fittest


Mas nosso mundo é outro. Dominado pela ciência e pela tecnologia, ninguém acredita mais em fim de mundo ao estilo das profecias de Nostradamus. A Terra não vai acabar com tsunamis e terremotos, embora exista a remota possibilidade de um meteoro gigante chocar-se contra ela. Parece que isso já aconteceu uma vez. Existe, inclusive, a conjetura de que os dinossauros desapareceram em consequência de tal catástrofe. Esse jeito de a Terra acabar não é impossível de acontecer.

Os dinossauros nunca imaginariam o seu próprio fim. Pensavam que, se alguém desapareceria, seriam as lagartixas, fraquinhas, pequenininhas, molinhas; não eles, fortões, grandões, durões. É certo, científico, que os mais aptos são aqueles que têm mais chances de sobreviver. Mas é errado associar tamanho com aptidão. “The fattest are not the fittest” (“os mais gordos não são os mais aptos”): foi assim que o cientista indiano C. T. Kurien resumiu, de forma humorística e cientificamente precisa, a sua teoria da sobrevivência (KURIEN, 1979).
Mas com tanta desgraça acontecendo, tsunamis submergindo ilhas, vendavais arrancando árvores, cidades sepultadas em neve, terremotos destruindo e matando centenas de milhares de pessoas e um calor como nunca antes visto, é inevitável imaginar que um fim se aproxima. E a gente religiosa se pergunta “o que é que Deus está fazendo? Pois ele não sabe tudo com antecedência e pode fazer o que quiser? Bastaria piscar um olho para evitar a catástrofe! Será que ele deixou de gostar da gente? Abandonou as grávidas, os nenezinhos, os velhos? Estamos órfãos nesse universo sem fim? Ou será que ele ficou fraquinho, sem forças para parar tsunami e terremoto, embora queira?” Mas essas dúvidas e perguntas são demais para mim…
É possível que a Terra termine de um outro jeito, ou de outros jeitos… Nesses outros jeitos os cientistas acreditam. Não só acreditam como até fazem previsões matemáticas…

Referência

KURIEN, C.T. “A third world perspective”. In: Faith and science in unjust world: report of the World Council of Churches - Conference of Faith, Science and Future, 1979. v. 1, Plenary Presentations. Editada por Roger L. Shin. 220-25. 1980.

Autor: Rubem Alves

sábado, 21 de maio de 2011

TEXTOS DE FILOSOFIA - VESTIBULAR 2011 UFMG

TEXTOS DE FILOSOFIA - PARA A 2ª ETAPA DO VESTIBULAR 2012 UFMG

Download dos Textos de Filosofia


Clique nos links abaixo para fazer o download dos Textos


EPICURO. Carta sobre a Felicidade (a Meneceu). Trad. Álvaro Lorencini e Enzo del Carratore. São Paulo: Editora da Unesp, 2002.





DESCARTES, Réné. Meditações (Meditação Primeira e Meditação Segunda). In: Col. Os Pensadores. Trad. de J. Guinsburg e Bento Prado Júnior. São Paulo: Editora Abril Cultural, 1983, pp. 83-98.
http://web.cpv.ufmg.br/Arquivos/2011/Meditacoes.pdf



ARENDT, Hannah. A Crise na Educação. In: Entre o Passado e o Futuro. Trad. Mauro W. Barbosa. São Paulo: Editora Perspectiva, 2000, pp. 221-247.
http://web.cpv.ufmg.br/Arquivos/2011/A_crise_na_educacao.pdf




FONTE: http://www.ufmg.br/copeve

                                                                             Agora é ler e se preparar...


     AULAS DE FILOSOFIA  2ª ETAPA DO VESTIBULAR UFMG 2012

Análise e aprofundamento dos textos:

CARTA SOBRE A FELICIDADE - Epicuro
MEDITAÇÕES -  Descartes
CRISE NA EDUCAÇÃO - Hannah Arendt


APROFUNDAMENTO EM FILOSOFIA

Aulas de preparação para a 2ª etapa do vestibular da UFMG

Matrículas abertas!
Vagas limitadas!

Programação:                 
I. Análise das obras filosóficas da UFMG*.
II. Aprofundamento no Programa Temático.

Turmas com no máximo 10 alunos**;
Análise aprofundada dos textos da 2ª Etapa da UFMG 
Material didático próprio;
Aulas multimídias e interativas;
Espaço grande e arborizado;
Próximo ao Colégio Magnum;
Ônibus na porta (Linha 8103 - Azul);
Pontos de referência: próximo à Av. Cristiano Machado (Colégio Magnum) e Rua Jacuí.

Prova de Filosofia é cobrada nos seguintes cursos: 
Artes Visuais; Cinema de Animação e Artes Digitais; Conservação e Restauração de Bens Culturais Móveis; Comunicação Social; Ciências do Estado; Ciências Sociais; Design de Moda; Direito e Filosofia.

Professor Leonardo Oliveira de Vasconcelos
Professor de Filosofia e Sociologia do Colégio Magnum Agostiniano.
Bacharel e Licenciado em Filosofia pela UFMG.
Especialista no Ensino de Filosofia e preparação para a 2ª Etapa do Vestibular da UFMG,

Local: 
Espaço Villa dos Dons
(Rua Horta Barbosa, n° 887. Nova Floresta. Belo Horizonte - Minas Gerais. Ônibus: 8103 - Azul).

Contato: 
(31) 9399-4739.
(31) 2552-7391.
leo.o.ufmg@gmail.com

Dia e horário:
Segundas e Quartas, de 13:00h. às 15:30h.
ou Sábados, de 13:00h. às 17:40h.

TURMA DE SEGUNDA-FEIRA (Máximo 10 alunos)
Início das aulas: Novembro 2011.
Término: Janeiro de 2012.

TURMA DE SÁBADO (Máximo 10 alunos)
Início das aulas:  Novembro 2011.
Término: Janeiro 2013.

*Obras:
EPICURO. Carta sobre a Felicidade (a Meneceu). Trad. Álvaro Lorencini e Enzo del Carratore. São Paulo: Editora da Unesp, 2002.

DESCARTES, Réné. Meditações (Meditação Primeira e Meditação Segunda). In: Col. Os Pensadores. Trad. de J. Guinsburg e Bento Prado Júnior. São Paulo: Editora Abril Cultural, 1983, pp. 83-98.

ARENDT, Hannah. A Crise na Educação. In: Entre o Passado e o Futuro. Trad. Mauro W. Barbosa. São Paulo: Editora Perspectiva, 2000, pp. 221-247.

**Valor: 
R$ 750,00 (Material incluído. Valor dividido em 3 vezes no cheque. Valor total à vista: 5% de desconto).

Pensamentos

"Conhece a ti mesmo." Sócrates --"A linguagem é a morada do Ser." Heráclito -- "O homem é a medida de todas as coisas." Protágoras -- " Penso, logo existo. " René Descartes -- " O Mundo é minha representação sobre ele. " Artur Schopenhauer -- " Ai ai, o tempo dos pensadores parece ter passado! " Soren Kierkaard -- "Sobre aquilo que não pode ser dito deve se calar.” Ludwig Wittgenstein -- "O Ser é um horizonte de possibilidades." Martin Heidegger -- "A essência precede a existência." Jean Paul Sartre -- " A esperança floresce senão sobre o solo do desespero. " Gabriel Marcel "A razão e a sabedori falam. O Erro e a ignorância gritam." Sto. Agostinho "A melhor lição é o exemplo." Sto. Agostinho