quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

PLATÃO. Teeteto. Sobre a natureza do conhecimento


A definição de conhecimento no Teeteto


O Teeteto começa ao estilo de um diálogo do primeiro período. A questão proposta é "O que é o conhecimento?", e Sócrates oferece-se para fazer de parteira de modo a permitir que o jovem e brilhante matemático Teeteto dê à luz a resposta. A primeira sugestão é a de que o conhecimento consiste em coisas como a geometria e a carpintaria; mas isto não serve como definição, pois a própria palavra "conhecimento" teria de ser usada se tentássemos dar definições de geometria e de carpintaria. Aquilo de que Sócrates está à procura é aquilo que é comum a todos estes tipos de conhecimento.

A segunda proposta de Teeteto é a de que o conhecimento é a percepção: conhecer algo é tomar contato com ela por meio dos sentidos. Sócrates observa que os sentidos de pessoas diferentes são diferentemente afetados: a mesma rajada de vento pode ser sentida por um pessoa como quente e por outra como fria. "É sentida como fria" significa "parece fria", de modo que apreender através dos sentidos é o mesmo que parecer. Apenas o que é verdadeiro pode ser conhecido; assim, se o conhecimento é a percepção sensorial, teremos de aceitar a doutrina de Protágoras segundo a qual aquilo que parece é verdadeiro, ou pelo menos aquilo que parece a uma pessoa específica é verdadeiro para essa pessoa.

Por detrás de Protágoras está Heraclito. Se é verdade que tudo, no mundo, está constantemente a sofrer mudanças, então as cores que vemos e as qualidades que sentimos não podem ser realidades objetivas e estáveis. Cada uma é, pelo contrário, o produto do encontro momentâneo entre um dos nossos sentidos e algum elemento transitório no fluxo universal que lhe corresponda. Quando um olho, por exemplo, entra em contato com um seu correspondente visível, começa a ver a brancura, e o objeto começa a parecer branco. A brancura propriamente dita é gerada pela relação entre estes dois progenitores, o olho e o objeto. O olho e o objeto, do mesmo modo que a brancura a que dão origem, fazem eles próprios parte do fluxo universal; não são imóveis, embora o seu movimento seja lento por comparação com a velocidade com que as impressões dos sentidos vão e vêm. A visão que o olho tem do objeto branco e a brancura do próprio objeto são dois gêmeos que nascem e morrem um com o outro. Uma descrição semelhante pode ser feita para os outros sentidos; e assim podemos ver, pelo menos no que diz respeito ao reino dos sentidos, a razão por que Protágoras dizia que aquilo que parece, é; pois a existência de uma qualidade e a sua aparição ao sentido apropriado são inseparáveis uma da outra.

Mas a vida não é toda feita de sensações. Nós temos sonhos, nos quais aparecemos com asas e voamos; os loucos sofrem delírios, nos quais acham que são deuses. Certamente que estas são aparências que não estão de acordo com a realidade! Metade da nossa vida é passada a dormir; e talvez nunca possamos ter a certeza se estamos acordados ou a sonhar; portanto, como pode qualquer de nós dizer que aquilo que lhe parece num dado momento é verdade?

Para responder a isto, Protágoras pode apelar de novo a Heraclito. Suponhamos que Sócrates fica doente e que o vinho doce lhe sabe a amargo. Segundo a descrição dada antes, a amargura nasce de dois progenitores, o vinho e aquele que saboreia. Mas o Sócrates doente é um saboreador diferente do Sócrates saudável, e de um progenitor diferente nascerá naturalmente um filho diferente. Como cada pessoa que tem sensações está constantemente a mudar, cada sensação é uma experiência única e irrepetível. Pode não ser verdade que o vinho é amargo, mas é verdade que é amargo para Sócrates. Nenhuma outra pessoa está em condições de corrigir o Sócrates doente quanto a isto, de modo que também aqui Protágoras é corroborado: aquilo que me parece a mim, é verdadeiro para mim. Teeteto pode continuar a defender que a percepção é conhecimento.

Mas será que todo o conhecimento é percepção? Saber uma língua, por exemplo, é mais do que simplesmente ouvir os sons pronunciados, coisa que podemos fazer com uma língua que não conheçamos. É verdade, evidentemente, que muitas vezes aprendo algo - por exemplo, que o Parténon fica na Acrópole - vendo-o com os meus olhos. Mas, mesmo depois de fechar os olhos, ou de me ir embora, continuo a saber que o Parténon é na Acrópole. Portanto, a memória é um exemplo de conhecimento sem percepção. Mas talvez Teeteto ainda não tenha sido derrotado: Protágoras pode vir em seu auxílio replicando que é possível saber e não saber algo ao mesmo tempo, como quando pomos uma mão à frente de um dos olhos: tanto podemos ver como não ver a mesma coisa ao mesmo tempo.

Sócrates parece ficar reduzido a uma reação ad hominem. Como pode Protágoras ser professor e levar dinheiro por isso se ninguém está em melhor posição do que qualquer outra pessoa no que diz respeito ao conhecimento, visto que o que parece a cada homem é verdadeiro para ele? Protágoras replicaria que, ao passo que não é possível ensinar alguém de modo a que substitua os pensamentos falsos por verdadeiros, um professor pode fazer-nos substituir maus pensamentos por bons pensamentos, pois, apesar de todas as aparências serem igualmente verdadeiras, nem todas são igualmente boas. Um sofista como Protágoras pode levar um aluno a ficar em melhor estado, tal como um médico poderia curar Sócrates da doença que lhe afetava o paladar, fazendo com que o vinho lhe soubesse de novo a doce.

Em resposta a isto, Sócrates apoia-se no argumento de Demócrito para mostrar que a doutrina de Protágoras se derrota a si mesma. Parece verdade a todos os homens que alguns deles conhecem melhor do que outros diversas áreas de especialidade; nesse caso, tal deve ser verdade para todos os homens. Parece à maior parte das pessoas que a tese de Protágoras é falsa; nesse caso, a sua tese tem de ser mais falsa do que verdadeira, pois os que nela não acreditam são mais do que os que nela acreditam. A teoria de Protágoras pode parecer estar assente em alicerces sólidos quando aplicada à percepção sensorial, mas é deveras implausível se for aplicada aos diagnósticos médicos ou às previsões políticas. Cada homem pode ser a medida do que é, mas mesmo no caso das sensações ele não é a medida do que será: um médico sabe melhor do que o doente se ele terá febre e um comerciante de vinhos saberá melhor do que um consumidor se um vinho ficará doce ou seco.

Mas mesmo onde é mais forte, no domínio da sensação, a tese de Protágoras é vulnerável, argumenta Sócrates, pois depende da tese do fluxo universal, que é, ela própria, inconsistente. De acordo com os heracliteanos, tudo está constantemente a mudar, quer no que diz respeito ao movimento local (o movimento de lugar para lugar), quer no que diz respeito à alteração qualitativa (como, por exemplo, a mudança de branco para preto). Ora, se uma coisa permanecesse no mesmo sítio, poderíamos descrever o modo como mudaria qualitativamente, e, se tivéssemos uma porção de cor constante, poderíamos descrever o modo como ela se moveria de lugar para lugar. Mas se ambos os tipos de mudança tiverem lugar simultaneamente, ficamos reduzidos ao silêncio; não somos capazes de dizer que coisa está a mover-se, nem que coisa está a sofrer uma alteração. A própria percepção sensorial estará em fluxo: um episódio de visão transformar-se-á de repente num episódio de não-visão; a audição e a não-audição seguir-se-ão uma à outra incessantemente. Isto é tão diferente daquilo que tomamos como conhecimento que se o conhecimento for idêntico à percepção, será tanto conhecimento como não conhecimento.

Sócrates prepara-se então para dar a estocada final examinando os órgãos corpóreos dos sentidos: os olhos e os ouvidos, os meios por meio dos quais vemos as cores e ouvimos os sons. Aquilo que é objeto de um dos sentidos não pode ser percepcionado [percebido] por outro sentido: não podemos ouvir as cores ou ver os sons. Mas, nesse caso, o pensamento de que um som e uma cor não são uma e a mesma coisa, mas duas coisas diferentes, não pode ser o produto nem da vista nem do ouvido. Teeteto tem de conceder que não há órgãos para a percepção da mesmidade e da diferença nem da unidade e da multiplicidade; é a própria alma que contempla os termos comuns que se aplicam a tudo. Mas a verdade acerca das propriedades corpóreas mais tangíveis só pode ser alcançada por meio do recurso a estes termos comuns, que pertencem não aos sentidos mas à alma. O conhecimento não reside nas impressões sensoriais, mas na reflexão que a alma faz sobre elas.

Por fim, Teeteto abandona a tese de que o conhecimento é a percepção; propõe que, em vez disso, consiste nos juízos da alma que reflete. Sócrates aprova esta mudança de rumo. Quando a alma pensa, diz ele, é como se estivesse a falar para si própria, fazendo perguntas e respondendo-lhes, dizendo sim e não. Quando conclui a sua discussão interna consigo própria e produz silenciosamente uma resposta, isso é um juízo.

O conhecimento não pode ser identificado sem mais nem menos com a capacidade de produzir juízos, pois tanto há juízos falsos como verdadeiros. Não é fácil explicar o que é o juízo falso: como posso eu produzir o juízo de que A = B se não souber o que é A nem o que é B? Mas, nesse caso, como é possível que me engane no juízo que fiz? A possibilidade dos juízos falsos parece ameaçar-nos com a necessidade de admitirmos que alguém pode saber e não saber a mesma coisa ao mesmo tempo.

Suponhamos, sugere agora Sócrates, que a alma é uma tábua de cera. Quando queremos memorizar qualquer coisa, inscrevemos uma impressão ou uma ideia nesta tábua; e, enquanto a inscrição se mantiver, nós lembramo-nos. Os juízos falsos podem originar-se do seguinte modo: Sócrates conhece Teeteto e o seu professor Teodoro e tem imagens de cada um deles inscritas na sua memória; mas, vendo Teeteto ao longe, identifica-o erradamente não com a sua imagem, mas com a de Teodoro. Quanto mais indistintas se tornam as imagens na cera, mais se torna possível que tais erros sejam cometidos. Os juízos falsos têm origem, portanto, numa discrepância entre a percepção e o pensamento.

Mas não há casos em que fazemos juízos falsos quando não está em causa qualquer percepção? Um exemplo é quando cometemos um erro ao fazer uma soma aritmética. De modo a dar conta destes casos, Sócrates diz que é possível possuir conhecimento sem o ter na alma numa ocasião específica, tal como se pode possuir um casaco e não o vestir. Tomemos a alma, agora, não como uma tábua de cera, mas como um aviário. Nascemos com uma alma que é um aviário vazio; à medida que aprendemos coisas novas, adquirimos novos pássaros, e saber algo é possuir o pássaro correspondente na nossa coleção. Mas, se quisermos usar algum conhecimento, temos de apanhar o pássaro apropriado e segurá-lo na nossa mão antes de o libertar de novo. Assim se explicam os erros aritméticos: alguém que não saiba aritmética não tem quaisquer pássaros relativos aos números no seu aviário; uma pessoa que julgue que 7 + 5 = 11 tem todos os pássaros apropriados esvoaçando à sua volta, mas em vez de apanhar o décimo segundo apanha o décimo primeiro.

Quer estes símiles sejam suficientes para clarificar a natureza dos juízos falsos quer não, há uma dificuldade, aponta Sócrates, na tese de que o conhecimento é o juízo verdadeiro. Se um júri for persuadido por um causídico inteligente a produzir um certo veredito, então, mesmo que o veredito esteja de acordo com os fatos, os jurados não possuem o conhecimento que uma testemunha ocular possuiria. Teeteto modifica então a sua definição de modo a que o conhecimento seja um juízo ou crença que seja não apenas verdadeiro mas também articulado.

Sócrates explora então três maneiras diferentes segundo as quais se poderia dizer que uma crença poderia ser articulada. A mais óbvia de todas é quando alguém tem uma crença que é capaz de exprimir por meio de palavras; mas toda a gente que tenha uma crença verdadeira e que não seja surdo ou mudo é capaz de fazer isto, de modo que este dificilmente contaria como um critério para distinguir entre a crença verdadeira e o conhecimento.

A segunda maneira é a que Sócrates leva mais a sério: ter uma crença articulada acerca de um objeto é ser capaz de proporcionar uma análise dela. O conhecimento de algo é adquirido ao reduzi-lo aos seus elementos. Mas, nesse caso, não pode haver conhecimento dos elementos básicos, que não são analisáveis. Os elementos que formam as substâncias do mundo são como as letras que formam as palavras de uma língua; e analisar uma substância pode ser comparado a soletrar uma palavra. Mas, ao passo que se pode soletrar "Sócrates", não se pode soletrar a letra "S". Assim como uma letra não pode ser soletrada, também os elementos básicos do mundo não podem ser analisados e, portanto, não podem ser conhecidos. Mas, se os elementos não podem ser conhecidos, como podem os complexos formados por eles ser conhecidos? Além disso, apesar de o conhecimento dos elementos ser necessário ao conhecimento dos complexos, não é suficiente; uma criança pode saber todas as letras e, mesmo assim, não ser capaz de soletrar proficientemente.

Segundo a terceira interpretação, uma pessoa tem uma crença articulada acerca de um objeto se for capaz de produzir uma descrição que só se aplique a esse objeto. Assim, podemos descrever o Sol como o mais brilhante dos corpos celestes. Mas, deste ponto de vista, como pode alguém ter qualquer ideia que seja acerca do que quer que seja sem ter uma crença articulada acerca disso? Eu não posso estar realmente a pensar em Teeteto se tudo o que eu for capaz de incluir na descrição forem coisas que ele tem em comum com as outras pessoas, como ter nariz, olhos e boca.

Sócrates conclui, um pouco precipitadamente, que a terceira definição que Teeteto faz de conhecimento não é melhor do que as duas anteriores. O diálogo termina numa atmosfera de perplexidade, como os diálogos socráticos do primeiro período. Mas, de fato, chegou bastante longe. A explicação que dá da percepção sensorial, modificada depois por Aristóteles, viria a ser moeda corrente até ao fim da Idade Média. A definição de conhecimento como crença verdadeira articulada, interpretada como significando crença verdadeira justificada, foi ainda aceite por muitos filósofos do nosso século. Mas aquilo que Platão provavelmente via como o maior feito do Teeteto foi a cura que proporcionou para o ceticismo de Heráclito, ao mostrar que a doutrina do fluxo universal se derrotava a si mesma.

Retirado de História Concisa da Filosofia Ocidental, de Anthony Kenny. Temas e Debates, 1999. cf. http://www.esas.pt/dfa/enpf/td_01excerto2.html

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quarta-feira, 23 de julho de 2008

Brasil precisa de professores de filosofia e sociologia

País tem 20.339 professores de sociologia, sendo que só 12,3% são licenciados na área. Em filosofia, são 31.118 professores, sendo 23% com a licenciatura específica. "Não haveria professor suficiente nem para ter apenas um por escola", diz Dilvo Ristoff, autor do estudo e diretor de Educação Básica Presencial da Capes/MEC, órgão que agora cuida também da formação de professores no país. São 24 mil escolas de ensino médio no Brasil. A lei de junho retificou essa decisão e exigiu que sociologia e filosofia integrassem o currículo dos três anos do ensino médio, o que complicou mais ainda a situação.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


quarta-feira, 25 de junho de 2008

CONVITE: DIA 27 DE JUNHO 2008


segunda-feira, 2 de junho de 2008

Lei nº.1641/2003 que torna obrigatório Filosofia e Sociologia nas escolas de ensino médio, públicas e privadas

DIA HISTÓRICO: Sancionada a lei que torna obrigatória as disciplinas de Filosofia e Sociologia na Educação.
O presidente da República, em exercício, José Alencar, sancionou hoje, às 16h., no Salão de Atos do Palácio do Planalto, com a presença do Ministro da Educação Fernando Haddad e de grande público presente, a lei que torna obrigatório o ensino das disciplinas de Filosofia e Sociologia nas escolas de ensino médio, públicas e privadas. O Projeto de Lei nº. 1641/2003, do Dep. Ribamar Alves (PSB/MA), foi aprovado primeiro na Câmara dos Deputados, e no dia 8 de maio deste ano, no Senado.A obrigatoriedade do ensino da Filosofia e Sociologia no currículo do ensino médio levaram o Congresso Nacional alterar o artigo 36 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), Lei nº. 9.394, de 20 de dezembro de 1996.

A obrigatoriedade, segundo a lei, entra em vigor a partir da sua publicação no Diário Oficial da União.Com a concretização de muitas lutas e discussões, nesse dia em que é sancionada a lei pela obrigatoriedade no Ensino Médio, temos um resgate e uma justiça sendo feita. Pois oportunizar que os jovens reflitam sobre si mesmos e sobre a sociedade é fortificar a democracia - “Quanto mais esclarecidos os indivíduos mais esclarecida a sociedade”, afirmava Theodor Adorno.

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Seria cômico se não fosse trágico...

Caros amigos,

depois de um bom tempo hoje resolvi postar, fiquei com medo de adormecer meus pensamentos, como diz Goya (1746-1828) "El sueño de la razon produce monstruos". Por falar em monstros, existem vários por aí, nada a declarar sobre as decisões políticas - a discussão sobre a nova CPMF, as pesquisas com células tronco, Mps, O Legislativo fazendo papel do Judiciário, resolvendo escândalos de lobistas e dossiês etc. - sem contar a falta de respeito nos trânsitos, a falta de educação dos jovens, um hedonismo desmedido e um niilismo absoluto que amedronta nossa convivência nos tempos de hoje..., CHEGA! Não vou falar disso agora, rezemos para que esses monstros um dia deixem a razão despertar.

Mudando de assunto, porém dentro dele, sei que já está cansativo os comentários e documentários na mídia sobre o caso da menina Izabella Nardoni, que chocou todos nós, e que ainda não foi julgado, mas alguns pseudos-poetas da nossa sociedade, de forma geral, banalizam o ocorrido com invenções e piadinhas, a grande maioria de muito mau gosto, o que eu acho de grande falta de respeito com a mãe e familiares da mesma - digo mãe e não os pais, uma vez que o caso ainda não foi julgado, e o pai, Alexandre Nardoni, é um dos réus - como exemplo, um grupinho de alunos me contou uma piadinha de humor negro fazendo alusão à morte da pequena Izabella, o que achei despresível, por aí vai...

Ontem, contudo, recebi um e-mail com a foto-montagem abaixo: "Os verdadeiros pais de Suzane Von Richtofen", que até agora não sei se rio ou choro, porém achei-a bastante criativa e quiçá educativa, o que chamariamos de "A Família Monstro".

















Coincidiu que hoje meu grande amigo e companheiro, Alex Manzi, mostrou-me um vídeo do pessoal do Papo Furado: "Análise gramatical da entrevista dos Nardoni", um detalhe, são poetas na arte cômica, batem de dez a zero no pessoal do Pânico da TV - que se transformou em monstros advindos do sono da razão). Enfim, seria cômico se não fosse trágico, uma vez que este pode ser o futuro perfil dos universitários brasileiros, ou seja, A LÍNGUA PORTUGUESA DOS NOVOS DIPLOMADOS HOJE, é cabuloso, vale a pena conferir:


quinta-feira, 17 de abril de 2008

MOSTRA DAS PROFISSÕES 2008


Caro aluno(a),

você que tem sonhos e metas a realizar e para tal fim vai se inscrever no Vestibular, conheça de perto cada profissão das Faculdades da Universidade Federal de Minas Gerais na Mostra das Profissões 2008: 28 a 30 de Abril no Campus da UFMG.
Estamos promovendo uma excurssão, convido você a participar.
Na semana que vem vou entregar aos alunos uma lista com nomes, em seguida você receberá a um termo com a autorização dos responsáveis, caso tenha interesse em participar se inscreva.

A Mostra das Profissões é um espaço da UFMG para olhar, perguntar, tirar dúvidas e trocar informações. Com conhecimento, a escolha da profissão torna-se mais consciente. E nessa Mostra, em especial, essa escolha será, com certeza, ainda mais instigante. Afinal, a Universidade irá oferecer mais cursos e vagas, além de ampliar as opções no noturno.

Pense nisso!!!

Mais informações: http://www.ufmg.br/mostradasprofissoes/
e-mail: mostradasprofissoes@copeve.ufmg.br

quarta-feira, 9 de abril de 2008

SUSTENTABILIDADE

Sustentabilidade está relacionado a empreendimentos éticos com a continuidade dos aspectos econômicos, sociais, culturais e ambientais da sociedade humana.

A sustentabilidade abrange vários níveis de organização, desde a vizinhança local até o planeta inteiro.

Para um empreendimento humano ser sustentável, tem de ter em vista 4 requisitos básicos. Esse empreendimento tem de ser:

ecologicamente correto;

economicamente viável;

socialmente justo;

e culturalmente aceito.



Sobre sustentabilidade:
http://mercadoetico.terra.com.br/
http://invertia.terra.com.br/sustentabilidade
http://portalexame.abril.com.br/blogs/sustentabilidade/listar1.shtml

terça-feira, 8 de abril de 2008

TÍTULO DE ELEITOR - QUESTÃO DE CIDADANIA - ÉTICA JÁ!!!

ATENÇÃO ALUNOS,

NÓS PROFESSORES DO COLÉGIO RUI BARBOSA, EM ESPECIAL A PROFESSORA DANIELA DENISE (HISTÓRIA) E EU, PROF. LEONARDO (ÉTICA E CIDADANIA), CONVIDAMOS A TODOS OS ALUNOS PARA O SEGUINTE EVENTO:

DIA 11 DE ABRIL (NESTA SEXTA-FEIRA) O 33o CARTÓRIO DO TRE (TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL) DE BELO HORIZONTE VAI ESTAR NO COLÉGIO, ATENDENDO SOMENTE A ALUNOS, PARA FAZEREM O TÍTULO DE ELEITOR.


ALUNO, SE VOCÊ É MAIOR DE 16 ANOS E AINDA NÃO TEM SEU "TÍTULO DE ELEITOR", FAÇA SEU CADASTRO NO DIA 11 DE ABRIL (LEVE IDENTIDADE, COMPROVANTE DE RESIDÊNCIA, SE MAIOR DE 18 ANOS, LEVE SEU CERTIFICADO DE ALISTAMENTO MILITAR).

FAÇA VALER A SUA OPINIÃO, FAÇA VALER OS SEUS DIREITOS.

CAMPANHA ÉTICA JÁ! POR UM PAÍS MELHOR!

sexta-feira, 28 de março de 2008

VAMOS VIVER COM ÉTICA!!!

A chave para a solução dos problemas atuais do Brasil pode ser a mesma que o prefeito de New York usou há uma década atrás.

Veja os 10 mandamentos:

01. Você acha um absurdo a corrupção da polícia?
Solução: NUNCA suborne nem aceite suborno!

02. Você acha um absurdo o roubo de carga, até mesmo com assassinatos dos motoristas?
Solução: EXIJA a nota fiscal em TODAS as suas compras!

03. Você acha um absurdo a desordem causada pelos camelôs?
Solução: NUNCA compre nada deles! A maior parte de suas mercadorias são produtos
roubados, falsificados ou sonegados.

04. Você acha um absurdo o poder dos marginais das favelas?
Solução: NÃO compre nem consuma drogas!

05. Você acha um absurdo o enriquecimento ilícito?
Solução: NÃO o admire, repudie-o.

06. Você acha um absurdo a quantidade de pedintes no sinal ou de flanelinhas nas ruas?
Solução: NUNCA dê nada.

07. Você acha um absurdo que qualquer chuva alague a cidade?
Solução: SÓ jogue o LIXO no LIXO.

08. Você acha um absurdo haver cambistas para shows e espetáculos?
Solução: NÃO compre deles, nem que não assista ao evento.

09. Você acha um absurdo o trânsito da sua cidade?
Solução: NUNCA feche o cruzamento.

10. Você está indignado com o desempenho de seus representantes na política?
Solução: Nunca mais vote neles e espalhe aos seus amigos seu desalento e o nome dos eleitos que o decepcionam.

OBS.: Você acha um absurdo o poder econômico e militar dos Estados Unidos da América?
Solução: Prestigie a indústria brasileira!

Estamos passando por uma fase de falta de cidadania e patriotismo.

Precisamos mudar nosso comportamento para que possamos viver num país onde tenhamos orgulho de dizer: EU SOU BRASILEIRO!

Ficando parado, você não contribui com nada; portanto não pode reclamar.

Pratique os pontos com os quais você concordou e tente praticar também os que você não concordou.

Divulgue esta mensagem, pois estará contribuindo para um Brasil melhor, precisamos melhorar este país.

VAMOS VIVER COM ÉTICA!!!

Referência: http://cesinhabiker.multiply.com/journal/item/313

quinta-feira, 27 de março de 2008

VIVER A ÉTICA

1) Quais são os três grandes valores éticos?

O primeiro valor é o RESPEITO.
Consiste em não causar dano a ninguém e controlar nossos instintos agressivos.

O segundo valor é a JUSTIÇA.
Consiste em dar o que pertence a cada pessoa,e só tem sentido, se antes cumprimos com os valores do Respeito.

O terceiro valor é o AUTODOMÍNIO.
Controlar nossos instintos quando espontaneamente vão a favor de algum anti-valor e só tem sentido põe ordem dentro de nós mesmos, se antes estamos em ordem com os demais.

2) O que significam as palavras Fisiodulia, Biodulia, Ecodulia e Genodulia?

(Dulia vem de Doulos = respeito)

FISIODULIA: respeito à natureza humana, incluido nela o corpo humano, respeito à pessoa, à sua liberdade.

BIODULIA: respeito à vida humana individual (por exemplo, você se respeitar a si mesmo).

ECODULIA: é o respeito ao meio-ambiente (por exemplo: todos os tipos de poluição são sim falta de respeito ao meio-ambiente).

GENODULIA: é o respeito à vida da espécie humana (por exemplo, aos embriões, feto, a tudo o que é humano etc.).

terça-feira, 11 de março de 2008

CAMPANHA QUE PAPELÃO!

A prefeitura de Belo Horizonte, por meio da BH TRANS (ultimamente responsável pelas multas de trânsito em Belo Horizonte / MG), estão com a campanha "Que Papelão" que tem como objetivo alertar a população sobre os riscos de beber e dirigir, além da consciência de dirigir com atenção ao volante, não falar ao celular ao dirigir, não estacionar em locais proibidos entre outros, que por sinal é bastante educativa.
Interessante que hoje fui ao banco Bradesco fazer um depósito no caixa eletrônico e encontrei um adesivo pregado no mesmo com a seguinte frase:

"Que papelão: político roubar da nação""Que papelão: político polui mais que sacola de plástico"

Na hora achei hilário, porém faz sentido e muito.
Representantes do povo, quando a missão é grande implica em grande responsabilidade.

Pense nisso! Até o próximo post...

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Ser professor

Achei uma reflexão interessante para os professores de plantão:

"é o modo de agir do professor em sala de aula, mais do que suas características de personalidade que colabora para uma adequada aprendizagem dos alunos. O modo de agir do professor em sala de aula fundamenta-se numa determinada concepção do papel do professor, que por sua vez reflete valores e padrões da sociedade."

ABREU, Maria C. & MASETTO, M. T. O professor universitário em aula. São Paulo: MG Editores Associados, 1990. (p.115)

Estou pensando bastante nesse assunto.
Abração a todos os mestres!

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

1o ANO

clique aqui para abrir o texto "CAUSAS DA ORIGEM DA FILOSOFIA".

VOLTA ÀS AULAS!!!

Galera,

as aulas começaram e as lembranças das férias vão ficando para trás. Voltar às aulas significa mais disciplina, cumprimento dos horários, tarefas de casa e uma infinidade de compromissos que exigem esforço, tanto dos alunos quanto dos pais.

Mas, embora a disciplina seja importante, não podemos esquecer que, com os alunos, estão de volta os seus sonhos. E a grande maioria sonha com as descobertas, fazer novas amizades, sempre idealizando um ano melhor.

Quanto aos pais, além da responsabilidade de preservar, cuidar, amar, educar com sucesso, é necessário buscar uma parceria ideal, sem delegar plenos poderes nem transferir para a escola toda a formação das crianças.

É natural querer conhecer e acompanhar de perto aquele que diretamente vai influir na formação dos nossos filhos. Mas, mesmo conhecendo e depositando a confiança na escolha feita, é essencial o trabalho conjunto (família/ escola) na formação humana.

Portanto, tenham a certeza de que sempre estaremos à disposição para transformar “nossos pequenos” em “grandes homens”, orientado-os e educando-os com muito amor.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

BEBIDA, DIREÇÃO E ADRENALINA

Venho através deste declarar que estou apavorado com o trânsito nas ruas e estradas de meu querido estado de Minas Gerais, mais precisamente, estou com medo e pavor do trânsito no Brasil. Quanta imprudência por parte dos motoristas e motociclistas vemos nas ruas, ultrapassagens em faixa dupla, quanta pressa e velocidade em pequenas ruas e  avenidas. A embriagues ao volante é frequente, hoje ainda há aqueles que afirmam "dá nada pra mim", uma expressão símbolo da impunidade que está na boca de crianças e adultecentes (nem adolescente e nem adulto) no Brasil.

Hoje de madrugada um jovem de 24 anos, Gustavo Henrique Oliveira Bittencourt, esteriótipo de um playboy, com um carro importado em alta velocidade e com o corpo absorvido pelo álcool, em alta velocidade e na contra-mão veio de encontro com um outro veículo, tirando a vida de Fernando Paganelli de Castro, um chefe de família que se dirigia ao trabalho, Gustavo Bittencourt fugiu de táxi  deixando latas e garrafas long neck de cerveja e um amigo acidentado no banco de trás de seu possante, porém esqueceu sua carteira com identidade e carteira de habilitação nos destroços, tudo isso numa das avenidas que mais movimentadas de Belo Horizonte a av. Raja Gabaglia. Gustavo chegou a ser preso pela polícia longe do local do acidente, porém foi solto.

Já perdi as contas de quantos amigos morreram em acidentes de carros e motos, vale lembrar de um amigo Ângelo dos Reis, que morreu no ano passado, acidente de moto, cujo o réu que estava trêbado no seu veículo e avançou o sinal na avenida Portugal - na região da Pampulha - atingindo a moto do meu amigo com a sua namorada.

Penso dez vezes antes de viajar de carro nas estradas. Há ainda aqueles que constantemente abusam da velocidade de seus possantes, porque é prazeroso pisar fundo no acelerador, quase um esporte, sensações de perigo que lembram a morte, um gozo muito caro, diz Freud. Infelizmente, esse fato vem ocorrendo em todo o Brasil. Veja alguns dados:
- 42.000 pessoas morrem por ano vítimas de acidente de trânsito no Brasil
- 24.000 pessoas morrem em razão de acidentes nas estradas
- 13.000 morrem no local do acidente e 11.000 são feridos graves que morrem posteriormente

Esses dados equivalem à queda de um boing 727 com 400 passageiros por dia no período de um ano, já pensou nisso?


Cuidado para seu carnaval não se transformar numa carnificina! 



sábado, 26 de janeiro de 2008

MEU PAI, MEU HERÓI

Quem não tem um herói? Alguns aparecem e somem das nossas vidas, outros podem ser perigosos, uma vez que corremos o risco de morrermos esmagados pela sua imagem (eidola do grego de onde vem a palavra idolatria, ou seja, atidude de entregar-se à imagem, adorar um deus esculpido, uma imagem, oferecer tributos e sacrifícios, daí a idéia judaíca de quem idolatra imagens está adorando um falso deus, e o único Deus é JAVÉ).

Alguns pensadores tem a opinião de que os ídolos são seres metafísicos, no caso Deus mesmo, outros que são criações da mente - seres imaginários, que contém as qualidades que elegemos serem superiores e configuramos em uma pessoa ou um deus, por exemplo, o personagem Aquiles da Ilíada, obra de Homero, e finalmente aqueles que já não acreditam em nada disso - porém para mim herói é aquele que é uma referência para nossa vida, para nossos pensamentos e para formação do nosso caráter.

Nesta curta estrada que até agora percorri, muito aprendi. Embora muito, mas muito pouco diante do que me foi ensinado pelos meus pais.

Vou falar de uma pessoa que é mais que meu herói, é mais que amigo, é meu mestre, MEU PAI: Carlos Vasconcelos.






Carlão, mesmo distante, vc está muito perto de mim. Quero dizer a você a você que tudo o que sou é devido a você e a mamãe. Sigo hoje as trilhas dos seus exemplos de vida, do seus exemplo de caráter e humanidade. Lembro-me quando era jovem, a sua paciência em me ensinar, educar e a ser perseverante nos momentos difíceis, da sua dedicação para conosco, sua família, da sua luta diária, da sua disposição em solucionar problemas de diversas naturezas.

Não gosto das músicas do Fábio Júnior, mas essa composição é quiçá a única
que eu gosto e é isso que gostaria de te falar: Valeu por tudo, te amo, cara!!!

Pai!

Pode ser que daqui a algum tempo
Haja tempo prá gente ser mais
Muito mais que dois grandes amigos
Pai e filho talvez...

Pai!
Pode ser que daí você sinta
Qualquer coisa entre
Esses vinte ou trinta
Longos anos em busca de paz...

Pai!
Pode crer, eu tô bem
Eu vou indo
Tô tentando, vivendo e pedindo
Com loucura prá você renascer...

Pai!
Eu não faço questão de ser tudo
Só não quero e não vou ficar mudo
Prá falar de amor
Prá você...

Pai!
Senta aqui que o jantar tá na mesa
Fala um pouco tua voz tá tão presa
Nos ensine esse jogo da vida
Onde a vida só paga prá ver...

Pai!
Me perdoa essa insegurança
Que eu não sou mais
Aquela criança
Que um dia morrendo de medo
Nos teus braços você fez segredo
Nos teus passos você foi mais eu...

Pai!
Eu cresci e não houve outro jeito
Quero só recostar no teu peito
Prá pedir prá você ir lá em casa
E brincar de vovô com meu filho
No tapete da sala de estar
Ah! Ah! Ah!...

Pai!
Você foi meu herói meu bandido
Hoje é mais
Muito mais que um amigo
Nem você nem ninguém tá sozinho
Você faz parte desse caminho
Que hoje eu sigo em paz
Pai! Paz!...

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Delírio da fama?

Não são recentes os escândalos de artistas na mídia. Escândalos com artistas sempre existiram na história do Olimpo da fama, desde a antigüidade até hoje. Sabemos que eles sempre demonstraram publicamente seu lado privado da vida, e publicar essas privacidades é "ganha-pão" de muitos jornalistas por aí, ainda mais hoje que a mídia é entreterimento para preencher a vida e o tempo de muitas pessoas.
Sabemos que cada artista tem suas chamadas "válvulas de escape", ou seja, cada um desagua suas energias de formas diversas - Freud já dizia - alguns entram de cabeça no mundo das drogas, sexo, consumismo sem fronteiras e chegam até o ponto máximo: suicídio. Exemplos disso são os grandes astros da História do Rock - Elvis Presley, Jimi Hendrix, Janis Joplin e até o caso do vocalista do INXS Michael Hutchence (suicídio), são milhares de casos assim. De um ponto de vista psicológico essas atitudes de celebridades são muitas vezes vistas como demonstrações de pura insanidade, descontrole emocional e um grande vazio existencial.
Ora, por outro lado, temos artitas que deliberam essas energias com ações menos agressivas, ou seja, dedicam-se às causas sociais, muitos chegam ao equilíbrio emocional através da religião, ou criam novas obras, músicas etc., exemplo disso é a família Jolie-Pitt: Brad Pitt, que adotou algumas crianças do continente africano, juntamente com a artista e atual esposa Angelina Jolie, e diversos casos de outros famosos.
Penso que a arte deve é preencher o "buraco existencial" que existe em nós e não abrí-lo mais, tornando-se um abismo.


Michael Jackson é o caso mais famoso acerca do delírio da fama. Antes Black, agora White. A causa é o vitiligo (despigmentação da pele) ou delírio psicológio?


Kurt Cobain - vocalista do Nirvana, que suicidou em 1994.
Foi por causa de seus delírios provindos da fama?

O caso da cantora e compositora norte-americana Britney Spears, que vendeu cerca de 91 milhões de albums e 60 milhões de singles, no mundo todo de acordo com a revista TIME.
Britney Spears e suas atuais atitudes polêmicas - delírio da fama ou jogada de marketing???

Pensamentos

"Conhece a ti mesmo." Sócrates --"A linguagem é a morada do Ser." Heráclito -- "O homem é a medida de todas as coisas." Protágoras -- " Penso, logo existo. " René Descartes -- " O Mundo é minha representação sobre ele. " Artur Schopenhauer -- " Ai ai, o tempo dos pensadores parece ter passado! " Soren Kierkaard -- "Sobre aquilo que não pode ser dito deve se calar.” Ludwig Wittgenstein -- "O Ser é um horizonte de possibilidades." Martin Heidegger -- "A essência precede a existência." Jean Paul Sartre -- " A esperança floresce senão sobre o solo do desespero. " Gabriel Marcel "A razão e a sabedori falam. O Erro e a ignorância gritam." Sto. Agostinho "A melhor lição é o exemplo." Sto. Agostinho