sábado, 23 de fevereiro de 2013

2ª EM - DEVER DE CASA - N°2 - FEV/2013


COLÉGIO MAGNUM AGOSTINIANO

UNIDADE CIDADE NOVA - BELO HORIZONTE - MINAS GERAIS
ANO: 2ª SÉRIE - ENSINO MÉDIO
DISCIPLINA: FILOSOFIA/SOCIOLOGIA
PROF. LEONARDO OLIVEIRA DE VASCONCELOS
ATIVIDADE: DEVER DE CASA - N° 2. FEVEREIRO/2013

QUESTÃO 01.  Explique a concepção Panteísta de Giordano Bruno que identifica a transcendência e imanência.
QUESTÃO 02. Quais foram as consequências das teses de G. Bruno para a sua própria vida e para a sociedade? Comente.
QUESTÃO 03. Explique a concepção cética de Michel Montaigne.
QUESTÃO 04. Sobre o texto de Montaigne "Os canibais" (confira o texto na pág. 274 do nosso livro didático), explique a crítica que Montaigne faz à cultura européia no que diz respeito à invasão dos colonizadores na descoberta das Américas. 

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

2ª EM - DEVER DE CASA - N°1 - FEV/2013

COLÉGIO MAGNUM AGOSTINIANO
UNIDADE CIDADE NOVA - BELO HORIZONTE - MINAS GERAIS
ANO: 2ª SÉRIE - ENSINO MÉDIO
DISCIPLINA: FILOSOFIA/SOCIOLOGIA
PROF. LEONARDO OLIVEIRA DE VASCONCELOS
ATIVIDADE: DEVER DE CASA - N° 1. FEVEREIRO/2013

QUESTÃO 01. COM BASE EM NOSSAS DISCUSSÕES EM SALA DE AULA, REDIJA UM TEXTO, DESCREVENDO AS PRINCIPAIS MUDANÇAS PARADIGMÁTICAS QUE OCORRERAM DA IDADE MÉDIA PARA O RENASCIMENTO. 

QUESTÃO 02.  (Uff 2012)  Leonardo da Vinci (1452-1519), artista, pensador e inventor, foi um dos responsáveis pelas mudanças profundas da cultura europeia a partir do Renascimento. 
Para ele, os que se limitam a imitar o que outros fizeram, em vez de aprender diretamente com a natureza, “tornam-se netos e não filhos da natureza”. Segundo ele, as ciências que “começam e terminam na mente” não possuem a verdade, porque nos discursos puramente mentais “não ocorre a experiência, sem a qual nada oferece certeza de si mesmo.”

Considerando essas citações, marque a alternativa que melhor apresenta a concepção de Leonardo da Vinci sobre o conhecimento e a arte.
a) Sábios são aqueles que se submetem aos conhecimentos de seus antecessores.   
b) A observação e a experiência diretas são indispensáveis para o conhecimento da natureza.   
c) A observação da natureza impede o trabalho da mente.   
d) A observação e a experiência diretas são necessárias somente nas ciências aplicadas.   
e) É prudente confiar apenas nos sábios que nos antecederam.   
  
QUESTÃO 03. (Uema 2012)  Das alternativas abaixo, marque aquela que apresenta o sentido de cultura elaborado pelos humanistas no Renascimento do século XVI.
a) Cultura é a valorização do trabalho, pois se acredita que pelo trabalho o homem não só aprimora suas habilidades como também ganha dignidade.   
b) Cultura é o cultivo do espírito no sentido de seguir firmemente os ordenamentos de Deus aqui na terra como necessário para a salvação da alma.   
c) Cultura é o cultivo do espírito, exprimindo a ação de desenvolver a capacidade intelectual e de aprimorar as qualidades naturais dos homens.   
d) Cultura seria associada à prática do lazer, do cultivo às artes, à ciência e às letras.   
e) Cultura seria o fazer humano por meio do qual o homem produz bens materiais e se autoproduz.    
  
QUESTÃO 04. (Uncisal 2011)  Um movimento intelectual que influenciou fortemente o surgimento da filosofia moderna foi a Revolução Científica, ocorrida entre os séculos XIV e XVII. Algumas de suas características mais marcantes foram a substituição da concepção geocêntrica do cosmos pela concepção heliocêntrica, a valorização da experimentação, a articulação entre saberes teóricos e realizações práticas e a contestação de dogmatismos religiosos. Portanto, sobre a Revolução Científica, pode-se afirmar que
a) foi um movimento intelectual sem repercussões no campo filosófico.   
b) uma de suas consequências marcantes foi a formulação de um modelo cósmico para o qual o sol seria o centro do universo.   
c) caracterizou-se pela divulgação da tese geocêntrica.   
d) consagrou a concepção segundo a qual a natureza seria um âmbito sagrado e não passível de conhecimento e dominação pelos homens.   
e) foi um movimento intelectual que ocorreu em harmonia com as instituições e dogmas religiosos.   
  
QUESTÃO 05. (Ueg 2011)  Conhecimento é a relação que se estabelece entre o sujeito cognoscente e um objeto. Na Grécia antiga não havia fragmentação do conhecimento, e pensar sobre um assunto envolvia a totalidade dos outros. Os filósofos gregos da antiguidade se preocupavam basicamente com os problemas do ser e do não ser, da permanência e do movimento, da unidade e da multiplicidade das ideias e das coisas. Já para o pensador medieval, o problema principal era a conciliação entre fé e razão. No Renascimento, surgem as seguintes grandes modificações:
a) a união entre fé e razão, o fideísmo e o positivismo.   
b) a união entre fé e razão, o teocentrismo e o interesse pela moral.   
c) a valorização da fé em detrimento da razão, o cosmocentrismo e o fideísmo.   
d) a separação entre fé e razão, o antropocentrismo e o interesse pelo saber ativo.   
  
QUESTÃO 06. (Uem 2010)  O Renascimento é considerado um marco da Idade Moderna. Uma das características desse período é o processo de secularização do universo, da sociedade, da cultura: muitos princípios e práticas que tinham uma fundamentação teológica e religiosa adquirem um caráter laico. É possível constatar isso, inclusive, na nova concepção que o corpo adquire durante o Renascimento.

Sobre o Renascimento e a Idade Moderna, assinale o que for correto.
01) Os estudos de anatomia, praticados pelo médico belga Vesalius (1514 – 1564) e por Leonardo da Vinci (1452 – 1519), não só alteram várias concepções inadequadas da anatomia tradicional, baseadas nas obras de Galeno (séc. II), como também alteram a representação religiosa do corpo humano e lhe dão uma conotação física, naturalista e biológica.   
02) Por considerar o corpo humano apenas matéria, a Igreja da Idade Média não se importava com a exumação de cadáveres para a prática de experiências científicas.   
04) A Idade Moderna desenvolve uma concepção mecanicista do corpo que pode, inclusive, ser encontrada na obra de René Descartes.   
08) A secularização da concepção do corpo apresenta-se durante o Renascimento na expressão artística, como, por exemplo, na arte pictórica de Rembrandt, que reproduz a experiência de Vesalius no seu quadro A lição de anatomia.   
16) A exumação dos cadáveres, sua dissecação e as experiências neles exercidas eram, no início da Idade Moderna, rigorosamente submetidas aos princípios da bioética e fiscalizadas por um conselho composto por membros da Igreja e magistrados.

SOMA TOTAL:  

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

9° ANO - DEVER DE CASA - N° 1 - FEV/ 2013

COLÉGIO MAGNUM AGOSTINIANO
UNIDADE CIDADE NOVA - BELO HORIZONTE - MG
SÉRIE: 9° ANO - ENSINO FUNDAMENTAL
DISCIPLINA: FILOSOFIA
PROF. LEONARDO OLIVEIRA DE VASCONCELOS
ATIVIDADE: DEVER DE CASA - N° 1 (FEVEREIRO 2013).

O MITO (PÁG. 27 DO BLOCO DE ATIVIDADES - 9° ANO EF)


Leia o texto e responda as questões.


     Nasci e me criei numa pequena cidade do interior mineiro.
    Acordava cedo para ver o nascer do sol e sentir o cheiro da relva fresquinha da manhã. Acompanhava as enxurradas após as chuvas, com a calça dobrada até o joelho, tentando alcançar o arco-íris e seu pote de ouro... Caía das árvores, pegava goiaba no quintal do vizinho, tentava adivinhar o formato das nuvens, pulava cerca, fogueira, ganhava palmada, puxão de orelha.Vestia-me de anjo nas coroações de maio, brincava de pique, de roda, de pular corda, de amarelinha...
     Tive baile de formatura, participei das paradas de 7 de setembro, me vesti de índio, de bruxa, de camponesa, de princesa e, no Natal, arrumava a mesa de guloseimas para o Papai Noel e dormia bem cedo, após ter visitado todos os presépios da cidade vestia de pastorinha.
    Esses instantes mágicos são minhas lembranças mais preciosas; são sonhos que acumulei como todas as crianças da cidade; são minhas referências.
    Nos momentos difíceis, a luz daquelas manhãs e o cheiro do mato molhado me deixam mais tranquila...
    A pastorinha, o anjo, o baile de formatura, cada fogueira que pulei são vitórias que acumulei e que denunciam, sempre que preciso, o ser humano criativo, capaz de encontrar uma saída.
    A palmada, o puxão de orelha, os papéis que representei são referências necessárias para os momentos em que me sinto grande demais e preciso ser pequena. E a esperança do Papai Noel e o pote de ouro do arco-íris tornaram-se lembranças para os momentos em que me sinto pequena demais e ao mesmo tempo preciso ser grande.
    É partindo dessas experiências, da magia dessas referências, que crio meus conceitos de liberdade, de sociedade, de vida. 
Autora: Fátima Amorim.

RESPONDA:


1. O texto citado refere-se a uma forma de conhecimento intuído, que resgata o mágico, o sonho. Esse tipo de conhecimento denomina-se:


(   ) Filosofia                (   ) Mito


(   ) Senso comum      (   ) Religião


2.  Cite uma função do mito.

3.     “A força do mito, apesar dos elementos fantasiosos, é oferecer um significado ou “sentido”, ao existir humano”. Retire do texto uma frase que ilustre essa afirmação.

4.     Cite alguns elementos míticos contidos no texto.

5.     Procure o significado do termo “intuição” no dicionário e explique a frase: “O mito é uma verdade intuída”. 


6.     Apesar da ruptura e da fragmentação do pensamento mítico, ele não morreu. Está presente no homem moderno. Cite três elementos que demonstrem a presença e a força do mito na nossa época. 


7.     Explique: “O enfraquecimento da morte é o que faz do homem comum um herói, um santo, um revolucionário, um artista.” 


8.    Na maior parte dos exemplos de heróis ou ídolos de uma época, percebemos que o grande marco de suas obras situa-se em valores especiais como liberdade, força ou coragem. Como você explica a atração ou força que “esses valores” provocam nas pessoas?

INTRODUÇÃO À SOCIOLOGIA

A SOCIEDADE COMO OBJETO DE ESTUDO
OPERÁRIOS, DE TARSILA DO AMARAL
Cena do filme O Garoto Selvagem, de 1969.
Victor de Aveyron (criança selvagem encontrada na França) aprendeu a andar, a comer, a se vestir e a fazer objetos por intermédio do contato com outras pessoas, ou seja, por intermédio de relações sociais. Mas não assimilou apenas as coisas práticas da vida. Ao estabelecer relações com outros seres humanos, aprendeu também a se comportar, a expressar sentimentos e a agir da mesma forma que as pessoas com as quais passou a conviver. Em uma palavra, ele se socializou, ou seja, tornou-se um membro da sociedade.
O estudo de como os seres humanos se relaciona na vida social, das formas pelas quais interagem uns com os outros, estabelecendo regras e valores, das coisas que produzem e das trocas simbólicas no curso dessas relações constituem tarefa de um grupo de disciplinas reunidas sob o nome de Ciências Sociais. A Sociologia é uma dessas disciplinas.

 O comportamento humano é complexo e diversificado. Cada indivíduo recebe influências do meio em que vive, forma-se de determinada maneira e age no contexto social de acordo com sua formação. O indivíduo aprende com o meio, mas também o transforma com suas ações. Assim, o ser humano não é um produto passivo do meio, mas constrói a si mesmo interagindo com o meio e modificando-o.
 Há comportamentos estritamente individuais - como andar, respirar, dormir,  que se originam na pessoa como organismo biológico. São comportamentos estudados pelas Ciências Físicas e Biológicas. Já ações como trabalhar, jogar vôlei ou futebol, fazer greve, participar de reuniões, assistir a aulas, estudar, casar-se, educar os filhos são comportamentos sociais, pois se desenvolvem por meio de interações no contexto da sociedade.
Essas interações sociais não podem ser plenamente explicadas pela Biologia ou pela Física. Para compreendê-las, estudá-las de forma sistemática e explicá-las foram criadas as Ciências Sociais. Elas pesquisam e estudam o ser humano como ser social em suas várias formas de manifestação.
 O objeto de estudo das Ciências Sociais, portanto, são os seres humanos no contexto de suas relações sociais. O método empregado nesse estudo é o da investigação científica.

O MÉTODO CIENTÍFICO NAS CIÊNCIAS SOCIAIS

Em geral, temos opiniões formadas sobre diversos assuntos. Por exemplo, se um pai castiga seu filho, somos levados a pensar que o menino transgrediu alguma regra, comportou-se mal ou tirou notas baixas na escola. Esse é um tipo de conhecimento que faz parte de nossas percepções cotidianas. Não constitui um conhecimento científico.
Entretanto, essa mesma atitude do pai que castiga o filho pode ser objeto de análise da ciência. Para isso é preciso que seja aplicado a ela um método científico de investigação.

Em ciência, a palavra método designa um conjunto de procedimentos, ou de atividades ordenadas, necessários ao conhecimento do objeto de estudo em um nível de profundidade que não pode ser apreendido pela observação superficial do cotidiano. Trata-se de um processo racional, que utiliza conceitos, categorias de análise, hipóteses e outros recursos para chegar a um resultado, seja este a explicação de um fenômeno ou a formulação de leis que regem certos conjuntos de fenômenos.
Tudo isso levou o pensador inglês K. Pearson a afirmar que “a ciência não são os fatos, mas o método com que são tratados". Os fatos são, na verdade, a matéria-prima com que trabalha a ciência.

 DIVISÕES DAS CIÊNCIAS SOCIAIS
 Com o avanço do conhecimento da sociedade, tornou-se necessário dividir as Ciências Sociais em diversas áreas de conhecimento, de modo a facilitar a sistematização dos estudos e das pesquisas. Essa divisão abrange atualmente diversas disciplinas. Veja a seguir algumas delas.
 Sociologia - Estuda as relações sociais e as formas de associação, considerando as interações que ocorrem na vida em sociedade. A Sociologia envolve, portanto, o estudo da estrutura social, dos grupos e das relações sociais, da divisão da sociedade em classes e camadas, da mobilidade social, das instituições, das relações de trabalho, dos processos de cooperação, competição e conflito na sociedade, etc.

 Economia - Tem por objeto as atividades humanas ligadas à produção, circulação, distribuição e consumo de bens e serviços. Portanto, são fenômenos estudados pela Economia as atividades agrícolas e industriais, o comércio, o mercado financeiro (bancos, bolsas de valores, etc.), a distribuição da renda, a política salarial, a produtividade das empresas, etc.
Antropologia - Estuda a produção cultural, as semelhanças e as diferenças culturais entre os vários agrupamentos humanos, assim como a origem e a evolução das culturas. São objetos de estudo da Antropologia os tipos de organização familiar, as religiões, a magia, os ritos de iniciação dos jovens, o casamento, etc.

Ciência Política - Ocupa-se da distribuição de poder na sociedade, assim como da formação e do desenvolvimento das diversas formas de governo. Estuda também os partidos políticos, os mecanismos eleitorais, etc.
 Não existe uma divisão nítida entre essas disciplinas. Embora cada uma das Ciências Sociais esteja voltada preferencialmente para um aspecto da realidade social, elas são complementares entre si e frequentemente atuam juntas para explicar os complexos fenômenos da vida em sociedade.

O MÉTODO EM SOCIOLOGIA
Em Sociologia, o método científico utiliza diversas categorias de análise, como as de grupo social, classe, estratificação social, fato social, interação, estrutura social, instituição, etc. Também fazem parte dele, entre outros, instrumentos de análise como o estudo de caso, a análise comparativa, a análise quantitativa e a análise qualitativa.

 O estudo de caso é um tipo de instrumento metodológico no qual se aborda apenas uma unidade social (um "caso") - uma família, uma cidade, uma instituição, etc. - que serve de base para a compreensão de fenômenos mais amplos. Assim, o estudo de uma família de camponeses do sertão de Pernambuco, por exemplo, pode oferecer ao sociólogo uma vi são da sociedade rural dessa região em seu conjunto e não apenas dessa família em particular.
 A análise comparativa envolve procedimentos que levam o sociólogo a estabelecer relações de causa e efeito de certos grupos de fenômenos com base na comparação entre fenômenos diversos. Comparando uma família de camponeses que vive no meio rural com outra de operários da indústria em uma grande cidade, por exemplo, ele pode fazer o levantamento das semelhanças e das diferenças entre uma e outra. Com base nesses dados, ele pode identificar as causas de comportamentos, hábitos de vida, valores e tendências políticas de uma e de outra.

 A análise quantitativa, por sua vez, utiliza em larga escala dados estatísticos e nu­méricos. Muitas pesquisas de mercado servem de matéria-prima para análises quantitativas. Podemos analisar, por exemplo, certas preferências culturais entre diversas faixas etárias de uma população: tantos por cento de adolescentes preferem tal programa de televisão, enquanto tantos por cento de pessoas de idade entre 40 e 60 anos preferem outro. Pode­ se ainda fazer uma diferenciação por sexo, ou utilizando quaisquer outros critérios.

 Já a análise qualitativa procura estabelecer conexões lógicas de causa e efeito entre os fenômenos, recorrendo à interpretação e utilizando ou não dados estatísticos. É o caso, por exemplo, da análise do sociólogo alemão Max Weber sobre a relação entre a religião calvinista – surgida na Europa, no século XVI, durante o período conhecido como Reforma Protestante - e o "espírito do capitalismo", ou seja, o con­junto de valores, interesses e atitudes da burguesia, grupo social que liderou o processo de formação da sociedade capitalista.

De fato, os valores da burguesia daquela época - que exaltavam o trabalho árduo, a poupança e a frugalidade - foram decisivos para a formação de uma economia baseada no comércio e na acumulação de dinheiro para ser investido na produção. Esse processo seria chamado por Karl Marx (1818 - 1883), outro pensador alemão, de acumulação primitiva de capital e estaria nas origens da sociedade capitalista moderna.

 Seja qual for o método de análise adotado pelo sociólogo, é importante considerar a observação do pensador francês Raymond Boudon: "O ponto de partida de qualquer pesquisa - quantitativa ou qualitativa - é geralmente uma pergunta do tipo por quê? - Por que o suicídio varia conforme as épocas e os lugares? Por que as pessoas decidem votar em tal candidato? Por que alguns casamentos ter minam em divórcio? Por que há mais divórcios em certos países do que em outros?".
OLIVEIRA, Persio de. Introdução à Sociologia. Capítulo 1.

Pensamentos

"Conhece a ti mesmo." Sócrates --"A linguagem é a morada do Ser." Heráclito -- "O homem é a medida de todas as coisas." Protágoras -- " Penso, logo existo. " René Descartes -- " O Mundo é minha representação sobre ele. " Artur Schopenhauer -- " Ai ai, o tempo dos pensadores parece ter passado! " Soren Kierkaard -- "Sobre aquilo que não pode ser dito deve se calar.” Ludwig Wittgenstein -- "O Ser é um horizonte de possibilidades." Martin Heidegger -- "A essência precede a existência." Jean Paul Sartre -- " A esperança floresce senão sobre o solo do desespero. " Gabriel Marcel "A razão e a sabedori falam. O Erro e a ignorância gritam." Sto. Agostinho "A melhor lição é o exemplo." Sto. Agostinho