segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

FILOSOFIA: UM GUIA PARA A FELICIDADE


Encontrei no youtube alguns vídeos filosóficos cujo título é FILOSOFIA: UM GUIA PARA A FELICIDADE (Philosophy: A Guide To Happiness), de Alain de Botton. Vale a pena conferir!

SINOPSE:

Ao percorrer as situações mais corriqueiras, como um engarrafamento, uma festa de formatura e uma ida às compras, Alain de Botton mostra como as idéias de grandes sábios da humanidade podem ajudá-lo em seu cotidiano. Série inspirada no livro Consolações da Filosofia, também de Botton, que em seus ensaios mistura idéias de experiências próprias a reflexões de pensadores, numa espécie de filosofia para o cotidiano.

Sócrates e Autoconfiança:
Epicuro e a Felicidade:
Sêneca e a Raiva:
Montaigne e a Autoestima:
Nietzsche e o Sofrimento:
Schopenhauer e o Amor:

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

GABARITO OFICIAL - PROVA DE FILOSOFIA 2ª SÉRIE ENSINO MÉDIO 11/12/2009

GABARITO OFICIAL - PROVA DE FILOSOFIA 2ª SÉRIE ENSINO MÉDIO 11/12/2009

GABARITO TIPO 1
01. B Apenas a II é correta.
02. A
03. C
04. D
05. A
06. D
07. C
08. C
09. C
10. D
11. A
12. D
13. A
14. C
15. D I, II e IV.

GABARITO TIPO 2
01. C Apenas a II é correta.
02. B
03. D
04. A
05. D
06. D
07. D
08. C
09. C
10. A
11. B
12. A
13. B
14. A
15. A I, II e IV.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

ROTEIRO DE ESTUDOS PARA A PROVA FINAL DE FILOSOFIA - 3ª ETAPA

COLÉGIO MAGNUM AGOSTINIANO
CIDADE NOVA – BELO HORIZONTE – MG
DISCIPLINA: FILOSOFIA
PROF.: LEONARDO OLIVEIRA DE VASCONCELOS
TURMA: 2ª SÉRIE – ENSINO MÉDIO
ROTEIRO DE ESTUDOS PARA A PROVA FINAL DE FILOSOFIA - 3ª ETAPA
PROVA COM 15 QUESTÕES OBJETIVAS. DIA: 11 / 12 / 2009 (SEXTA-FEIRA)


CONTEÚDO:

1. Empirismo e Racionalismo
Habilidades exigidas:
a) Saber diferenciar Empirismo de Racionalismo e seus respectivos pensadores
b) Reconhecer os argumentos e ideias empiristas sobre a origem do conhecimento no ser humano
c) Reconhecer os argumentos e ideias racionalistas sobre a origem do conhecimento no ser humano

2. Thomas Hobbes
Habilidades exigidas:
a) Saber os conceitos e ideias de Hobbes acerca do Estado Natural ("o homem é lobo do homem")
b) Explicar a concepção de Hobbes de Contrato Social (Estado Civil) e as suas ideias absolutistas (Estado Absoluto)

3. Jean-Jacques Rousseau
Habilidades exigidas:
a) Diferenciar a concepção de Estado de Natureza ("o bom selvagem") de Rousseau da concepção de Hobbes
b) Diferenciar a concepção de Vontade Geral (Contrato Social) e Estado Civil de Rousseau da concepção de Hobbes.

4. Immanuel Kant
Habilidades exigidas:
a) Entender a Ética em Kant, sua concepção de Imperativo Categórico
b) Saber diferenciar os conceitos de Liberdade, Heteronomia e Autonomia.

ORIENTAÇÕES GERAIS:

1. Estude utilizando o caderno e as folhas complementares que se encontram no e-mail e no Magnum Sol.
2. Refaça os exercícios trabalhados como forma de testar seus conhecimentos (sobretudo o Dever de Casa e o Trabalho).
3. Não deixe para estudar apenas na véspera da prova. Organize-se!
4. Procure entender os conceitos, não decorá-los.
5. Sempre faça os deveres de casa com afinco, eles são fundamentais para a sua preparação para a prova.
6. Blog do professor: http://blogpensar.blogspot.com
7. E-mail do professor: leonardooliveira@magnum.com.br
8. Site Magnum Sol: http://sol.magnum.com.br/magnumsol/

domingo, 29 de novembro de 2009

TRABALHO DE FILOSOFIA 2ª SÉRIE EM

COLÉGIO MAGNUM AGOSTINIANO

CIDADE NOVA - BELO HORIZONTE

DISCIPLINA: FILOSOFIA

PROFESSOR: LEONARDO OLIVEIRA DE VASCONCELOS

ATIVIDADE: TRABALHO DE FILOSOFIA - VALOR: 5,0 PONTOS

2ª SÉRIE - ENSINO MÉDIO

DATA FINAL DE ENTREGA: 03/12/2009

OBSERVAÇÃO: O REPRESENTANTE OU O VICE-REPRESENTANTE DE CADA TURMA DEVERÁ RECOLHER OS TRABALHOS E ENTREGAR PARA O PROFESSOR, DE PREFERÊNCIA NO DIA 03/12/2009.


Objetivos: Despertar uma reflexão sobre a Ética e argumentar sobre o seu significado e os seus vários aspectos.

Desenvolvimento: O trabalho deverá ser desenvolvido através das perguntas abaixo.

Critérios de avaliação: Serão observados os seguintes itens: coerência, coesão e pertinência dos argumentos, pontualidade na entrega, desenvoltura com os temas, referências pesquisadas (fonte de pesquisa) e apresentação estética. O trabalho é individual e digitalizado.*


TEXTO: ÉTICA E LIBERDADE EM KANT

Ao realçar a exigência da autonomia da ação moral, Kant desperta a questão da liberdade ética, ou seja, aquela que resulta de uma decisão, de uma escolha, é o mesmo que ação autônoma.

A liberdade é, portanto, a condição de o homem tornar-se um sujeito moral. Tal realização, porém, não se dá imediatamente por um ato de vontade, mas pressupõe o progresso moral do homem, isto é, a idéia de História – idéia, pois se refere apenas a “com deveria ser o curso do mundo, se ele fosse adequado a certos fins racionais”.

A ação moral exige autonomia do agente. Ser autônomo é obedecer a si mesmo ou ao que vem de dentro. É o inverso de heterônomo (o que obedece a ordem do outro, obedece ao que vem de fora) não é uma ação ética. A moral aristocrática e a utilitarista não são eticamente válidas porque dependem de algo exterior: a primeira, de ideais transcendentes e a segunda, de ideais imanentes.

Para realizar a autonomia, a ação moral deve obedecer apenas ao imperativo categórico kantiano: “Age segundo uma máxima tal que possas ao mesmo tempo querer que ela se torne lei universal.” Kant.

O bom senso interior é que todos nós temos de perceber que não somos instrumentos, e sim agentes. Nunca instrumentalizar o homem é a exigência maior do imperativo categórico.

Então, tudo que pensamos antes de fazer está correto?

Como saber se a decisão que tomamos está de acordo com o imperativo categórico?

Kant fornece uma regra para saber se uma decisão nossa obedece ou não ao imperativo categórico: “indague a si mesmo se a razão que o faz agir de determinada maneira pode ser convertida em lei universal, válida para todos os homens. Se não puder, esta tua ação não é digna de um ser racional, não é eticamente boa, porque falta-te a autonomia, estás agindo premido por circunstâncias exteriores a ti. O bem ético é um bem a si mesmo.”

Segundo tal idéia, os homens, embora mais por necessidade do que por liberdade, abandonam sua condição natural e constituem a sociedade civil para assegurar o máximo de liberdade para cada um. Surge então, as condições de possibilidade da vida moral no próprio mundo sensível, para fazer valer uma das fórmulas do imperativo categórico:

“Age de tal maneira que trates a Humanidade, tanto na tua pessoa como na pessoa de qualquer outro, sempre e simultaneamente como fim e nunca simplesmente como meio.” Kant.

Sua intuição principal foi que o indivíduo deve estar livre para agir “não em virtude de qualquer outro motivo prático ou de qualquer vantagem futura, mas em virtude da idéia de dignidade de um ser racional que não obedece a outra lei senão àquela que ele mesmo simultaneamente se dá.”

Duas coisas enchem o meu ânimo de admiração e respeito, sempre novos e crescentes, quanto mais reiterada e persistentemente se ocupa delas a reflexão: o céu estrelado sobre minha cabeça e a lei moral dentro de mim. Ambas são coisas que não devo buscar fora de meu círculo visual; vejo-as diante de mim e enlaço-as diretamente com a consciência de minha existência.

A primeira provém do lugar que eu ocupo no mundo sensível externo e estende para imensamente grande enlace em que estou com mundos e mais mundos e sistemas de sistemas.

A segunda provém do meu eu invisível, de minha personalidade, e me expõe em um mundo que tem verdadeira infinitude, e com o qual (em conseqüência, ao mesmo tempo também com todos os demais mundos visíveis) me reconheço enlaçado não de modo puramente contingente, mas universal e necessário.

A primeira visão de uma enumerável multidão de mundo aniquila, por assim dizer, a minha importância como criatura animal. A segunda, ao contrário, em virtude da minha personalidade, eleva infinitamente o meu valor como inteligência, na qual a lei moral me revela uma vida independente da animalidade e também de todo o mundo sensível.

KANT, Immanuel. Crítica da Razão Prática. Rio de Janeiro: Livraria José Olympio Editora, 1983.

RESPONDA AS SEGUINTES QUESTÕES:

QUESTÃO 01

Com base no texto acima e em nossas discussões em sala de aula, REDIJA um texto, explicando a diferença entre autonomia e heteronomia.

QUESTÃO 02

Com base no texto acima e em nossas discussões em sala de aula – levando em consideração outras fontes de pesquisas –, REDIJA um texto, explicando em que consiste o imperativo categórico kantiano?

QUESTÃO 03

REDIJA um trecho, explicando a diferença entre necessidade e vontade em Kant.

QUESTÃO 04

Em Kant, a liberdade é possível? EXPLIQUE.

Com base no texto acima e em nossas discussões em sala de aula, REDIJA um texto, explicando o seguinte problema:


No caso de um alcoolatra ou um usuário de drogas, do ponto de vista kantiano há ou não liberdade e autonomia em suas ações?


* Vide no MAGNUM SOL e no e-mail da turma outros textos da disciplina Filosofia da 3ª etapa.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

COLÉGIO MAGNUM AGOSTINIANO
CIDADE NOVA - BELO HORIZONTE
DISCIPLINA: FILOSOFIA
PROFESSOR: LEONARDO O. DE VASCONCELOS
TURMA: 9ª SÉRIE (ENSINO FUNDAMENTAL)
PARA CASA - PARA PRÓXIMA AULA
PARA SER ENTREGUE EM FOLHA SEPARADA

QUESTÃO 01
De acordo com o texto Coação interna e coação externa, REDIJA um texto, explicando o que significa o termo coação.

QUESTÃO 02
De acordo com o texto Coação interna e coação externa, REDIJA a um texto, explicando o que é coação interna e externa e por que elas eximem o homem da responsabilidade moral.

QUESTÃO 03
De acordo com o texto As etapas da formação da consciência moral, EXPLIQUE com suas palavras a anomia e heteronomia.

QUESTÃO 04
De acordo com o texto As etapas da formação da consciência moral, EXPLIQUE com suas palavras a socionomia e a autonomia.

Vita brevis

Leonardo


ROTEIRO DE ESTUDOS PROVA INTEGRADA DE FILOSOFIA

COLÉGIO MAGNUM AGOSTINIANO
CIDADE NOVA – BELO HORIZONTE – MG
DISCIPLINA: FILOSOFIA
PROF.: LEONARDO OLIVEIRA DE VASCONCELOS
TURMA: 9ª SÉRIE – ENSINO FUNDAMENTAL.
ROTEIRO DE ESTUDOS PROVA INTEGRADA DE FILOSOFIA
3ª PROVA – QUESTÕES OBJETIVAS. DIA: 28 / 11 / 2009

HABILIDADES EXIGIDAS:

1.Virtudes Cardeais
- Reconhecer e caracterizar as virtudes cardeais (Coragem, Temperança, Prudência
e Justiça)
- Identificar os exemplos de cada virtude.
- Analisar e reconhecer em textos cotidianos cada virtude cardeal.

2. A Consciência
- Reconhecer e caracterizar os principais tipos de consciência: psicológica e moral.
- Discutir o conceito justiça- Relacionar às situações do cotidiano.
- Identificar os diferentes tipos de ações morais.

3. Coação interna e coação externa
- Identificar os diferentes tipos de coação

4. As quatro etapas da formação da consciência moral
- Saber identificar e diferenciar os conceitos de anomia, heteronomia, socionomia e autonomia.

Orientações Gerais:
1. Estude utilizando o caderno e as folhas complementares.
2. Refaça os exercícios trabalhados como forma de testar seus conhecimentos (sobretudo os Deveres de Casa e os Trabalhos).
3. Não deixe para estudar apenas na véspera da prova. Organize-se!
4. Procure entender os conceitos, não decorá-los.
5. Sempre faça os deveres de casa com afinco, eles são fundamentais para a sua preparação para a prova.
6. Blog do professor: http://blogpensar.blogspot.com
7. E-mail do professor: leonardooliveira@magnum.com.br

TEXTOS 3ª ETAPA - 9ª SÉRIE ENSINO FUNDAMENTAL

COLÉGIO MAGNUM AGOSTINIANO
CIDADE NOVA - BELO HORIZONTE
DISCIPLINA: FILOSOFIA
PROFESSOR: LEONARDO O. DE VASCONCELOS
TURMA: 9ª SÉRIE (ENSINO FUNDAMENTAL)

TEXTO 1: COAÇÃO INTERNA E COAÇÃO EXTERNA

Como fica a responsabilidade moral de um neurótico que mata num momento de crise aguda e de um cleptomaníaco que rouba por impulso irresistível? Tais pessoas agem sob uma coação interna (tendências patológicas, doentias) a que não podem resistir. Tal coação anula a liberdade (possibilidade de escolha) da pessoa e a exime da responsabilidade moral.

Uma coação externa também pode anular a vontade da pessoa, eximindo-a de sua responsabilidade. Se alguém, de revólver na mão, força João a escrever uma carta em que difama outra pessoa, pode ele ser considerado responsável pelo que escreveu? Em alguns casos, a coação é tão forte, acarretando riscos para a própria vida, que não resta margem para decidir e agir de acordo com a vontade própria, pois a resistência física e espiritual tem um limite, além do qual o sujeito perde o domínio sobre si mesmo.

TEXTO 2: AS ETAPAS DA FORMAÇÃO DA CONSCIÊNCIA MORAL

O psicólogo e pedagogo Jean Piaget realizou, a partir de uma pesquisa com crianças dos bairro de Genebra, na Suíça, um estudo pioneiro sobre o desenvolvimento do critério moral. Segundo ele, a formação da consciência moral na pessoa segue, basicamente, quatro etapas:

1ª ETAPA - ANOMIA (do grego a, "negação, ausência", + nomos, "lei" = sem lei) É a etapa do comportamento puramente instintivo, que se orienta apenas pelo prazer e pela dor. A criança procura o prazer e foge da dor, sem relacioná-los a normas morais.
No adulto, a anomia revela um nível muito baixo de moralidade, ou seja, falta de responsabilidade e de ideal moral. Exemplificando, seria o caso do motorista que "voa" com seu automóvel apenas pelo prazer de correr, sem considerar as consequências de seu ato.

2ª ETAPA - HETERONOMIA (do grego héteros, "outros", + nomos, "lei" = lei estabelecida ou imposta por outro). Nesta fase, a criança obedece às ordens para receber a recompensa ou para evitar o castigo.
Entre adultos, é o caso do motorista que observa as leis de trânsito só para não ser multado.

3ª ETAPA - SOCIONOMIA (do latim socius, "companheiro, colega", e do grego nomos, "lei" = lei interiorizada do convívio). Nesta etapa, os critérios morais da criança vão se afirmando por meio de suas relações com outras crianças. Ela vai interiorizando as noções de responsabilidade, obrigação, respeito, justiça. Começa a não fazer aos outros o que não gostaria que fizessem a ela. Age sempre buscando a aprovação ou evitando a censura dos outros.
Entre adultos, é o caso do motorista que dirige preocupado consigo mesmo e sobretudo com o que os outros pensam dele.

4ª ETAPA - AUTONOMIA (do grego, autós, "próprio", = nomos, "lei" = lei própria). Nessa fase, a criança já interiorizou as normas morais e passa a comportar-se de acordo com elas.
É a etapa mais elevada do comportamento moral.
Entre adultos, é o caso do motorista que, na direção do automóvel, orienta-se pelas leis de trânsito e por seus próprios princípios internos de conduta.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

COLÉGIO MAGNUM AGOSTINIANO
DISCIPLINA: FILOSOFIA
9ª SÉRIE ENSINO FUNDAMENTAL
ATIVIDADE: JÚRI SIMULADO



CASO: LATROCÍNIO art. 157 Código Penal e FORMAÇÃO DE QUADRILHA art. 288 Código Penal.

Jovens foram vistos saindo de uma loja de conveniência, testemunhas dizem que um deles matou e assaltou o dono da loja.
ATENÇÃO
Advogados: devem montar os argumentos digitados, para entregar na próxima aula, para defender o reu.

Promotoria: devem montar a acusação com base nos artigos citados e recolher as provas do crime.

Testemunhas: devem procurar os advogados para darem seus depoimentos, e as testemunhas que vão denunciar devem procurar a promotoria. Tudo deve ser digitado, para ser entregue na próxima aula.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

COLÉGIO MAGNUM AGOSTINIANO
CIDADE NOVA - BELO HORIZONTE
DISCIPLINA: FILOSOFIA
PROFESSOR: LEONARDO O. DE VASCONCELOS
TURMA: 2ª SÉRIE (ENSINO MÉDIO)
ATIVIDADE: PARA CASA - 3ª ETAPA
DATA DE ENTREGA: PRÓXIMA AULA
OBS.: FAZER EM FOLHA SEPARADA, COM PERGUNTAS E RESPOSTAS
PARA ENTREGAR.

RESPONDA ÀS QUESTÕES ABAIXO:

QUESTÃO 01
Leia atentamente o trecho abaixo:
Quando nascemos, nossa mente é como um papel em branco, completamente desprovido de idéias. Nada vem à mente sem antes ter passado pelos nossos sentidos.
John Locke (1632 -1704) Filósofo empirista
EXPLIQUE o que é Empirismo.

QUESTÃO 02

Leia o trecho abaixo:
A experiência sensorial é uma fonte de erros e confusões, pois podem nos fornecer ilusões da realidade. Somente a razão humana, trabalhando com os princípios lógicos, pode atingir o conhecimento verdadeiro, capaz de ser universalmente aceito.
René Descartes (1596 -1650) Filósofo racionalista

EXPLIQUE o que é Racionalismo.

QUESTÃO 03
Jean-Jacques Rousseau em uma passagem do Discurso Sobre a Origem e os Fundamentos da Desigualdade Entre os Homens, afirma o seguinte:
“O verdadeiro fundador da sociedade civil foi o primeiro que, tendo cercado um terreno, atreveu-se a dizer: ‘Isto é meu’, e encontrou pessoas simples o suficiente para acreditar nele, foi o verdadeiro fundador da sociedade civil. Quantos ciúmes, crimes, guerras, assassínios, quantas misérias e horrores não teria poupado ao gênero humano aquele que, arrancando as estacas ou enchendo o fosso, houvesse gritado aos seus semelhantes: ‘Evitai ouvir este impostor. Estareis perdidos se esquecerdes que os frutos são de todos e que a terra não é de ninguém!’. Porém, ao que tudo indica, então as coisas já haviam chegado ao ponto de não mais poder permanecer como eram, pois essa idéia de propriedade, dependente de muitas idéias anteriores que só puderam nascer sucessivamente, não se formou de uma só vez no espírito humano. Foi necessário fazer-se muitos progressos, adquirir-se muito engenho e luzes, transmiti-los e aumentá-los de século em século, antes de se chegar a esse derradeiro limite do estado de natureza.”
Com base no texto responda:
Conforme Rousseau, EXPLIQUE qual é a origem das desigualdades entre os homens?


QUESTÃO 04
Por que o homem em estado de natureza é um “bom selvagem” para Rousseau?

QUESTÃO 05
EXPLIQUE o que é a vontade geral, para Rousseau?

QUESTÃO 06
"O homem é lobo do homem", EXPLIQUE a concepção de estado natural em Hobbes.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

COLÉGIO MAGNUM AGOSTINIANO
CIDADE NOVA - BELO HORIZONTE
DISCIPLINA: FILOSOFIA
PROFESSOR: LEONARDO O. DE VASCONCELOS
TURMA: 9ª SÉRIE (ENSINO FUNDAMENTAL)
ATIVIDADE: TEXTO 1 - PARA TRABALHO TRIBUNAL DO JURI - 3ª ETAPA

Como funciona um tribunal do júri no Brasil?
Ricardo Arcon

É mais ou menos parecido com o que você vê nos filmes americanos. Debates acalorados entre a acusação e a defesa, pessoas comuns decidindo o futuro do réu e um juiz responsável por lavrar a sentença – tudo permeado por uma verdadeira guerra de nervos. Mas o tribunal do júri brasileiro tem lá suas peculiaridades. Por exemplo: se o popstar Michael Jackson estivesse sendo processado no Brasil por abuso sexual, não teria de enfrentar o júri popular, como acontece nos Estados Unidos. Isso porque a lei por aqui prevê que só crimes intencionais contra a vida (ou seja, apenas homicídio doloso, auxílio ou instigação ao suicídio, aborto e infanticídio – quando a mãe mata o bebê logo após o parto) são julgados por esse órgão especial.Mas, assim como nos filmes, o ponto culminante do julgamento é o debate entre a acusação, a cargo do promotor público, e a defesa, feita pelo advogado do réu. Como precisam convencer pessoas comuns, como eu e você, de suas versões do fato, eles costumam lançar mão de um discurso com forte apelo emocional. E essa é uma das principais polêmicas sobre esse tipo de julgamento: há quem alegue que o júri decide mais pelo instinto do que pela razão. Mas, ainda assim, o tribunal do júri encontra defensores. "Acredito que esse tipo de julgamento deveria até abranger outros crimes. É democrático, conta com a participação popular e aumenta o sentido de cidadania", diz o promotor Eduardo Rheingantz, do Primeiro Tribunal do Júri de São Paulo.

Promotor

Seu papel é defender os interesses da sociedade. Se ele perceber que o réu é inocente – ou que merece tratamento diferenciado em virtude das circunstâncias do crime – deve pedir a sua absolvição ou a atenuante aplicável à provável pena. A família da vítima pode contratar um assistente que dividirá o tempo da acusação com o promotor

Juiz-Presidente

Autoridade máxima do tribunal, faz valer a decisão dos jurados, mas não é responsável por ela nem pode induzi-la. Ele conduz o julgamento e resolve as questões de Direito, como definir a pena no caso de condenação. O escrivão – que registra tudo o que é dito no julgamento – fica ao seu lado

Espectadores

Salvo em casos de grande repercussão, qualquer pessoa pode assistir ao julgamento. Em geral, o auditório é ocupado por parentes do réu e da vítima, jornalistas e estudantes de direito

Testemunha

Defesa e acusação podem chamar até cinco testemunhas cada. O juiz também pode requerer a presença de alguém. Muitas vezes, as testemunhas de defesa não viram o que aconteceu (vão falar do caráter do réu ou apresentar um álibi), enquanto as de acusação estavam no local do crime

Réu
Quando está preso, o réu fica algemado e é acompanhado por policias militares. Apesar de ser a figura central do julgamento (afinal, é seu destino que está sendo decidido), sua participação é pequena dentro do tribunal

Conselho de sentença

Dos 21 jurados intimados, só sete participam do julgamento, formando o conselho de sentença. Eles são sorteados e podem ser recusados pelas partes. São permitidas até três recusas sem motivo (por exemplo, o promotor pode preferir não ter pessoas com forte crença religiosa no conselho). Nesse caso, novos nomes serão sorteados Sala secretaPara cada quesito a ser votado, os jurados recebem uma cédula com a palavra "sim" e outra com a palavra "não". As decisões são tomadas por maioria simples de votos (nos Estados Unidos, a decisão deve ser unânime) e a votação é sigilosa, ou seja, os jurados não podem falar sobre suas impressões do processo. Se um julgamento demorar dois dias ou mais, os jurados se hospedam em alojamentos e são acompanhados por oficiais de justiça, para garantir que não troquem informações entre siVinte e um cidadãos são intimados a comparecer ao tribunal na data do julgamento. Devem ser maiores de 21 anos, alfabetizados e não ter antecedentes criminais. Sete formarão o conselho de sentença. Os outros serão dispensados. O serviço do júri é obrigatório e recusá-lo por convicção política, religiosa ou filosófica implica a perda dos direitos políticos

1 - É escolhido o conselho de sentença. Defesa e promotoria podem dispensar até três jurados sorteados. Sete participarão do julgamento

2 - Juiz, promotor, defesa e jurados formulam, nessa ordem, perguntas para o réu, que tem o direito de respondê-las ou não

3 - O juiz apresenta aos jurados o processo, expondo os fatos, as provas existentes e as conclusões da promotoria e da defesa

4 - São ouvidas as testemunhas. Primeiro as indicadas pelo juiz (quando há), seguidas pelas de acusação e depois pelas de defesa

5 - Começam os debates entre a acusação e a defesa. O primeiro a falar é o promotor, que tem duas horas para a acusação

6 - O advogado – ou defensor público, no caso de pessoas que não podem pagar – também tem duas horas para a defesa

7 - O promotor pode pedir uma réplica. Cabe ao juiz concedê-la ou não. Também pode haver uma tréplica do advogado, se necessário

8 - O juiz formula os quesitos (perguntas) que serão votados pelo conselho de sentença e os lê, em plenário, para os jurados

9 - Um oficial de justiça recolhe as cédulas de votação dos quesitos. Os votos são contabilizados pelo juiz

10 - Voltando ao plenário, o juiz pede que todos se levantem e dá o veredicto em público. Estipula a pena e encerra o julgamento

Fonte: http://super.abril.com.br/superarquivo/2005/conteudo_382637.shtml

domingo, 1 de novembro de 2009

9ª SÉRIE_ROTEIRO DE ESTUDOS PROVA DE FILOSOFIA

COLÉGIO MAGNUM AGOSTINIANO
CIDADE NOVA – BELO HORIZONTE – MG
DISCIPLINA: FILOSOFIA
PROF.: LEONARDO OLIVEIRA DE VASCONCELOS
TURMA: 9ª SÉRIE – ENSINO FUNDAMENTAL.
ROTEIRO DE ESTUDOS PROVA DE FILOSOFIA
2ª PROVA – ABERTA. DIA: 05 / 11 / 2009

HABILIDADES EXIGIDAS:

1.Virtudes Cardeais
- Reconhecer e caracterizar as virtudes cardeais (Coragem, Temperança, Prudência
e Justiça)
- Identificar os exemplos de cada virtude.
- Analisar e reconhecer em textos cotidianos cada virtude cardeal.

2. A Consciência
- Reconhecer e caracterizar os principais tipos de consciência: psicológica e moral.
- Discutir o conceito justiça- Relacionar às situações do cotidiano.
- Identificar os diferentes tipos de ações morais.

Orientações Gerais:
1. Estude utilizando o caderno e as folhas complementares.
2. Refaça os exercícios trabalhados como forma de testar seus conhecimentos (sobretudo os Deveres de Casa e os Trabalhos).
3. Não deixe para estudar apenas na véspera da prova. Organize-se!
4. Procure entender os conceitos, não decorá-los.
5. Preste bastante atenção ao escrever as respostas abertas: utilize um bom vocabulário e transmita suas ideias construindo um texto (com INÍCIO, MEIO e CONCLUSÃO e boa caligrafia, respeitando os limites de cada linha).
6. Não ouse responder em tópicos, você perderá pontos.
7. Sempre faça os deveres de casa com afinco, eles são fundamentais para a sua preparação para a prova.
8. Blog do professor: http://blogpensar.blogspot.com
9. E-mail do professor: leonardooliveira@magnum.com.br

sábado, 31 de outubro de 2009

O homem, um ser consciente

COLÉGIO MAGNUM AGOSTINIANO
BELO HORIZONTE - MG
DISCIPLINA: FILOSOFIA
PROF.: LEONARDO OLIVEIRA DE VASCONCELOS
TURMA: 9ª SÉRIES (EF)

O termo consciência é de uso freqüente na linguagem diária. Vejamos o que ele significa nas seguintes situações:

1. Paulo perdeu a consciência. [ consciência psicológica ]

2. Paulo agiu de acordo com a sua consciência. [ consciência moral ]

O que significa “perder a consciência”?

Consciência Psicológica

1. Perder a consciência é perder o sentimento de existência de nós mesmos e do mundo. Quando estamos despertos, esse sentimento acompanha todos os nossos atos. Trata-se da consciência psicológica, que é o conhecimento de nós mesmos: temos consciência de existir, temos consciência de nossos estados psíquicos, de nossas lembranças e sentimentos. Temos também consciência de que há livros sobre a mesa, de que o dia está chuvoso ou ensolarado. Portanto, a consciência psicológica revela, pois quem somos, o que fazemos e que o mundo nos rodeia.





Consciência Moral

2. “Agir de acordo com sua consciência”, trata-se da consciência moral, aquele pensamento interior que nos orienta, de maneira pessoal sobre o que devemos fazer em determinada situação. Antes da ação, a consciência moral emite seu juízo como uma voz que aconselha ou proíbe. Após a realização da ação, a consciência moral se manifesta como um sentimento de satisfação (força recompensadora) ou arrependimento (força condenatória).

A consciência psicológica e a consciência moral estão relacionadas. Na realidade, se o problema moral se estabelece para o homem é porque, inicialmente, ele tem consciência psicológica. Se todos os seus atos fossem desencadeados pela pressão dos instintos ou dos hábitos, se o homem não tivesse consciência do que faz, não existiria o problema moral. A consciência moral, portanto, pressupõe a consciência psicológica.

O animal não possui consciência psicológica, porque, para cada situação que se apresenta, encontra uma resposta pronta nos seus reflexos instintivos ou nos automatismos de adestramento. Sentindo fome, busca necessariamente alimento. Situação diferente ocorre com o homem. Se ele sente fome, pode não comer por outra motivação: jejum de protesto, regime etc. Portanto, ser consciente significa não apenas ter o conhecimento de nós mesmos e compreender o que está ocorrendo em nosso redor, mas também perceber que podemos agir de diversas maneiras, planejando o que irá acontecer.

Exemplo: um atropelamento. De imediato, o motorista toma consciência da situação. Em seguida, pelo menos dois comportamentos são possíveis: socorrer a vítima ou fugir. Considerando as normas e valores recebidos da família, da escola, do meio social e econômico em que vive, o motorista toma a decisão que considera adequada, tornando-se responsável, moral e socialmente pela atitude escolhida. Mas, na hipótese de um choque tão violento que faça o motorista desmaiar (perder a consciência), é certo que nenhum comportamento se seguirá de sua parte.

Para decidir, escolher, enfim para exercer sua liberdade, o homem precisa estar consciente. Não há, pois, liberdade sem consciência. Enquanto a consciência psicológica possibilita ao homem escolher, a consciência moral, com seus valores, normas e prescrições, orienta a escolha.

Consciência - Liberdade - Responsabilidade

_______________________________________
Fonte: CORDI. SANTOS (VÁRIOS AUTORES). A moral nossa de cada dia, in: Para Filosofar. São Paulo, 3ª edição. p. 42 e 43.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

1ª SÉRIE_PARA CASA TURMAS B e C

COLÉGIO MAGNUM AGOSTINIANO
BELO HORIZONTE - MG
DISCIPLINA: FILOSOFIA
PROF.: LEONARDO OLIVEIRA DE VASCONCELOS
ATIVIDADE: PARA CASA
TURMAS: 1ª SÉRIES B e C (APENAS) - ENSINO MÉDIO
DATA DE ENTREGA: 05/11/2009
OBS.: FAZER EM FOLHA SEPARADA, COM PERGUNTAS E RESPOSTAS
PARA ENTREGAR.

Ceticismo Radical de Pirro

Trecho 1
Na investigação sobre as condições de validade do nosso conhecimento um grupo de filósofos merece destaque: os céticos. O termo cético vem da palavra grega skepsis, que significa "exame". Atualmente, dizemos que uma pessoa cética é alguém que não acredita em nada, mas não é bem assim. Um filósofo cético é aquele que coloca suas crenças e as dos outros sob exame, a fim de verificar se elas são realmente dignas de crédito ou não.

Pirro de Elis (360-275 a.C.) é considerado o fundador do ceticismo. Segundo ele, não podemos ter posições definitivas sobre determinado assunto, pois mesmo pessoas muito sábias podem ter posições absolutamente opostas sobre um mesmo tema e ótimos argumentos para fundamentar suas posições. Nesse caso, Pirro nos aconselha a suspensão do juízo (epoche) e a mantermos nossa mente tranquila (ataraxia). Ao invés de enfrentarmos o desgaste de acalorados debates que não produzirão certeza alguma, devemos manter silêncio (apraxia) e preservar uma atitude de suspeita diante de qualquer tipo de dogmatismo.

Depois de Pirro, muitos outros filósofos tornaram o ceticismo uma das mais importantes correntes filosóficas até os dias de hoje. Atualmente, alguns céticos defendem o probabilismo ou falibilismo, ou seja, na impossibilidade de encontrarmos verdades absolutas, seja pelas limitações de nossos sentidos e intelecto, seja pela complexidade da realidade, devemos tratar nossas crenças sempre como provisórias, como quem anda em gelo fino.

Desse modo, um cético nunca seria pego de surpresa se algo que todos acreditavam ser verdade se revelasse falso no futuro. Por outro lado, reconhecer que as verdades são provisórias não significa uma completa inação. Sabemos que os remédios são falhos, mas são a única coisa que temos para combater as doenças.


QUESTÃO 01
EXPLIQUE o que Pirro entende por suspensão do juízo (epoche) e por mente tranquila (atarixia) para se chegar à Felicidade.

Trecho 2

"Górgias de Leontino, filósofo grego (século V a.C.), defendia três poposições:

1ª - Nada existe.
2ª - Mesmo que existisse alguma coisa, não poderíamos conhecê-la.
3ª - Concedido que alguma coisa existe e podemos conhecê-la, não poderíamos comunicá-la aos outros.

Consta que o próprio Górgias não levou a sério suas proposições e muitos estudiosos a consideram um simples gracejo. Mas elas existem há 24 séculos e nos estimulam a refletir. Se o cético afirma que não se pode saber nada, então lhe perguntamos como pode ele fazer tal afirmação? Está ele certo da verdade da sua proposição? Se está, uma coisa pelo menos é certa e cognoscível, e a afirmação de que nada pode ser conhecido é falsa. E se pode ser conhecida, então alguma coisa também deve existir. Narra-se que um cético grego, Crates, ao perceber isso, nada mais dizia, contentando-se em mover o dedo. Mas Aristóteles, o grande mestre do pensamento, notou que também para isso ele não tinha direito, porque o movimento do dedo exprime uma opinião e o cético não pode ter opiniões. Deve - dizia Aristóteles - ser como uma árvore; com essa é impossível discutir, porque nada diz."

BOCHENSKI, J. M. Diretrizes do pensamento filosófico. 6.ed. São Paulo: EPU, 1977. p.33-37.

QUESTÃO 01
Por que a afirmação de que nada pode ser conhecido é falsa?

QUESTÃO 02
REDIJA um texto, explicando por que um cético não pode ter opiniões?

QUESTÃO 03
É verdade o que diz o ditado popular "Quem conta um conto aumenta um ponto"? Será que a nossa linguagem representa a realidade do fato? EXPLIQUE.

"Agere non loqui"

Prof. Leo

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

1ª SÉRIES_PARA CASA

COLÉGIO MAGNUM AGOSTINIANO
BELO HORIZONTE - MG
DISCIPLINA: FILOSOFIA
PROF.: LEONARDO OLIVEIRA DE VASCONCELOS
ATIVIDADE: PARA CASA
TURMAS: 1ª SÉRIES - ENSINO MÉDIO (TURMAS: 1ª A, 1ªD, 1ªE e 1ªF)
DATA DE ENTREGA: PRÓXIMA AULA 03/11/2009.
OBS.: FAZER O PARA CASA EM FOLHA SEPARADA E PARA ENTREGA



Leia o texto abaixo e faça o que se pede:

Segundo a Filosofia, “escolhemos o mal porque pensamos que era um bem, por ignorância”. Em Espinosa, essa má escolha tira nossa força, enfraquece-nos, elimina nossa vontade e se torna vício. No vício, o objeto do desejo se apodera do sujeito e passa a governá-lo. A única forma de eliminar o vício é sentir outro desejo e correr novos riscos, uma vez que o novo desejo pode ser alegre ou triste. Viver é imprevisível.
A vida ética depende da qualidade da nossa vontade e da disciplina para forçá-la rumo ao bem. Como escreve Epicuro:

“Chamamos ao prazer princípio e fim da vida feliz. Com efeito, sabemos que é o primeiro bem, o bem inato, e que dele derivamos toda escolha ou recusa e chegamos a ele valorizando todo bem, com critério do efeito que nos causa.
E como o prazer é o primeiro e inato bem, é igualmente por esse motivo que não escolhemos qualquer prazer; antes, pomos de lado muitos prazeres quando, como resultado deles, sofremos maiores pesares; e igualmente preferimos muitas dores aos prazeres quando, depois de longamente havermos suportado as dores, gozamos de prazeres maiores.
Por conseguinte, cada um dos prazeres possui por natureza um bem próprio, mas não se deve escolher cada um deles do mesmo modo, assim como cada dor é um mal, mas nem sempre se deve evitá-las. Convém, então, valorizar todas as coisas de acordo com a medida e o critério dos benefícios e dos prejuízos, pois que, segundo as ocasiões, o bem nos produz o mal e o mal nos produz o bem.”

EPICURO. Carta sobre a felicidade.

QUESTÃO 01
Com base em nossos estudos e no texto, REDIJA um texto, explicando qual o critério sugerido por Epicuro para avaliação do bem.

QUESTÃO 02

Com base nas nossas discussões em sala de aula, EXPLIQUE em que situação referida no texto de Epicuro,

a) o mal nos produz um bem.
b) o bem nos produz um mal.


QUESTÃO 03

Com base nas nossas discussões em sala de aula, EXPLIQUE o que Epicuro etende por Felicidade. Explique também os grupos de prazeres que Epicuro classifica.

"Tempora mutantur et nos in illis"

Leonardo Oliveira de Vasconcelos

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

9ª SÉRIE - PARA CASA nº 1

COLÉGIO MAGNUM AGOSTINIANO
CIDADE NOVA - BELO HORIZONTE
DISCIPLINA: FILOSOFIA
PROFESSOR: LEONARDO O. DE VASCONCELOS
ATIVIDADE: PARA CASA Nº 1 - 3ª ETAPA - 9ª SÉRIE (ENSINO FUNDAMENTAL)

QUESTÃO 01
O fim justifica os meios? ou seja, é moralmente legítimo usar meios imorais para atingir um fim moral? Por exemplo: roubar para não morrer de fome? Mentir para poupar o outro?

REDIJA um texto, explicando a seguinte frase: os fins justificam os meios?

QUESTÃO 02
"Há no fundo das almas um princípio inato de justiça e de virtude pelo qual julgamos as nossas ações e as do próximo como boas ou más, e é a esse princípio que denomino consciência. Consciência! Instinto divino, voz celeste e imortal... juiz infalível do bem e do mal.”

ROUSSEAU, Jean-Jacques. Emílio ou da educação. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1992.



De acordo com o texto e com as nossas discussões em sala de aula, REDIJA um texto, explicando qual é a origem da consciência de acordo com Rousseau.


Vita brevis, tempus fugit.

Prof. Leonardo Oliveira de Vasconcelos

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

1ª SÉRIE_ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO 2ª ETAPA

COLÉGIO MAGNUM AGOSTINIANO

BELO HORIZONTE

MATÉRIA: Filosofia PROFESSOR(A): Leonardo Oliveira de Vasconcelos

SÉRIE: 1ª - Ensino Médio

Prezado(a) aluno(a)

A educação tem raízes amargas, mas os seus frutos são doces” Aristóteles.

Bons estudos!

Leonardo

HABILIDADES:

. Ser capaz de distinguir explicação mitológica e explicação racional.

. Ser capaz de identificar os termos maior, menor e médio de argumento lógico.

. Ser capaz de distinguir Sofismo e Filosofia.

. Entender e distinguir entre Relativismo e Verdade.

. Identificar Conhecimento Sensível e Inteligível em Platão.

CONTEÚDOS:

. Anotações extras do seu caderno.

. Texto base da 2ª Etapa (clique aqui)

I. Tipos de explicações:

a) Mitológico (Mito)

b) Racional (Logos)

c) Mito x Logos – busca pela verdade

II. Sócrates e os Sofistas:

a) Sócrates e a filosofia socrática

b) A Maiêutica: Método Sócrates e o “Conhece-te a ti mesmo”

c) O problema do Sofismo

III. Principais sofistas e suas teorias:

a) Protágoras

b) Górgias

c) O Relativismo

IV. Platão

a) Mito da Caverna

b) Conhecimento sensível e inteligível

DISTRIBUIÇÃO DE PONTOS:

. Avaliação no valor de 15 pontos, com questões abertas e/ou fechadas.

ORIENTAÇÕES PARA O ESTUDO:

. Rever as anotações extras do seu caderno.

. Ler e marcar as partes principais do texto base da 2ª Etapa.

. Pesquisas em sites da internet

domingo, 11 de outubro de 2009

9ª SÉRIE - TRABALHO DE FILOSOFIA

COLÉGIO MAGNUM AGOSTINIANO

BELO HORIZONTE

DISCIPLINA: FILOSOFIA

PROFESSOR: LEONARDO O. DE VASCONCELOS

TRABALHO DE FILOSOFIA - VALOR: 6,0 PONTOS

DATA DE ENTREGA: 29/10/2009

____________________________________________

Tema: A Justiça

Objetivos: Despertar uma reflexão sobre a virtude “Justiça” e argumentar sobre o seu significado e os seus vários aspectos.

Desenvolvimento: O trabalho deverá ser desenvolvido através das perguntas abaixo.

Critérios de avaliação: Serão observados os seguintes itens: coerência, coesão e pertinência dos argumentos, pontualidade na entrega, desenvoltura com os temas, referências pesquisadas e apresentação estética. O trabalho é individual.

Referência bibliográfica:

ARISTÓTELES. Ética a Nicômaco. Coleção Os Pensadores II. São Paulo: Abril Cultura, 1973.

CHAUÍ, Marilena. Filosofia. São Paulo: Editora Ática, 2005.

Texto Justiça, do livro Pequeno Tratado das Grandes Virtudes, de André Comte-Sponville.

OBS.: Os textos devem ter entre 14 a 16 linhas no mínimo (Letra Arial ou Times New , tamanho 10 a 12)

Cronograma: Início: segunda aula de Filosofia da 3ª Etapa. Entrega: 29/10/2009.

RESPONDA ÀS QUESTÕES ABAIXO:

QUESTÃO 01

DEFINA o conceito de virtudes cardeais e cada uma delas: a prudência, a temperança, a coragem e a Justiça.

QUESTÃO 02

Compare e explique o conceito de virtude de Aristóteles com o seu conceito de Justiça

QUESTÃO 03

EXPLIQUE a importância da virtude generosidade para a vida em sociedade.

QUESTÃO 04

ESCREVA um texto, explicando o que é uma ação justa, e como as pessoas atingem a equidade.

QUESTÃO 05

“Generosidade é a virtude em que a pessoa ou um animal qualquer acrescenta algo ao próximo”. COMPARE essa afirmação com a ideia de equidade.

QUESTÃO 06


EXPLIQUE
o que é a honra e a dignidade, dentro da teoria da justiça de Aristóteles

sábado, 10 de outubro de 2009

9ª SÉRIES_PROVA 06/10 - GABARITO OFICIAL

Prezado aluno(a),

se você é meu aluno(a) da 9ª série do Colégio Magnum Agostiniano confira abaixo o gabarito oficial da Prova de Filosofia realizada no dia 06/10/2009. Coloquei a resposta com o item correto.

QUESTÃO 01

d) As excelências moral e intelectual possuem, respectivamente, origem no hábito e na instrução.

QUESTÃO 02

d) é a virtude intelectual que permite contemplar a idéia de bem e aplicá-la às situações humanas.

QUESTÃO 03

d) considera a instrução e o hábito fundamentais para a virtude.

QUESTÃO 04

a) Coragem/Força.

QUESTÃO 05

a) I, III e IV.

QUESTÃO 06

a) Coragem.

QUESTÃO 07

c) A virtude consiste numa capacidade equilibrada e racional de agir, como, por exemplo, a verificada na coragem, medianeira entre o excesso de audácia que caracteriza a temeridade e a falta de audácia ou excesso de medo do covarde.

QUESTÃO 08

b) Prudência.

QUESTÃO 09

Questão discursiva

QUESTÃO 10

Questão discursiva

QUESTÃO 11

b) A felicidade não é um conceito teórico e sim prático, porque é resultado de uma soma de ações virtuosas.

QUESTÃO 12

Questão discursiva

"A verdadeira filosofia é reaprender a ver o mundo."
Maurice Merleau-Ponty (filósofo francês)

Prof. Leo



Pensamentos

"Conhece a ti mesmo." Sócrates --"A linguagem é a morada do Ser." Heráclito -- "O homem é a medida de todas as coisas." Protágoras -- " Penso, logo existo. " René Descartes -- " O Mundo é minha representação sobre ele. " Artur Schopenhauer -- " Ai ai, o tempo dos pensadores parece ter passado! " Soren Kierkaard -- "Sobre aquilo que não pode ser dito deve se calar.” Ludwig Wittgenstein -- "O Ser é um horizonte de possibilidades." Martin Heidegger -- "A essência precede a existência." Jean Paul Sartre -- " A esperança floresce senão sobre o solo do desespero. " Gabriel Marcel "A razão e a sabedori falam. O Erro e a ignorância gritam." Sto. Agostinho "A melhor lição é o exemplo." Sto. Agostinho