quinta-feira, 30 de agosto de 2007

O QUE É UM ARGUMENTO?

O que é um argumento?

"Suponhamos, por exemplo, que alguém nos dissesse o seguinte:

Os insetos possuem seis patas.
Ora, as abelhas são insetos.
Logo, as abelhas possuem seis patas.

Essa pessoa estaria tentando provar-nos que as abelhas possuem seis patas, partindo do fato de que os insetos possuem seis patas e as abelhas são insetos. O que nos assegura isso são duas palavrinhas. A primeira delas, ‘ora’, articula as duas primeiras proposições, configurando-as como pontos de partida. A segunda, ‘logo’, pelo seu caráter conclusivo, estabelece uma espécie de ponto de chegada, configurando a terceira proposição como uma conseqüência das duas anteriores.

Assim, estamos diante de uma estrutura lingüística determinada, à qual poderemos chamar de ‘discurso’, em que a primeira parte justifica a segunda. Numa primeira aproximação, definiremos o argumento como sendo aquele discurso no interior do qual se extrai uma conseqüência.

Tipos de Argumentos

Argumentos racionais são diferentes dos argumentos emocionais.
Argumentos racionais - adesão puramente racional, dizemos estar demonstrando algo (argumento demonstrativo = objeto da Lógica);
Argumentos emocionais - adesão puramente emocional, dizemos quando estar persuadindo alguém (argumento persuasivo = objeto da Retórica)."

Fonte:
PINTO, Paulo R. Margutti. Introdução à Lógica Simbólica. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2001.

Analise os seguintes proposições:

I
Todo homem é mortal.
Ora, Sócrates é homem.
Logo, Sócrates é mortal.

II
Tudo o que é natural faz bem à saúde.
Ora, cigarro é feito de tabaco, tabaco é uma substância natural.
Então, cigarro faz bem à saúde.

III
Todo aquele que concorda comigo quer o bem da nação.
Todo aquele que discorda de mim é subversivo.
Todo subversivo quer a desgraça da nação.
Todo aquele que quer a desgraça da nação deve ser punido,
Logo, todo aquele que discorda de mim deve ser punido.

Explique cada um destes três argumentos classificando-os em argumento demonstrativo ou argumento persuasivo.

quinta-feira, 23 de agosto de 2007

Meu filho

"Meu Filho,

Eu lhe dei a vida, mas não posso vivê-la por você.
Posso ensinar-lhe muitas coisas, mas não posso fazer com que aprenda.
Posso ensinar-lhe o caminho, mas não posso estar lá para indicar-lhe.
Posso dar-lhe liberdade, mas não posso ser responsável por ela.
Posso levá-lo à Igreja, mas não posso fazer com creia em Deus.
Posso ensinar-lhe a distinguir entre certo e errado, mas não posso decidir por você.
Posso comprar-lhe roupas lindas, mas não posso fazer com que fique bem nelas.
Posso oferecer-lhe um conselho, mas não posso aceitá-lo por você.
Posso dar-lhe amor, mas não posso forçá-los a amar.
Posso ensinar-lhe como ser bom, mas não posso forçá-lo a ser bom.
Posso avisá-lo sobre seus amigos, mas não posso escolhê-los por você.
Posso contar-lhe sobre fatos da vida, mas não posso construir a sua própria reputação.
Posso avisar-lhe sobre o mal que a bebida acarreta, mas não posso dizer não por você.
Posso avisá-lo sobre as drogas, mas não posso impedi-lo de usá-las.
Posso falar-lhe sobre metas a serem alcançadas, mas não posso alcançá-las por você.

Agora é sua vez de agir!"

Fonte: Pais e mães do “Amor Exigente”

segunda-feira, 20 de agosto de 2007

Qual caminho seguir???

Qual caminho seguir???

A pergunta da Moral é sempre essa: qual atitude devo tomar diante de tantas opções? Diante de tantas possibilidades de ação?
Ora, em frente de tantos caminhos o agir moral deve ser uma decisão que não prejudique a ninguém, e nem a você mesmo.

O caminho da Moral hoje não é mais o "olho por olho, dente por dente", nem o da tão mal interpretada cordialidade cristã excessiva: "se alguém bater no seu rosto, ofereça também o outro lado" - muitas vezes vista como atitude de covardia. Porém, oferecer a outra face quer nos mostrar que devemos ter atitudes que não são esperadas quando praticam injustiças contra nós, ou seja, agir consciente, isto é, consciente das conseqüências da sua ação. Essa é a preocupação da CIÊNCIA ÉTICA.


Ao dirigir cuidado para não se tornar um monstro!!!











O medo dos pensadores (filósofos) era o de tomar decisões parecidas com as ações dos animais, como as bestas, isto é, tomar uma atitude que fosse irracional.

Conhece-te a ti mesmo

Esta frase do templo de Delphos, que o filósofo Sócrates tanto anunciava é um bom ponto de partida para falarmos de ações morais, do objetivo da ética. A ação moral racional é baseada na razão (logos), uso constante da razão, quer dizer, agir pensando nas conseqüências das nossas ações, por mais simples que elas sejam. Contudo existem pessoas que agem por ímpeto de impulso, por puro ato de reflexo, ou automatismo - mecanicamente - por exemplo, pessoas que agem por ira, raiva, estresse, preguiça e até mesmo embriagado de tédio, e até com excitação - e podemos confirmar que agir assim são sim atitudes irracionais, quiçá, uma atitude infeliz, semelhante às ações dos animais. Porém a diferença disso tudo é que os animais não ficarão refletindo sobre o mal que cometeram ou que cometerão como conseqüência dessas ações, porque não eles não têm essa capacidade que é própria do ser humano = a capacidade de reflexão, ou melhor, a capacidade de criticar a si mesmo, a crítica sobre si mesmo, controle, domínio sobre si mesmo.

Autocontrole sobre sua vida

"O que adianta ter domínio sobre um império inteiro, uma nação inteira, mas não ter domínio, controle, sobre sua própria vida???" (cf. PLATÃO. Górgias). Temos que saber como usar as virtudes, ou seja, precisamos ter conhecimento para agirmos bem, um exemplo clássico disso podemos citar é o agir com coragem, conforme nos ensina Aristóteles (cf. ARISTÓTELES, Ética a Nicômaco): a coragem é uma das virtudes que devemos usar em momentos especiais, como por exemplo em caso de guerra, e ao contrário do que muitos pensam, não devemos usar a coragem no dia-a-dia, nas ações do dia-a-dia na pólis (cidade). *A imagem acima é uma propaganda contra o uso de drogas, bebidas alcoólicas + direção - na França.

Enfim, através dos textos postados, temos uma boa idéia do desenvolvimento da ética, essa ciência/ instrumento que nos auxilia na busca de novos rumos, de uma vida mais consciente e, conseqüentemente, uma vida menos sofrida, menos triste, ou seja, feliz.

Como diz uma aluna pra mim: ÉTICA SEMPRE!!!

terça-feira, 14 de agosto de 2007

Breve História da Ética – TEXTO 2

Religião, moral e razão

Autor: Antonio Carlos Olivieri*
Da Página 3 Pedagogia & Comunicação

Para os filósofos e teólogos medievais, como Santo Tomás de Aquino (1225-1274), a felicidade plena só se encontra na união plena do ser humano com Deus. Desde a expansão do cristianismo, a cultura ocidental ficou marcada por uma tradição moral cujo fundamento se encontra em valores religiosos. Nessa perspectiva, os valores são considerados transcendentes, porque resultam de doação divina, e o homem moral só pode ser alguém que obrigatoriamente ama e teme a Deus.

No entanto, a partir da Idade Moderna, a moral passou a ser considerada a partir de um ponto de vista laico, isto é, não religioso. Portanto, ser moral e ser religioso deixaram de ser as mesmas coisas, tornando-se perfeitamente possível admitir que um homem ateu seja moral. Ou, mais ainda, que o fundamento dos valores morais não se encontra em Deus, mas no próprio ser humano.

O século 18 ficou conhecido como o "Século das Luzes" porque em todas as expressões do pensamento e atividade do homem, a razão se tornou o instrumento para interpretar e organizar o mundo. Metaforicamente, ela iluminaria as trevas da ignorância, o obscurantismo. Recorrer à razão também implicava recusar a intolerância religiosa, bem como rejeitar o critério da autoridade, personificada no Papa.

Para Immanuel Kant (1724-1804), um dos maiores expoentes da filosofia dessa época, a ação moral tem caráter autônomo, pois o homem é o único ser capaz de se determinar por meio de leis que a própria razão estabelece. Assim, a moral iluminista é racional e laica (não-religiosa), e acentua o caráter pessoal da liberdade do indivíduo e o seu direito de contestação. Também é uma moral universalista, porque, apesar de admitir as diferenças dos costumes dos povos, aspira por encontrar o núcleo comum de valores universais.

O homem concreto

A partir do final do século 19, bem como no decorrer do século 20, os filósofos passaram a se posicionar contra essa moral kantiana, fundada numa razão universal e abstrata. Tornou-se mais importante encontrar o homem concreto, que pratica a ação moral. É nesse sentido que se pode compreender o esforço de pensadores tão diferentes como Friedrich Nietzsche (1844-1900), Karl Marx (1818-1853), Kierkegaard (1813-1855) e os filósofos existencialistas da primeira metade do século 20.

O pensamento de Nietzsche se orienta no sentido de recuperar as forças inconscientes, vitais e instintivas subjugadas pela razão durante séculos. Para tanto, ele faz a crítica do pensamento socrático, por este ter conduzido pioneiramente a reflexão moral em direção ao controle racional das paixões. Segundo Nietzsche, aí nasceu o homem fraco e desconfiado de seus instintos, num processo que culminou com o cristianismo e promoveu a "domesticação" do homem.A moral cristã seria a moral do "rebanho", geradora de sentimentos de culpa e ressentimentos, fundada na aceitação do sofrimento, da renúncia, do altruísmo, da piedade, típicos da moral dos fracos. Por isso, Nietzsche defende a transmutação de todos os valores, superando a moral comum, para que os atos do homem forte não sejam pautados pela mediocridade das virtudes estabelecidas. Para tanto, é preciso recuperar o sentimento de potência, a alegria de viver, a capacidade de invenção.

* Antonio Carlos Olivieri é escritor, jornalista e diretor da Página 3 Pedagogia & Comunicação.

Breve História da Ética - TEXTO 1

Conceitos sobre comportamento e moral mudaram ao longo dos séculos

Autor: Antonio Carlos Olivieri* Da Página 3 Pedagogia & Comunicação

Todo mundo quer ser feliz. Isso é ponto pacífico. No entanto, o que é a felicidade? A resposta a essa questão é certamente matéria de muita discussão e controvérsia. Para uns a felicidade está na buscar do prazer. Para outros, o prazer tem como conseqüência a instabilidade, a dor e o sofrimento. Por isso, o ideal seria não dar asas às paixões e controlá-las.
Também há quem pense que a perfeita felicidade só se encontra numa vida futura, que deve existir após deixarmos este "vale de lágrimas". Para outros, ainda, não é a felicidade que conta, o que importa é agir conforme o dever, ainda que isso exija muito desgosto.
Essas questões - que qualquer pessoa sempre acaba se colocando algumas vezes, de um modo ou de outro - também têm sido preocupação de muitos filósofos, através dos tempos. Ao tratarmos dos valores, vimos que geralmente nos referimos às regras de conduta aceitas por um grupo ou uma pessoa, quando falamos em moral.
O bem e o mal
Ora, ao se comportar moralmente, uma das preocupações do homem é saber distinguir o bem do mal, já que agir moralmente é atuar de acordo com o bem. Portanto, ao perguntar como deve agir em determinada situação, o indivíduo ou sujeito moral não está somente se colocando uma dúvida prática, mas também se aproximando de outras questões de caráter teórico e abstrato, tais como:

· em que consiste o bem?
· qual é o fundamento da ação moral?
· qual é a natureza do dever?
A colocação dessas questões é o ponto de partida da ética, entendida como a teoria que realiza uma reflexão crítica sobre a experiência moral, com a finalidade de discutir as noções e princípios que fundamentam a conduta moral.
Antigüidade grega
A reflexão ética do mundo ocidental se iniciou na Grécia antiga, no século 5 a.C., quando as interpretações mitológicas do mundo e da realidade foram sendo desacreditadas e substituídas por teorias que privilegiavam as explicações naturais.
Sábios e retóricos gregos do século 5 a.C, que vendiam seus ensinamentos filosóficos, atuando como professores, os sofistas rejeitaram o fundamento religioso da moral, considerando que os princípios morais são resultado das convenções sociais. Nessa mesma época, o famoso filósofo Sócrates se contrapôs à posição dos sofistas, buscando os fundamentos da moral não nas convenções, mas na própria natureza humana.
As idéias do filósofo grego Sócrates (470-399 a.C) nos chegaram através dos textos de um de seus discípulos, o filósofo Platão (427-347 a.C), que, no diálogo chamado "Eutífron", mostra Sócrates questionando as ações do homem ímpio ou santo, em sua conformidade com a ordem constituída, para então perguntar em que consiste a impiedade e a santidade em si, independentemente dos casos concretos.
Para o filósofo que os sucedeu, Aristóteles (384-322 a.C), todas as atividades humanas aspiram a algum bem, dentre os quais o maior é a felicidade. Segundo esse filósofo, entretanto, a felicidade não consiste em prazeres ou riquezas. Aristóteles considerava que o pensar é aquilo que mais caracteriza o homem, concluindo daí que a felicidade consiste numa atividade da alma que esteja de acordo com a razão.
A filosofia do prazer
Já os adeptos do hedonismo (do grego "hedoné" = "prazer"), acreditavam que o bem se encontra no prazer. No entanto, convém esclarecer que o principal representante do hedonismo grego, no século 3 a.C., o filósofo Epicuro, considerava que os prazeres do corpo são causa de ansiedade e sofrimento. Segundo ele, para a alma permanecer imperturbável, é preciso desprezar os prazeres materiais privilegiando-se os prazeres espirituais.
Genericamente, pode-se dizer que a nossa civilização contemporânea é hedonista, pois identifica a felicidade com o prazer, obtido principalmente pela aquisição de bens de consumo: ter uma bela casa, carro, boas roupas, boa comida, múltiplas experiências sexuais sem compromisso, etc. E, também, na dificuldade de suportar qualquer desconforto: doenças, problemas nos relacionamentos pessoais, o fato de a morte ser inevitável, etc.
Estoicismo
Na mesma época dos hedonistas, Zenão de Cício fundava o pensamento estóico, desprezando os prazeres em geral, por considerar que deles decorrem muitos males. Segundo ele, deve-se buscar eliminar as paixões, que só produzem sofrimento. O homem sábio vive de acordo com a natureza e a razão. Desse modo, deve aceitar com resignação a adversidade e o sofrimento. "Suporta e abstém-te", era a sua máxima.
O estoicismo foi uma corrente filosófica que vigorou por cinco séculos, encontrando seu apogeu na Roma imperial. Seu conteúdo seduzia tanto escravos, como Epitecto (50-127 d.C), quanto imperadores, como Marco Aurélio (121-180 d.C). Um de seus maiores expoentes foi Sêneca, que, entre outras coisas, foi o tutor do imperador Nero. O objetivo de sua moral é chegar à ataraxia, a ausência total de perturbação do espírito.O ideal estóico originou a noção de ascese que consiste no aperfeiçoamento da vida espiritual por meio de práticas de mortificação do corpo, como jejum, abstinência e flagelação. O ideal ascético foi muito bem aceito pelo cristianismo medieval, que via no sofrimento uma forma de aproximação com Cristo.

* Antonio Carlos Olivieri é escritor, jornalista e diretor da Página 3 Pedagogia & Comunicação.

terça-feira, 7 de agosto de 2007

O que é Filosofia?

TEXTO 1

“Qual é a coisa mais importante da vida? Se fazemos essa pergunta a uma pessoa de um país assolado pela fome, a resposta será: a comida. Se fazemos a mesma pergunta a quem está morrendo de frio, então a resposta será: o calor. E quando perguntamos a alguém que se sente sozinho e isolado, então, certamente, a resposta será: a companhia de outras pessoas.
Mas, uma vez satisfeitas todas essas necessidades, será que ainda resta alguma coisa de que todo mundo precise? Os filósofos acham que sim. Eles acham que o ser humano não vive apenas de pão.
É claro que todo mundo precisa de comida, de amor e de cuidado. Mas ainda há uma coisa de que todos nós precisamos. Nós temos a necessidade de descobrir quem somos e por que vivemos.
(...) Embora as questões filosóficas digam respeito a todas as pessoas, nem todas se tornam filósofos. Por diferentes motivos, a maioria delas é tão absorvida pelo cotidiano que a admiração pela vida acaba sendo completamente reprimida. Um filósofo nunca é capaz de se habituar completamente com este mundo. Para ele, o mundo continua a ter algo de incompreensível, algo até de enigmático, de secreto, embora a maioria das pessoas vivencie o mundo como uma coisa absolutamente normal. Isso quer dizer que ele sempre vê as coisas com espanto, a admiração ou a curiosidade, como se fosse a primeira vez.
(...) Em algum lugar, dentro de nós, alguma coisa nos diz que a vida é um grande enigma. E já experimentamos isto, muito antes de aprendermos a pensar.”

GAARDER,
Jostein. O que é Filosofia. In: O Mundo de Sofia. Companhia das Letras.

TEXTO 2

O que é a filosofia senão um modo de refletir, não tanto sobre aquilo que é verdadeiro e aquilo que é falso, mas sobre a nossa relação com a verdade? (...) Não há nenhuma filosofia soberana, é verdade, mas há uma filosofia ou, melhor, há filosofia em atividade. A filosofia é o movimento pelo qual nos libertamos – com esforços, hesitações, sonhos e ilusões – daquilo que passa por verdadeiro, a fim de buscar outras regras do jogo. A filosofia é o deslocamento e a transformação das molduras de pensamento, a modificação dos valores estabelecidos, e todo o trabalho que se faz para pensar diversamente, para fazer diversamente, para tornar-se outro do que se é (...)

FOUCAULT,
Michel. Sobre a Filosofia. In Estética dell’esistenza, Etica, Politica, v. 3.

QUESTÕES:

TEXTO 1

1) Cite coisas que são necessárias na vida das pessoas.
2) Qual é a opinião dos filósofos a respeito dessas necessidades?
3) “Embora as questões filosóficas digam respeito a todas as pessoas, nem todas se tornam filósofos.” Que característica, em relação à forma de ver o mundo, distingue o filósofo e os não-filósofos?
4) “A maior virtude do filósofo é admirar-se”. O que quer dizer admirar-se?

TEXTO 2

1) Elabore, usando expressões do texto, um conceito de Filosofia.
2) O que o autor quer dizer quando afirma: “Não há nenhuma filosofia soberana, é verdade, mas há uma filosofia ou, melhor, há filosofia em atividade”?

Pensamentos

"Conhece a ti mesmo." Sócrates --"A linguagem é a morada do Ser." Heráclito -- "O homem é a medida de todas as coisas." Protágoras -- " Penso, logo existo. " René Descartes -- " O Mundo é minha representação sobre ele. " Artur Schopenhauer -- " Ai ai, o tempo dos pensadores parece ter passado! " Soren Kierkaard -- "Sobre aquilo que não pode ser dito deve se calar.” Ludwig Wittgenstein -- "O Ser é um horizonte de possibilidades." Martin Heidegger -- "A essência precede a existência." Jean Paul Sartre -- " A esperança floresce senão sobre o solo do desespero. " Gabriel Marcel "A razão e a sabedori falam. O Erro e a ignorância gritam." Sto. Agostinho "A melhor lição é o exemplo." Sto. Agostinho