terça-feira, 18 de outubro de 2016

A alegoria da Caverna ou Mito da Caverna de Platão - obra: A República, Livro VII (514a - 517c)

A alegoria da caverna de Platão


                      Alegoria de Platão da caverna B + W clara, por John D'Alembert. 
                                                                            Traduzido em português 


Texto:. A alegoria da caverna  PLATÃO. A República, Livro VII. (514a-517c)

Sócrates: Agora imagine um Nossa Natureza, Segundo o grau de
Educação Que Ela recebeu OU NÃO, de according com o Quadro Que vou
Fazer. Imagine-se, pois, Homens Que Vivem em Uma morada Subterrânea
em forma de caverna. A entrada se abre para á luz Em Toda a Largura
da fachada. Homens OS estao sem from interior a infância,
acorrentados Pelas Pernas e cabelo Pescoço, de MoDo Que NÃO PODEM
Mudar de lugar NEM voltar a Cabeça para Ver algo that NÃO esteja
Diante Deles. A luz lhes VEM de hum fogo Que Queima POR Trás Deles, AO
longe, nenhum alto. Entre OS prisioneiros EO fogo, há hum Caminho that
sobe. Imagine that Esse Caminho E cortado Por Um Pequeno muro,
semelhante Ao tapume Que OS exibidores de Marionetes dispoem between
ELES EO Público, Acima do manobram qua como Marionetes e
apresentam o ESPETÁCULO.

Glauco: entendo

Sócrates: entao, AO Longo Desse Pequeno muro, imagine Homens that
carregam Todo o tipo de Objetos FABRICADOS, ultrapassando a altura fazer
muro; Estátuas de Homens, figuras de animais, de pedra, OU madeira
QUALQUÉR material de Outro. Provavelmente, Entre OS Carregadores that
desfilam Ao Longo do muro, Alguns Falam, Outros se Calam.

Glauco: Estranha Descrição e Estranhos prisioneiros!

Sócrates: ELES São semelhantes a NOS. Primeiro, rápido Você PENSA Que, na
Situação Deles, enguias tenham visto Algo Mais Que fazer como sombras de si
mesmos e dos Vizinhos Que o fogo Projeta na Parede da caverna A SUA
frente?

Glauco: Como ISSO Possível seria, se Durante Toda a Vida enguias estao
Condenados a Ficar com a Cabeça Imóvel?

Sócrates: Não Acontece o MESMO COM OS Objetos that desfilam?

Glauco: É claro.

Sócrates: entao, se they pudessem conversar, Não acha that,
nomeando como sombras Que veem, pensariam nomear Seres reais?
Glauco: Evidentemente.

Sócrates: E se, Disso Alem, houvesse hum eco vindo da Parede Diante
Deles, Quando hum dos that Passam Ao Longo do Pequeno muro falasse,
NÃO acha that they tomariam ESSA voz Pela sombra da that desfila à
SUA frente?

Glauco: Sim, Por Zeus.

Sócrates: ASSIM Sendo, OS Homens Que estao nessas condições NÃO
poderiam considerar nada Verdadeiro como, um Ser NÃO como sombras dos
Objetos FABRICADOS.

Glauco: Não poderia Ser de Outra forma.

Sócrates: Veja Agora O Que aconteceria se they fossem libertados de
SUAS Correntes e curados de SUA desrazão. Tudo aconteceria NÃO
Naturalmente Como vou Dizer? Se hum Desses Homens fosse solto,
Forcado subitamente a Levantar-se, a virar a Cabeça, um andar, um Olhar
Para o Lado da Luz, todos sos Movimentos o fariam sofrer; ficaria ELE
ofuscado e NÃO poderia distinguir OS Objetos, dos Quais via APENAS como
sombras anteriormente. Na sua opinião, O Que ELE poderia responder
SE LHE dissessem that, pingos, ELE lo através de coisas sem Consistencia, that
Agora ELE ESTÁ Mais Perto da Realidade, voltado parágrafo Objetos Mais
reais, e Que ESTÁ vendo melhor? O Que ELE responderia se LHE
designassem Cada hum dos Objetos that desfilam, obrigando-o com
Perguntas, um Dizer O Que São? De: Não acha Que ELE ficaria Embaraçado e
Que como sombras Que ELE via pingos LHE pareceriam Mais verdadeiras fazer
Que OS Objetos Que LHE mostram ágora?

Glauco: Certamente, ELAS LHE pareceriam Mais verdadeiras.

Sócrates: E se o forçassem um Olhar Para a Própria Luz, Não Achas Que
Os Olhos LHE doeriam, that ELE viraria como costas e voltaria Pará como
Coisas que PODE Olhar e that como consideraria verdadeiramente Mais
nítidas fazer that como Coisas que LHE mostram?

Glauco: Sem Dúvida Alguma.
Sócrates: E se o tirarem de la à Força, se o fizessem subir o Íngreme
Caminho montanhoso, se NÃO o largassem Até Arrasta-lo parágrafo a Luz do
sol, ELE NÃO sofreria e se irritaria Ao Ser ASSIM empurrado parágrafo fóruns? E,
Chegando à luz, com Os Olhos ofuscados cabelo brilho, Não seria Capaz
de ver Nenhum Desses Objetos, that NÓS afirmamos ágora Serem
verdadeiros.

Glauco: ele NÃO podera VE-los, cabelo Menos nsa Primeiros momentos.

Sócrates: é Preciso Que ELE se habitue, para quê ver POSSA como Coisas
Do Alto. Primeiro, ELE distinguirá Mais fácilmente como sombras, DEPOIS,
como Imagens dos Homens e dos Outros Objetos refletidas na Água,
DEPOIS OS PROPRIOS Objetos. Em Segundo lugar, DURANTE A Noite, ELE
contemplar podera como Constelações EO PRÓPRIO Céu, e voltar o Olhar
Para uma luz de dos astros e da lua Mais fácilmente that Durante o dia PARA O
sol e Pará a luz do sol.

Glauco: Sem Dúvida.

Sócrates: Finalmente, ELE podera contemplar o sol, Não o Seu Reflexo
NAS Águas UO em Outra superficie lisa, mas o PRÓPRIO sol, nenhum lugar fazer
sol, o sol tal Como E.

Glauco: Certamente.

Sócrates: DEPOIS Disso, podera raciocinar a Respeito do sol, concluir
Que É ELE Que Produz como Estações e OS anos, Que Governa Tudo sem
Mundo Visível, e Que É, de Algum Modo uma causa de Tudo O Que ELE e
companheiros SEUS viam na caverna.

Glauco: É indubitável Que ELE chegará a ESSA CONCLUSÃO.

Sócrates: Nesse momento, se ELE SE Lembrar de SUA Primeira morada,
da Ciência Que ali se possuía e de SEUS Antigos companheiros, Não
Acha Que ficaria feliz com uma Mudança e térios pena Deles?

Glauco: Claro que sim.

Sócrates: Quanto às honras e louvores that they se atribuíam
mutuamente outrora, Quanto às recompensas concedidas Aquele that 
fosse dotado de Uma Visão Mais aguda Para discernir a Passagem das
sombras na Parede e de Uma Memória Mais fiel Pará se Lembrar com
exatidão daquelas that precedem Certas OUTRAS UO Que lhes sucedem,
como that VEM juntas, e Que, MESMO POR ISSO, era o Mais hábil Pará
conjeturar um Viria DEPOIS Que, acha Que Nosso homem térios inveja DELE,
Que como honras ea Confiança ASSIM adquiridas Entre OS companheiros
inveja dariam LHE? ELE NÃO pensaria Antes, Como O Herói de Homero,
Que Vale Mais "viver Como escravo de hum lavrador" e suportar
QUALQUÉR provação fazer that voltar à Visão ilusória da caverna e viver
Como se vive la?

Glauco: Concordo com Voce. ELE aceitaria QUALQUÉR provação parágrafo NÃO
viver Como se vive la.

Sócrates: Reflita AINDA nisto: suponha that Esse homem volte à
caverna e retome o Seu Antigo lugar. Desta vez, Não seria Pelas trevas
Que ELE térios Os Olhos ofuscados, AO vir diretamente do sol?

Glauco: Naturalmente.

Sócrates: E se ELE tivesse that emitir de novo hum Juízo Sobre as
sombras e ENTRAR em Competição com OS prisioneiros that continuaram
acorrentados, enquanto SUA vista AINDA ESTÁ confusa, SEUS Olhos AINDA
Não Se recompuseram, enquanto LHE Deram hum demais ritmo Curto
Para acostumar-se com a Escuridão, ELE NÃO ficaria ridículo? Os
prisioneiros NÃO diriam Que, DEPOIS de ter ido Ate O alto, voltou com um
vista perdida, that NÃO vale MESMO uma Até la Pena subir? E se Alguém
tentasse retirar OS SEUS Laços, faze-los subir, Você acredita Que, se
pudessem agarrá-lo e executá-lo, Não o matariam?

Glauco: Sem Dúvida Alguma, enguias o matariam.

Sócrates: E Agora, meu caro Glauco, é Preciso aplicar exatamente
ESSA alegoria Ao that dissemos anteriormente. Devemos assimilar o
Mundo Que apreendemos Pela vista à estada na Prisão, a luz do Fogo
Que Ilumina uma caverna à Ação do sol. Quanto à subida e à
Contemplação fazer that há nenhum alto, consideră Que Se trata da Ascensão
da Alma comeu o lugar inteligível, e Não Te enganarás Sobre Minha
Esperança, JA Que desejas Conhece-la. Deus SABE se há Alguma
possibilidade de Que ELA SEJA Fundada Sobre a Verdade. Em Todo o 
Caso eis o que me Aparece tal como me Aparece; Nos Últimos limites
Do Mundo inteligível Aparece-me a Idéia do Bem, Que se Percebe com
dificuldade, mas Que Não Se PODE ver sem concluir Que Ela É uma causa
de Tudo O Que há de reto e de belo. Não Visível Mundo, gera ELA a luz e
o senhor da luz, no Mundo inteligível Ela Própria E uma soberana that
dispensa a Inteligência Verdade ea. Acrescento Que é Preciso VE-la se
Quer comportar-se com Sabedoria, SEJA na vida privada, SEJA na vida
pública.

Glauco: Tanto Quanto sou Capaz de Compreender-te, concordo  contigo.

REFERÊNCIAS:

A Alegoria da Caverna: A República, 514a-517c Tradução de Lucy
Magalhães.In: MARCONDES, Danilo. Textos Básicos de Filosofia: dos Pré-
socráticos a Wittgenstein. 2ª ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2000.

PLATÃO. A República. (Trad. Enrico Corvisieri) São Paulo: Nova Cultural, 1999. (Col. Os Pensadores).





Pensamentos

"Conhece a ti mesmo." Sócrates --"A linguagem é a morada do Ser." Heráclito -- "O homem é a medida de todas as coisas." Protágoras -- " Penso, logo existo. " René Descartes -- " O Mundo é minha representação sobre ele. " Artur Schopenhauer -- " Ai ai, o tempo dos pensadores parece ter passado! " Soren Kierkaard -- "Sobre aquilo que não pode ser dito deve se calar.” Ludwig Wittgenstein -- "O Ser é um horizonte de possibilidades." Martin Heidegger -- "A essência precede a existência." Jean Paul Sartre -- " A esperança floresce senão sobre o solo do desespero. " Gabriel Marcel "A razão e a sabedori falam. O Erro e a ignorância gritam." Sto. Agostinho "A melhor lição é o exemplo." Sto. Agostinho